Domingo, 22 de Maio de 2011
em primeira mão

> Às 20.05 horas da passada sexta-feira, o PPTAO informou que a vergonha estava à porta da RTP. Eram os "queferôs" contratados pelo PS para constituirem a claque. Hoje, o 'Correio da Manhã' confirma na primeira página a nossa notícia.
Vergonha no pobre fá-lo mais pobre
PAU COMMENTS
De Jorge Cabral a 22 de Maio de 2011 às 14:53
É profundamente lastimável termos chegado tão baixo.
É infinitamente lamentável que o PS não saiba pôr na ordem este político marginal.
Votar neste fulano é descer mais baixo que o impensável.
Sócrates, não tem nada que o credibilize como governante. É pessoalmente incapaz, irresponsável, tecnicamente incompetente e ignorante. E pior de tudo, possui um ilimitado descuidado na exibição de uma prosápia que só se fundamenta na imensa falta de carácter e de vergonha.
Ao vir anunciar as boas notícias da descida do déficit público (comparativo), que não se deve quanto devia à descida da despesa primária, nem sequer lhe ocorre fazê-lo com o respeito e o agradecimento a todos aqueles que com sacrifícios por vezes gritantes, são o únicos a quem se deve tal facto. Ou seja, a vitória dele é o sacrifício dos seus concidadãos, o esforço das famílias, talvez até o desaparecimento de bens elementares de muitas bocas de crianças. Coisa que, a ele e à camarilha insuportável que o suporta, jamais ocorrerá.
Lamento ter de aguentar tais "cagalhões com pernas", como meus concidadãos.
De Jorge Cabral a 22 de Maio de 2011 às 14:53
É profundamente lastimável termos chegado tão baixo.
É infinitamente lamentável que o PS não saiba pôr na ordem este político marginal.
Votar neste fulano é descer mais baixo que o impensável.
Sócrates, não tem nada que o credibilize como governante. É pessoalmente incapaz, irresponsável, tecnicamente incompetente e ignorante. E pior de tudo, possui um ilimitado descuidado na exibição de uma prosápia que só se fundamenta na imensa falta de carácter e de vergonha.
Ao vir anunciar as boas notícias da descida do déficit público (comparativo), que não se deve quanto devia à descida da despesa primária, nem sequer lhe ocorre fazê-lo com o respeito e o agradecimento a todos aqueles que com sacrifícios por vezes gritantes, são o únicos a quem se deve tal facto. Ou seja, a vitória dele é o sacrifício dos seus concidadãos, o esforço das famílias, talvez até o desaparecimento de bens elementares de muitas bocas de crianças. Coisa que, a ele e à camarilha insuportável que o suporta, jamais ocorrerá.
Lamento ter de aguentar tais "cagalhões com pernas", como meus concidadãos.
De Milan Kem-Dera a 22 de Maio de 2011 às 20:34
Boa prosa. Malcheirosa, como todas as prosas sobre "cagalhões com pernas", mas boa prosa.
Gostei. Gostei e postei!
De Jorge Cabral a 23 de Maio de 2011 às 00:11
Lamento profundamente a utilização da expressão e não o fiz com prazer. Simplesmente não encontrei outra que mostrasse tão fielmente a noção que faço dessa gente.
Mas creiam que daria muito por nunca ter que a utilizar.
Desculpem-me pois todos os que me leram e por quem tenho todo o respeito mas o nojo, o profundo asco que tenho pelos que se apoderam do poder sem nenhum espírito de verdadeiro serviço público, os que só querem exibir-se e se servem do palco do governo para passear as suas vaidades, os que não sabem o que é o verdadeiro respeito humano pelos cidadãos que deveriam defender, jamais me merecerão nada melhor que isto.
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