Quinta-feira, 7 de Junho de 2012

Os de cá não prestam

 

> Clubes aprovam árbitros estrangeiros nas competições profissionais.

 

 

 

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por João Severino às 10:34
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Quarta-feira, 11 de Abril de 2012

BEM ME PARECIA...

 

> Já não é suposição, mas realidade. Logo no início do campeonato cheirou-me a esturro a atitude pressecutória dos árbitros contra o Sporting. Hoje pasmo, ao ler no DN que a PJ investiga corrupção num jogo do Sporting-Marítimo. Só num? E só a um árbitro? Depósito num banco da Madeira no valor de 2.000 euros na conta do árbitro assistente José Cardinal a poucos dias do Sporting-Marítimo para a Taça de Portugal e que está na origem de uma investigação da Unidade Nacional contra a Corrupção. E se um assistente recebe 2.000 será que o árbitro recebe 5.000? Haverá já novas tabelas? O que eu sei é que o Sporting perdeu aquele jogo com o Marítimo. E por que não esmiuçar os "casos" do tal Sporting-Marítimo? Pois é...

 

 

Crónica do jogo em MAIS FUTEBOL

28.08.2011

 

 


 

Sporting 2 Marítimo 3

 

Mais uma noite de pesadelo em Alvalade, desta vez a acabar em derrota com o Sporting a cair aos pés do Marítimo (2-3), consentindo três golos na segunda parte e revelando enormes fragilidades nos lances de bola parada. Os leões até chegaram ao intervalo em vantagem, mas com Rui Patrício a disfarçar as lacunas que ganharam novas proporções na etapa complementar.

Domingos Paciência repetiu exactamente o mesmo onze que venceu os dinamarqueses do Nordsjiland, com Yannick Djaló, Izmailov e Capel no apoio directo a Postiga. Pedro Martins, por seu lado, deixou Baba no banco para apostar num ataque mais versátil com Sami, Danilo Dias e Heldon a oferecem uma frente de ataque alargada, talhada para o contra-ataque.

Os leões assumiram desde logo o comando do jogo, mas também foi cedo que encontraram dificuldades para encontrar espaços diante de um Marítimo bem distribuído no terreno, a fechar todos os caminhos para a baliza de Peçanha. Apesar de um arranque pouco seguro na Liga, com dois empates, o Sporting contou com um apoio intenso nas bancadas, com os adeptos a puxar pela equipa, mesmo nos momentos mais difíceis. A equipa de Domingos tinha o domínio do jogo, mas sentia muitas dificuldades para encontrar espaços para visar a baliza de Peçanha.

O Marítimo, por seu lado, começou desconfiado, retraído, a jogar pelo seguro, mas depois das primeiras investidas dos leões, arriscou um pouco mai, e foi o primeiro a cheirar o golo, numa bomba de Olberdam que levou Patrício a voar para uma espectacular defesa, sacando a bola do angulo para desespero do número 13 do Marítimo. Seguiu-se uma série de pontapés de canto a revelar todas as fragilidades defensivas dos leões, valendo um super-Patrício que foi mantendo as suas redes invioladas.

Pelo meio, o caso do jogo. Na sequência de um livre de Schaars, Peçanha defendeu para a frente e Evaldo apareceu a encostar. As bancadas festejaram o golo, mas Pedro Proença detectou um fora-de-jogo e anulou o lance. Postiga está de facto em posição irregular, mas Evaldo parece estar em linha. Os leões voltaram à carga e acabaram por chegar ao golo com um pontapé rasteiro de Izmailov à entrada da área. Alvalade abrandou os assobios a Pedro Proença, mas o Marítimo voltou a estar muito perto do golo, antes do intervalo, mais uma vez num lance de bola parada, com Roberto Souza a colocar a bola junto ao segundo poste onde surgiu Olberdam a cabecear para mais uma grande defesa de Patrício.

O Sporting chegava ao intervalo com uma vantagem muito ténue, acima de tudo pelas muitas fragilidades que demonstrou nos lances de bola parada. Aliás, não foi preciso esperar muito para que essas lacunas resultassem no empate. No primeiro lance de bola parada da segunda parte, o Marítimo empatou, na sequência de um canto, com Rafael Miranda, de cabeça, a colocar a bola por cima de Patrício. Os leões perderam o norte e, quatro minutos volvidos, novo golo, com a defesa aos papéis e Sami a encontrar uma abertura para atirar a contar. Alvalade gelou e Domingos reagiu com as entradas de Jeffrén e Bojinov para os lugares de Yannick e Capel. Alterações que demoraram a produzir efeito, uma vez que o Marítimo voltou a ameaçar com um terceiro golo.

O Sporting acabou por voltar à carga e Domingos alimentou o ataque, trocando o perdulário Postiga pelo holandês Wolfswinkel, mas pela frente voltou a deparara-se com um Marítimo impecavelmente arrumadinho em campo, a anular todas as investidas dos leões. Por ironia, foi de bola parada que o Sporting chegou ao empate, com Jeffrén, na marcação de um livre, a ser feliz com um desvio na barreira. Um golo com custos elevados, uma vez que o espanhol lesionou-se e Sporting ficou reduzido a dez.

Ainda havia mais de quinze minutos de jogo e mais lances de bola parada. Já em tempo de descontos, no oitavo pontapé de canto, o Marítimo chegou à vitória com uma cabeçada de Baba. Inacreditável...

 

 

 

 

por João Severino às 10:21
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Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009

Os árbitros no futebol

Criticar os árbitros de futebol aconteceu sempre desde que existe futebol. Lembro-me quando era miúdo de um árbitro - Inocêncio Calabote, de Évora - que foi irradiado por escandalosamente ter ajudado, penso que o Benfica. As arbitragens fazem parte do espectáculo global. Os árbitros são tão humanos quanto os jogadores que insultam, agridem e violam as leis constantemente. Os árbitros erram porque as vicissitudes do jogo assim obrigam. Contudo, errar é uma coisa e ignorar o que observam é outra completamente diferente.
Neste fim-de-semana futebolístico, assistimos a arbitragens escandalosas. Não há o direito de certos juízes procederam de uma forma vergonhosa e acintosamente a favor de certa equipa em detrimento da outra. Vimos todos que no encontro Benfica-Braga, ficaram por marcar dois penaltis contra o Benfica, que o golo de David Luís é irregular e que a diferença de critérios foi gritante. No jogo entre o FC Porto e o Trofense a atitude do árbitro ultrapassou o limite do favorecimento. O árbitro quando viu que o FC Porto não marcava qualquer golo expulsou um jogador do Trofense. Terminado o tempo regulamentar e quando seria justo um prolongamento extra de 3 minutos, o árbitro mandou jogar 5 minutos e, mesmo assim, prolongou o encontro até aos 7 minutos e 35 segundos. Assim, é natural que os prejudicados tenham direito à indignação. E acrescente-se que, a maior indignação concerne ao particular de nunca assistirmos ao reconhecimento do erro por parte de qualquer árbitro. Aqui é que se situa o maior problema de quantos gostam de futebol. Os árbitros que não reconhecem os seus erros, não prestam. E como tal, devem ser retirados deste desiderato.

Comentário oportuno de G. Borgia:

Andei muito tempo ligado ao futebol e inclusivamente à arbitragem. Hoje tenho vergonha de recordar acontecimentos, ideias, truques, manhas, protecções, compadrios, ódios, invejas e mediocridades que ainda imperam no futebol.
A única coisa que ainda gosto é do jogo em si, mas de outros campeonatos, porque o nosso, dominado por figurões que deviam prestar contas na Justiça, continua a disputar-se como se nada se passasse...
E é assim, que nunca mais pus um pé num campo de futebol.
por João Severino às 12:34
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Um blogue onde deixarei simples observações sobre o que vai acontecendo à nossa volta neste mundo global. Também serve de contacto com imensas pessoas que gostaram de mim. O título do blogue? Porque sempre fui "pau para toda a obra". Obrigado por ter vindo. “Morrendo estou na vida, em morte vivo; / vejo sem olhos, e sem língua falo; / e juntamente passo glória e pena.”, Camões

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Jornalista com a Carteira Profissional nº 278. Já restam poucos do meu tempo. Como último cargo fui director e proprietário do diário 'Macau Hoje'. Pode ler o meu CV completo na primeira mensagem de Outubro de 2007.

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