Sexta-feira, 30 de Abril de 2010

PORTUGAL A AFUNDAR-SE

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por João Severino às 23:17
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COELHO A ARRISCAR

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por João Severino às 23:16
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FOI O ENGENHEIRO, PÁ!

por João Severino às 23:13
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PINTEI O PRETO E BRANCO








por João Severino às 22:56
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PORTUGAL EM CRISE

> Teatro S. Carlos: Ministério da Cultura paga 133 mil euros de indemnização para afastar director artístico.
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por João Severino às 22:38
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OUTRAS PAULADAS

> Blogue A minha vida
por João Severino às 16:30
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A MELHOR PRIMEIRA DO MÊS





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por João Severino às 15:47
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A PIOR PRIMEIRA DO MÊS

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por João Severino às 15:46
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EM ESPANHA

> Um terço das empresas públicas e 32 altos cargos cortados.
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por João Severino às 15:27
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BOM FIM-DE-SEMANA!

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por João Severino às 15:19
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HOMEM DE CORAGEM

> Rui Rio demite-se alegando que não está "disponível para ser enxovalhado".
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por João Severino às 10:52
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E AINDA DIZEM QUE É RELIGIÃO

> IURD acusada de envio ilegal de verbas para o estrangeiro.
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por João Severino às 10:48
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SONDAGENS AO VENTO

> Infelizmente, continuamos a ser "atacados" por sondagens em função do vento que passa. Agora, o vento soprou da Lapa e as sondagens que nos oferecem já dizem que o PSD está à frente do PS. É falso. Da mesma forma que fomos sempre aqui divulgando a informação que nos era facilitada por profissionais que trabalham nas empresas de sondagens, e que indicavam resultados percentuais que na maior parte das vezes não coincidiam com os difundidos, também agora faremos o mesmo com a seriedade idêntica.
Na segunda e terça-feira, 26 e 27 de Abril, foi realizada uma sondagem a nível nacional por uma empresa da especialidade que deu o seguinte resultado:

PS - 34%
PSD - 28%
CDS - 13%
PCP - 10%
BE - 8%
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por João Severino às 10:32
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OS IRRESPONSÁVEIS

> Não se compreende tanta irresponsabilidade por parte de José Sócrates e de António Mendonça, quando persistem com as obras públicas faraónicas. São uns verdadeiros irresponsáveis que terão 80 anos de idade quando as novas gerações quiserem enforcar os responsáveis pelo desmando. Não se trata de qualquer perseguição da minha parte. A conclusão sobre esta matéria, retirei-a após ter lido que Portugal está mais próximo da bancarrota.
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por João Severino às 10:16
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Quinta-feira, 29 de Abril de 2010

MULHER-ÁRVORE

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por João Severino às 16:34
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PENSO EU DE QUE

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por João Severino às 16:33
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O MÉDICO


> O médico anda nas bocas do mundo. Por todas as razões. Trabalha de mais. Está de banco horas a mais. Tem horário. Não tem horário. Ganha pouco. Ganha muito. Está de manhã no público e à tarde no privado. Tem consultório onde faz uma fortuna. Não é humano. É solidário. Chega sempre atrasado. É impecável e atencioso. Tem um Porsche. Anda de Metro. Engata a enfermeira. Divorcia-se da colega. Meteu reforma antecipada.
O médico ganha muito dinheiro, mas esquecem-se que estudou muitos anos, especializou-se outros tantos. Sacrificou-se sem horário e é mal pago nos hospitais públicos onde chegaram a ter que enfrentar o disparate de marcar o ponto.
Médicos há muitos. Excepcionais, cientistas, bons, sofríveis e maus. Como em todas as profissões. A última que veio à baila é que os médicos não são portugueses e não prestam. Nos hospitais somos atendidos por moldavos, brasileiros, ucranianos, cubanos, russos, polacos, estónios, checos. Fruticor para frutimazelas. OPS! Mas, se os médicos estrangeiros não prestam, alto lá! e haja Ordem nisto. Ordem mesmo, porque trata-se da Ordem dos Médicos. Se não sabia, fique a saber: todos os médicos em serviço nos hospitais portugueses foram (mal ou bem) CREDENCIADOS pela Ordem dos Médicos... e esta, hein?
por João Severino às 15:51
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BOCAS NA RUA

Quadro

- É pá, viste aquele quadro Sócrates-Passos Coelho?

- Então, não vi, pá!... E cada vez mais vejo a Ferreira Leite a ter razão...
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por João Severino às 15:11
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O PORTUGUESING DE ZEINAL



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por João Severino às 14:48
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RECORDAR MIGUEL LEMOS

> A minha alma ficou parva ao ouvir na Comissão de Inquérito da Assembleia da República uma alusão ao meu saudoso amigo Miguel Lemos, falecido subitamente em sua casa em 2008. E a alusão referia-se ao facto de Miguel Lemos ser na altura da sua morte o director das relações exteriores da Taguspark.
Miguel Lemos sempre foi um homem sério, frontal e justo. Acredito profundamente que se Miguel lemos alguma vez ouviu falar no interior da Taguspark que seria necessário comprar a TVI para calar informação incómoda, que ele seria o primeiro a condenar esses processos e a enervar-se com os métodos pretendidos.
E já não referindo aqui o que competiria à Polícia Judiciária, no sentido de se saber se Miguel Lemos não estaria a ser um fardo para muitos interesses...
por João Severino às 11:14
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MOURINHO É GRANDE


Valdez agrediu Mourinho no final do jogo

> José Mourinho mostrou que é o melhor treinador de futebol do mundo. Foi a Barcelona e mandou os campeões europeus às urtigas. Está na final dos Campeões, onde o Inter não marca presença há 40 anos. É mais um feito para a história de um homem que não precisa de mostrar mais nada que é o único special no mundo do futebol.
Barcelona teve um comportamento execrável, vergonhoso e de baixo nível. Sem saber aceitar a derrota os adeptos do Barça demonstraram que não têm categoria para assumir um título de campeão. Desde a abertura do sistema de rega da relva do estádio para que os jogadores do Inter não comemorassem a vitória, aos vários objectos atirados contra a comitiva do Inter e culminando com a agressão do guarda-redes Valdez a José Mourinho no final do encontro. Valdez deveria ser irradiado imediatamente do futebol.
Parabéns ao José que soube colocar no bolso o "Camp Mou".
por João Severino às 10:59
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Quarta-feira, 28 de Abril de 2010

MACAU - ESTRADA DO MUNDO














Para editar em livro quando for possível



INTRODUÇÃO


>
Após o golpe de Estado em 25 de Abril de 1974 que levou Portugal a assumir uma postura diferente relativamente às suas colónias, Macau ficou em alvoroço com duas vertentes políticas a degladiarem-se. Por um lado, o ilustre advogado Carlos d'Assumpção e seus apoiantes defendiam que Macau deveria manter-se sob a soberania portuguesa, pois tratava-se de uma "oferta" que a China tinha feito a Portugal. Por outro, um grupo de "vendilhões de templo" preconizou junto do Movimento das Forças Armadas (MFA) que Macau fosse imediatamente entregue à China.


No meio da discórdia, prevaleceu naturalmente o dogmatismo dos dois Estados e logo que a China entendeu manifestar a sua posição, introduziu o tema junto do Presidente da República, general Ramalho Eanes. Numa visita oficial realizada entre 21 e 26 de Maio de 1985, Ramalho Eanes acompanhado do ministro dos Negócios Estrangeiros, Jaime Gama, ouviu da boca do líder chinês Deng Xiaoping que a transição de Macau se faria a breve trecho. O recado estava dado. O anúncio das intenções da China deixou os portugueses de Macau perplexos, apreensivos e chocados. Mas nada havia a fazer. Estávamos perante uma verdadeira história entre David e Golias. O processo de transição era irreversível e os portugueses teriam de regressar a casa.

............................................................

Numa tarde, húmida e quentíssima de Agosto de 1986, dei comigo junto à praia de Cheoc Van, na ilha de Coloane, fixando o horizonte. Chovia torrencialmente e eu nem me apercebera do facto. Quando limpei a face e tentei enxugar os cabelos é que me dei conta que o meu pensamento acabara de estar tão absorvente e tão longínquo que nem um tufão me faria acordar para a realidade. Estava a regressar a casa, por terra, como aventureiro, por montes e vales, rios e lagos, desconhecidos, inimagináveis, mas possíveis. Naquela tarde junto ao mar, com o olhar fixo nas ondas, dei por mim a percorrer a distância entre Macau e Lisboa... ufa! que algo de infinito. Quando cheguei a casa fui consultar um atlas e o pensamento da praia traduziu-se num sentimento de quase impossibilidade. Atravessar o Império do Meio, com os seus povos tão distintos, com as suas dezenas de províncias, com o seu deserto do Gobi, com a sua parte dos Himalaias, com localidades sem alojamento, sem comunicações, com um Partido Comunista que liderava o país com mãos de ferro e encerrando o território a estrangeiros, especialmente a jornalistas. Naquele segundo, pensei esquecer o sonho para no segundo seguinte continuar a consultar o mapa a fim de constatar qual seria o caminho mais curto e menos penoso para chegar a Portugal. A ideia de simbolizar o regresso por terra dos portugueses que por mar heroicamente chegaram a Macau ficou logo ali congelada no cantinho mais recôndito do cérebro. As dificuldades pareciam inultrapassáveis.

Passado algum tempo, a conversar com o professor João Queiroga, este transmitiu-me que também andava a pensar numa expedição que unisse Macau a Lisboa. Era o início da maior aventura jamais realizada por todo-o-terreno. A partir daquele momento começámos a projectar o desejo. Formar uma equipa unicamente com residentes de Macau, estudar o trajecto, orçamentar, solicitar autorizações diplomáticas, obter fundos de apoio e conseguir veículos que não ficassem destroçados pelo caminho. A partir do dia em que eu, João Queiroga e o jurista Jorge Barra decidimos avançar com o projecto, o sonho começou a tornar-se realidade.
Primeira decisão: a equipa teria de ser constituída por portugueses nascidos no Continente e portugueses e chineses nascidos em Macau. Ao nosso grupo juntou-se o arquitecto macaense Carlos Marreiros, uma ajuda importantíssima para toda a logística e contactos necessários para um projecto desta envergadura. Carlos Marreiros viria a conceder-nos o total empenhamento, mas por motivos pessoais não realizaria a expedição. À equipa juntar-se-ia o médico Vitalino de Carvalho, o operador de televião José Babaroca e os mecânicos Mok Wa Hoi e João Santos.

À data, o governador de Macau era o engenheiro Carlos Melancia. Um homem empreendedor, virado para o desenvolvimento e progresso de Macau e empenhado na promoção do território além-fronteiras, que acabou por ser injustiçado por motivos político-económicos relacionados com a construção do aeroporto de Macau.
Carlos Melancia tomou conhecimento da nossa ideia e do simbolismo que encerrava. Por ele, o projecto nunca ficaria no papel e dispensou-nos de imediato diversas facilidades. Transmitimos ao governador que várias marcas de automóveis [com quem tínhamos contactado no sentido de solicitar três jipes para a expedição] tinham rejeitado a nossa pretensão com receio do prestígio das marcas ser abalado pelo inêxito da maratona. Carlos Melancia respondeu-nos que os proprietários da marca UMM, em Portugal, eram das suas relações e que iria falar com eles. Passados três meses chegaram a Macau três jipes UMM preparados para a aventura a que nos propusemos.


A partir do momento em que ficou constituída a equipa para o I RAID TERRESTRE MACAU-LISBOA e os três jipes UMM chegaram a Macau, o projecto transformou-se em algo de muito sério, complexo e diversificado. Os elementos que faziam parte da equipa teriam de se compenetrar que a expedição inseria diversas vertentes, nomeadamente, um trajecto muito duro e perigoso; um percurso desconhecido que atravessaria a China, Paquistão, Irão, Turquia, Bulgária, Jugoslávia, Itália, França, Espanha e Portugal; mais de 20 mil quilómetros num período que ultrapassaria os 50 dias; uma disponibilidade total para o sacrifício e para o entendimento entre todos os membros; um confronto total e contínuo com a velocidade, destreza e coragem; uma diplomacia instintiva no contacto com povos e autoridades tão distintas e, acima de tudo, o engrandecimento e promoção do nome de Macau.

Após a confirmação de que estávamos perante uma equipa forte e coesa para enfrentar o desconhecido, os sete "pilotos" iniciaram um vasto rol de contactos absolutamente necessários referentes a autorizações diplomáticas, recolha de fundos, materiais de diversa ordem e uma indispensável preparação física e mecânica no contacto directo com os veículos.

Um dos aspectos mais difíceis de solucionar situou-se na autorização que os responsáveis políticos da República Popular da China teriam de conceder aos raidistas para atravessar o imenso território chinês. Em 1988, seria a primeira vez que cidadãos estrangeiros iriam conduzir um veículo estrangeiro em solo chinês. Este pormenor merece uma referência de destaque, pois, tinha sido algo impensável até aquela data. Mais uma vez, o governador de Macau, Carlos Melancia, teve um papel de grande importância na sensibilização das autoridades chinesas e o nosso grupo só respirou fundo no dia em que fomos recebidos na delegação oficial da RPC, em Macau, a 'Nam Kwong' pelo seu presidente, O Cheng Peng. Era a luz verde para a primeira grande dificuldade ser ultrapassada. Da reunião cordial e empreendedora ficou assente que teríamos de contribuir com uma determinada quantia pecuniária para o Instituto do Desporta da RPC. Ao fim e ao cabo, uma verba que serviu de contrapartida a todo um acompanhamento logístico e móvel que tivemos durante o trajecto em território chinês.

As nossas reuniões sucederam-se. Havia sempre algo de novo para resolver. João Queiroga e Jorge Barra dedicaram-se à organização da expedição com fervor e sabedoria. Eu realizava os contactos com patrocinadores e estudava a reacção dos veículos UMM. O mecânico Mok Va Hoi apreendia os segredos de uma mecânica até ali desconhecida. Os jipes vinham equipados com motor Peugeot e tínhamos solicitado a retirada do turbo. A nossa saúde estava entregue a um dos melhores clínicos residentes em Macau. Vitalino de Carvalho, especializado em Urologia, bem teve de se preparar para toda e qualquer anomalia que se verificasse no estado de saúde dos raidistas durante a expedição. José Babaroca, o macaense que se tornou na Televisão de Macau um dos melhores operades de câmara e que recolheria o maior número possível de imagens. João Santos foi-nos indicado pela UMM por ser um dos melhores técnicos da marca. Com ele no Raid, dificilmente não chegaríamos a Lisboa.
No entanto, muitos foram os epítetos de que fomos contemplados. "Vocês são doidos!", "Vocês não sabem no que se estão a meter!", "Tenho a certeza que não chegam ao fim!", "A vossa ideia é criminosa porque é quase certo que morrem alguns!", foram exemplos do "alento" que algumas pessoas nos dispensaram. A decisão era inabalável e a ansiedade aumentava em cada dia que passava.

Entretanto, a data da partida foi escolhida com muita antecedência em conformidade com dois aspectos fundamentais: primeiro, a passagem nos Himalaias, a mais de 5.500 metros de altitude, teria de aguardar pelo mês de Maio, altura em que o degelo já teria o seu início e a via rodoviária estaria minimamente transponível e, em segundo lugar, o governador Carlos Melancia tinha transmitido ao grupo que no caso de conseguirmos chegar a Lisboa antes do Dia 10 de Junho, de Portugal e das Comunidades Portuguesas, seríamos os representantes de Macau na respectiva cerimónia oficial. O dia da partida recaíu em 17 de Abril. Pelas nossas contas, a rolar sempre nos limites, o Raid poderia ser realizado em 40 dias. Contando com os imponderáveis poderia culminar em cerca de 50 dias.

O treino na condução dos jipes começou a ser um acontecimento em Macau, a partir do dia em que Victor Hugo Marreiros, um dos melhores designers da Ásia, criou a decoração das viaturas e as cores da bandeira portuguesa passaram a fazer parte do corpo móvel dos UMM. Por onde os carros passavam, a população do território interrogava-se. Era importante que se iniciasse a divulgação e promoção do I RAID TERRESTRE MACAU-LISBOA. Para o efeito, preparámos e realizámos a primeira conferência de imprensa, durante a qual era importante divulgar ao mundo quem eram os aventureiros e a que se propunham.

(Irei continuar a escrever para um livro futuro com cerca de 400 páginas, com mais de 100 fotografias, as histórias de um trajecto inimaginável que atravessou a dureza da China, a guerra entre o Iraque e o Irão, a guerra dos moujhaedin na fronteira Paquistão-Afeganistão, o controlo absurdo das polícias búlgaras e turcas, a diversidade de uma Jugoslávia que já se desmembrou e a beleza paisagística e patrimonial de Itália, França e Espanha)

© jes 2010


por João Severino às 17:39
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BETTENCOURT & COSTINHA

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por João Severino às 11:16
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NA ESCADA DA FAMA

por João Severino às 11:15
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MORAIS NA HISTÓRIA DO CANTINHO

> Morreu o Morais. O jogador do Sporting que deu a primeira grande alegria aos 'leões' a nível internacional. A 'Taça das Iaças' é do Sporting graças a um canto directo marcado por Morais.
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por João Severino às 11:07
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PÕE-TE A PAU

> Mais juros e desemprego e menos apoios sociais.
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por João Severino às 11:00
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NO PÓDIO

> Portugal é o terceiro da Europa com mais greves.
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por João Severino às 10:54
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AINDA HÁ GENTE DECENTE


> Uma petição pública para destituir a deputada Inês de Medeiros da imoralidade é uma boa ininiciativa de gente que ainda considera a decência na sociedade.
Mais de quatro mil pessoas já assinaram uma petição a exigir a demissão da deputada socialista Inês de Medeiros. Em causa está o pagamento das suas viagens para Paris, onde reside, apesar de ter sido eleita para a Assembleia da República pelo círculo de Lisboa.
"É imoral que uma senhora como a deputada Inês de Medeiros, que certamente não passará as mesmas dificuldades financeiras que muitos portugueses, queira esbanjar dinheiro pago pelos [muitos] impostos dos contribuintes nas suas viagens pessoais a Paris", pode-se ler no texto da petição colocada no site www.petitiononline.com, que ontem à tarde contava com 3162 assinaturas.
Os subscritores da petição exigem assim a demissão da deputada do PS. "Estamos cansados de deputados/as que se tomam por privilegiados acima dos sacrifícios a que condenam o País", concluem.

PS - A minha assinatura foi a número 4.240
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por João Severino às 10:41
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PERDI A BOLSA

> Tinha cinco por cento de jóias no interior. Quem a encontrar, pede-se o favor de a entregar em Luanda, ao senhor Santos. Não ao ditador. Ao outro, o Teixeira do PEC.
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por João Severino às 10:26
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BLOCO CENTRAL

> Sócrates e Coelho encontram-se hoje. O descalabro dos gastos a isso obriga. Lembram-se que aqui já tínhamos salientado o início do bloco central?
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por João Severino às 10:04
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Terça-feira, 27 de Abril de 2010

OUTRAS PAULADAS

> Blogue Arroz doce
por João Severino às 19:26
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ABISMO


> Alguns governantes condenaram este blogue dizendo que o nosso cenário era negro quando Portugal estava a recuperar. Vê-se. Há pouco, ouvi no rádio que Portugal está à beira da catástrofe e que as agências de rating estão a atirar-nos para o abismo. Deve ser mentira. O governo é que está certo. Continua a inaugurar "primeiras pedras"...
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por João Severino às 17:04
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RETRATOS (1)






Catarina Price*



> Sinto-lhe os pés arrastados em pantufas de fazenda, quadrados debotados sem cor definida.
Oiço-lhe a tosse cavernosa, profunda e dolorosa em laivos de agonia que esconde fechando a porta do hall. Atento agora na voz da filha cuja ladainha conheço de cor: “pára com isso! Quero dormir!” e adivinho a lágrima que provavelmente lhe correrá face abaixo, o peito dorido da enfermidade e da falta de carinho, que bem lhe saberia um “pai estás bem? Queres um chá?”.

Atento na vida que me rodeia, mania que desde sempre tive, no início para me esquecer da minha, depois porque sim.
Olho-o nos olhos na manhã seguinte, sai cedo para o pão do pequeno-almoço deixando a “criança” mais um pouco na cama, e vejo a mesma dor que adivinho em noites sem descanso, as rugas mais profundas e amareladas de um corpo sem ar, o cabelo em desalinho de quem já não quer saber.
As roupas exalam um ligeiro cheiro a mofo e o lenço de pano pende um pouco fora do bolso das calças.
Desce as escadas para a porta da rua, muito direito e segura-nos a porta num “se faz favor meninas” ao que a princesa lhe lança um sorriso e um sonoro obrigada, encolhendo-se para não lhe bater com a mochila e fazendo-o sorrir.

É um dos.
.. Dos muitos que nos povoam as ruas, as padarias à abertura, os lares, os centros de saúde a todas as horas.
Solitários, incompreendidos, vistos como carga de trabalhos, muitas vezes abandonados.
Os nossos idosos estão tristes.
Que podem os nossos filhos esperar de uma geração que assim (mal) trata as suas raízes?
Exemplos?

*Cronista residente

por João Severino às 15:37
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O CONGRESSO DO PC CHINÊS É ORGANIZADO AO MILÍMETRO

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por João Severino às 11:48
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ATRACÇÃO

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por João Severino às 11:46
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AI!

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por João Severino às 11:45
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SUBMARINOS

> Alguns dos sete gestores portugueses acusados de falsificação de documentos e burla qualificada começam hoje a ser ouvidos no caso das contrapartidas dos submarinos comprados a um consórcio alemão.
Pensei que os gestores já tivessem ido ao fundo...
por João Severino às 11:37
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SALÁRIOS

> As Finanças pedem a devolução dos salários a Valentin Loureiro, Marco António Costa e Rui Rio. Coitados. E depois vivem de quê?...
por João Severino às 11:24
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Segunda-feira, 26 de Abril de 2010

MEALHEIRO PORTUGUÊS


> Para colocar tudo o que resta dos nossos salários...
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por João Severino às 16:50
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DELÍCIAS






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por João Severino às 10:58
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ASSINO POR BAIXO

36 ANOS TRAÍDOS

> Décadas de medo amordaçado acabaram, em 1974. Começaram trinta e seis anos de saque ao erário público, de ignorância, alienação, alheamento populares a par de uma lúcida e reiterada corrupção política. Estamos por isso globalmente mais pobres, o crescimento é nulo, a bancarrota assoma e ameaça-nos como dentes-sabre de uma besta por fechar sobre carne tenra. Há uma clara tirania medíocre em Portugal. Subtil na perfídia. Sub-reptícia no esbulho, a lembrar-nos todos os dias a nossa impotência popular perante quem realmente manda ou realmente usurpa de todos nós esse mando abusivo. Plutocracia não é democracia. Quando chamam a isto democracia, insultam o conceito. Numa democracia, um monte de esterco corrupto, por suspeitas ou por factos, não fica nem mais um dia sentado na cadeira decisória do Poder. Por cá, ainda tem mais razão. Sorri em público. Inaugura, com fervor. Discursa, moralóide. Foi para chegar a esta triste impunocracia que se fez o vinte e cinco de Abril?!

In Palavrossavrvs Rex
por João Severino às 10:44
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HÁ GREVE NOS COMBOIOS

por João Severino às 10:34
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O MELHOR

> O ministro da Economia, Vieira da Silva, é o melhor governante. Não faz ideia o que anda a fazer mas é o melhor. Ele fala na rádio sobre energia nuclear. Não tem a mínima noção do que seja o nuclear, mas diz que as energias renováveis é que resolvem o problema do país. Afirma que não tem estudo nenhum que lhe diga que o nuclear não presta, que é inseguro e que é mais caro que o actual sistema à base do petróleo, mas sem os dentes que já arrancou disse que o nuclear não presta. Adianta que o país é muito pequenino e que não há lugar para uma central nuclear, mas não faz ideia qual o espaço que poderá ocupar um projecto dessa natureza. A rádio oficial anuncia que nos próximos dias vai continuar a ouvir especialistas na matéria. Serão dias, certamente, em que as orelhas do ministro vão ficar a arder de tal maneira, que os bombeiros terão de lhe enfiar com a agulheta.
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por João Severino às 10:19
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VARAPAU

> Não faço a mínima ideia o que venho aqui fazer à comissão de inquérito. Tenho a consciência tranquila. Nunca cometi uma ilegalidade. Não conheço nem telefono a filósofos. Sou banqueiro reputado que estranha não me estarem a pagar o salário a que tenho direito como vice-presidente da associação dos robalos em extinção. Quero que os senhores vão morrer longe e preparem-se que eu vou corrê-los a varapau.
por João Severino às 10:14
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Domingo, 25 de Abril de 2010

CARMINDICES


Carmindo Mascarenhas Bordalo*



PROFESSOR MARCELLO CAETANO: TRINTA E SEIS ANOS DE UMA IGNOMÍNIA


Há 36 anos foi cometida uma ignomínia que atingiu aquele que foi um dos portugueses que se dedicaram à causa pública com maior empenho, denodo e honradez, o Professor Marcello José das Neves Alves Caetano.
Os trabalhadores rurais e domésticos a quem foi estendida a previdência sabem daquilo que falo. Assim como os professores que passaram a ter férias pagas, os milhares que tiveram ajuda na compra de habitação própria, os que podiam ser reembolsados das suas despesas de saúde sem serem funcionário públicos, os que obtiveram emprego nos milhares de empresas que apareceram com o inédito crescimento económico.
No dia 25 de Abril de 1974, um homem que nunca colocou ao bolso um grão de pó que não fosse seu, que, tendo nascido pobre, subiu a pulso graças ao seu trabalho e inteligência e que construíra uma obra académica de renome internacional, foi tratado como um criminoso, banido do seu País sob os urros de uma multidão acicatada por gente medíocre.
Exilado, e com uma coragem exemplar, refez a sua vida com a dignidade própria de quem tem arreigado o valor do trabalho. Vencendo as adversidades - que é quando se mostra a têmpera das pessoas de mérito - voltou a exercer o seu magistério com o brilho que se lhe reconhece. Longe da família, dos amigos e da terra ingrata mas que era a sua, espoliado da aposentação que lhe era devida não pela carreira política mas como Professor da Faculdade de Direito de Lisboa, Marcello Caetano deu a todos uma lição de vida.
Nunca quis fazer as figuras que outros fizeram. Não patrocinou manifestações em capitais estrangeiras contra o governo do seu País, nem entrou em conspirações para se evidenciar aos olhos de potências estrangeiras. O seu padrão era a rectidão de comportamentos e não Mário Soares.
Quando foi para o exílio não tinha consigo um tostão que fosse e a sua única conta bancária era uma verdadeira anedota. Quando, poucos anos depois, os quatro filhos a dividiram entre si, cada um ficou com o valor equivalente a uma viagem de curta duração ao Brasil. O maior especialista em Direito Administrativo e que governara uma nação vivia apenas do que o trabalho lhe dava.
Expulso Marcello, como todos sabemos, Portugal ficou muito melhor: nas províncias ultramarinas foi encontrada a felicidade e a paz; o desemprego desapareceu; passámos a ter um crescimento económico anual equivalente à Coreia dos seus melhores dias; a bolsa de valores tornou-se um referencial mundial; o escudo tornou-se a mais forte moeda; a educação, expurgado o ensino técnico, ficou uma categoria.
Assim devem pensar os mesmos que no Largo do Carmo estoiravam os pulmões de tanto berrar contra Marcello. Mal sabiam que só em 1991 este triste rectângulo voltaria a atingir a mesma percentagem do PIB da média europeia que tinha em 1974...
Ao fechar os olhos, em 26 de Outubro de 1980, Marcello Caetano carregou consigo para a tumba muitos desgostos e humilhações. Mas levou também uma consciência limpa que aqueles em que o leitor está a pensar já não devem ter desde tenra infância.
Os festejos abrilinos não devem permitir que se esqueça que o triunfo que se lhes abriu há 36 anos (com que resultados?) pisou quem merecia ter sido poupado e reconhecido.


*Professor Catedrático Jubilado, cronista residente

por João Severino às 22:29
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Memória de Abril


João Paulo Diniz, segundo à esquerda

>
Só leio e oiço falar da canção 'E Depois do Adeus' de Paulo de Carvalho que serviu de senha para que os militares iniciassem o golpe de Estado em 25 de Abril de 1974.
Há que ter memória e não esquecer quem lançou a senha. Não podemos esquecer o locutor João Paulo Diniz. Cinco minutos antes das 23:00 do dia 24 de Abril de 1974, foi dado o primeiro sinal para a mudança de regime: nos estúdios da Rádio Alfabeta dos Emissores Associados de Lisboa (EAL), o locutor João Paulo Diniz lançou a música “E Depois do Adeus”, de Paulo de Carvalho. Era o sinal estipulado para a saída das tropas.
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por João Severino às 16:23
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PÕE-TE A PAU

> O cravo está a murchar.
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por João Severino às 16:09
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MODA MÚSCULO

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por João Severino às 15:23
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QUERIDAS MOTOS

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por João Severino às 15:22
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PESADONA

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por João Severino às 15:21
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25 ABRIL - FERIADO NA AUSTRÁLIA. HOMENAGEM AOS SEUS COMBATENTES


> Anzac Day is a national day of remembrance in Australia and New Zealand, and is commemorated by both countries on 25 April every year to honour members of the Australian and New Zealand Army Corps (ANZAC) who fought at Gallipoli in Turkey during World War I. It now more broadly commemorates all those who died and served in military operations for their countries. Anzac Day is also observed in the Cook Islands, Niue, Samoa and Tonga.
por João Severino às 15:17
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25 ABRIL. LIBERDADE. QUAL LIBERDADE?



por João Severino às 00:01
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Sábado, 24 de Abril de 2010

MACACO DE IMITAÇÃO

Escola de Manuel Pinho
por João Severino às 16:03
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O MESTRE FALOU


> Eu tinha 11 anos quando assisti, em Montes Claros-Monsanto, ao "2º Grande Prémio de Portugal de Fórmula 1". O bichinho pelas corridas tinha nascido nesse dia ao ver um soberbo Stirling Moss a vencer e o português Nicha Cabral a encher-nos de orgulho. Tive a felicidade de no final da corrida estar junto de Stirling Moss e de constatar o que é a alegria de um campeão após uma corrida. Moss foi sempre um dos meus ídolos, só batido pelo meu grande amigo Ayrton Senna.
O "mestre" Moss falou do que se está a passar hoje em dia com as vitórias de outro meu amigo, quando em Macau andámos a experimentar o circuito, o Jenson Button.
Aqui vos deixo as palavras do "mestre" Moss.

Stirling Moss: "Jenson Button ganha porque tem usado a cabeça"
Piloto lendário das primeiras décadas de Fórmula 1, Stirling Moss, confessou a sua satisfação por ver Jenson Button no topo da tabela de pontos, considerando que o campeão do mundo tem evoluído nos últimos tempos. Ao mesmo tempo, Moss aconselha Felipe Massa a mostrar as suas qualidades no seio da equipa Ferrari, de forma a defender-se dos rumores relativos a Robert Kubica.
Stirling Moss: "Jenson Button ganha porque  tem usado a cabeça" -

A história em Xangai, tal como em Melbourne, foi toda à volta de Jenson Button. Venceu ambas as corridas e fê-lo porque tomou a decisão certa. Ele venceu porque usou a cabeça e mostrou que trabalha ao mais alto nível dentro do carro. Até agora, nesta temporada, tenho dito que o Lewis Hamilton, Fernando Alonso e Sebastian Vettel têm sido os melhores pilotos, mas agora estou contente por dizer que o Jenson juntou-se a eles", começou por escrever Moss no ESPNF1.com.


"Olhando para a dupla da McLaren, o mais excitante é sem dúvida Hamilton mas é o Jenson que calmamente faz o trabalho. Quando ele foi para a McLaren no Inverno, eu disse-lhe 'Meteste-te na boca do lobo', ao que ele respondeu calmamente 'Vai ser interessante'. E penso que é interessante porque o Hamilton mostrou imenso talento em recuperar pelo pelotão, mas o Button bateu-o em qualificação e marcou mais pontos. A diferença é que Button está a pensar correctamente", considerou o veterano britânico.

Embora tenha lamentado que Lewis Hamilton se tenha distanciado do seu pai, Anthony, e que a ausência de alguém que controle a sua carreira é prejudicial ("Penso que ele não se teria envolvido no incidente com a polícia na Austrália se o seu pai lá tivesse estado"), Stirling Moss considera importante a existência de uma boa relação na equipa McLaren, algo que terá ficado mais ténue na Ferrari, com a manobra de Fernando Alonso sobre Felipe Massa.

"Alonso fez uma manobra atrevida sobre o Felipe Massa para assegurar que era o primeiro nas boxes para ter pneus novos. Acima de tudo, aquilo mostrou o carácter de Alonso, o tipo de homem que é: ele é um piloto. E não digo que isso seja mau porque eu teria feito o mesmo se estivesse naquela situação. Mas, se eu estivesse no lugar de Massa, que enfrenta dúvidas em relação ao seu futuro com rumores de que pode ser substituído por Robert Kubica em 2011, eu estaria ansioso por mostrar à equipa aquilo que era feito. Se a Ferrari estiver a considerar Kubica, Massa tem de convencer os responsáveis de que estão a cometer um erro e se isso significar ser duro com Alonso então que assim seja", considerou Moss.

por João Severino às 08:46
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ACHO-TE GRAÇA, Ó VILAÇA!

> O 'Expresso' traz hoje em manchete que o BPP "rendeu" ao João Rendeiro €3 milhões no ano em que o banco faliu. E acrescenta que em 10 anos, o "pobre" do Rendeiro sacou €12 milhões.

E quem é que o deixou sacar?...
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por João Severino às 08:34
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OS SENHORES DAS FINANÇAS

- Bom dia, papá!... Ainda estás na cama?... Estás na sorna, não é?

- Olá, meu querido! Dormiste bem?

- Dormi! Olha, hoje como é sábado podíamos ir lá ao parque e jogávamos um bocado à bola...

- É longe, querido!

- Vamos de carro, não é longe! Não tens dinheiro para a gasolina, é papá?

- Não é isso, querido!... Aqueles senhores das Finanças levaram-nos o carro...
por João Severino às 08:20
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Sexta-feira, 23 de Abril de 2010

AS CINZAS VULCÂNICAS LEVAM COM A TROVOADA

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por João Severino às 17:15
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DESIGNER


> A minha filha Catarina tem um novo site onde podem apreciar a sua arte pelos caminhos do grafismo, video e fotografia. Se algum de vós precisar de um designer contactem-na, porque não ficarão mal vistos.
por João Severino às 17:01
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AOS LEITORES

CAROS AMIGOS

> Hoje, celebra-se o Dia Mundial do Livro. O livro que sempre foi o produto que mais respeitei ao longo da vida. Sempre tive um livro a meu lado e devo muito do meu conhecimento a tudo o que apreendi nas páginas de centenas de livros que tive o privilégio de ler.

Ontem, visitei a Livraria Bulhosa para assistir ao lançamento do Livro 'Tartan - As Velas da Liberdade', dos irmãos Nuno e Pedro Silveira Ramos. Vim de lá amachucado e triste. Os livros estavam zangados comigo e quase que não me falaram. Deram-me um raspanete enorme e lembraram-me que eu lia uma média de dois livros por semana e que nos últimos três anos tinha lido uma média de dois livros por ano.
A minha falta de leitura ficou a dever-se à entrega total que depositei desde Outubro de 2007 a este blogue. Com a gratidão de quantos me abraçaram, mas com a injustiça de quantos me têm prejudicado devido às posições que aqui tenho assumido.
Os políticos desiludiram-me, o sistema destruiu-me e os falsos amigos traíram-me.
Chegou o momento de regressar à leitura dos livros. Fazem parte de mim e ajudam-me a viver, num momento em que a vida está a retirar-me todas as forças que me concedeu.

Peço que me desculpem e que me compreendam, mas a partir de hoje o PPTAO será um blogue onde eu virei quando puder e quando a disposição permitir. Agradeço a todos quantos ao longo destes anos andaram por aqui com amizade.

Abração
e até sempre.
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por João Severino às 10:25
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Quinta-feira, 22 de Abril de 2010

A MONTANHA PARIU UM SÁ

> O Zé Sá Fernandes andou a dizer que o empresário Domingos Névoa era um corrupto e tal e tal e tal. A acusação do Sá foi para tribunal e os juízes absolveram o Névoa. Coclusão: não há corrupção ou a montanha pariu um Sá...
por João Severino às 20:02
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pptao

Um blogue onde deixarei simples observações sobre o que vai acontecendo à nossa volta neste mundo global. Também serve de contacto com imensas pessoas que gostaram de mim. O título do blogue? Porque sempre fui "pau para toda a obra". Obrigado por ter vindo. “Morrendo estou na vida, em morte vivo; / vejo sem olhos, e sem língua falo; / e juntamente passo glória e pena.”, Camões

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Jornalista com a Carteira Profissional nº 278. Já restam poucos do meu tempo. Como último cargo fui director e proprietário do diário 'Macau Hoje'. Pode ler o meu CV completo na primeira mensagem de Outubro de 2007.

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