Quinta-feira, 10 de Maio de 2012
SANTANDER DÁ LIÇÃO DE SERIEDADE
Segunda-feira, 7 de Maio de 2012
EU TENHO
Quarta-feira, 18 de Abril de 2012
JÁ SE COMPREENDEM OS SUICÍDIOS
> "Revolta social, já! Desobediência nacional, já! Morte aos chulos, já!", ouvi esta manhã um indivíduo a gritar da janela para a rua. Perguntei ao dono do talho situado na mesma urbe o que se passava. Foi-me explicado que o fulano em causa grita todos os dias desde que o seu irmão se suicidou. E suicidou-se porque os bancos são uma vergonha, uns exploradores, a ruína dos povos.
O seu irmão ficou desempregado sem direito a qualquer subsídio. Os dois irmãos têm uma outra casa em Alhandra que tentavam vender há seis meses. As finanças do irmão degradaram-se, começou a consumir apenas uma refeição por dia, a viver de pequenos donativos de amigos e quando foi ao banco, ao mesmo banco que tem administradores a ganharem por mês mais de 20 mil euros, o mesmo banco que tem usufruido de milhões de euros de benesse governamental, esse mesmo banco rejeitou um empréstimo de 5 mil euros ao seu cliente de 40 anos, aliás, exigiu documentação absurda e um fiador. O fulano não conseguiu arranjar quem assumisse a fiança. Conclusão: suicidou-se. Abaixo os bancos filhos da puta e exploradores do povo!!!
Sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2012
O INSULTO TEM MAIS DE TRÊS ANOS
>Eu não tenho paciência de procurar. Quem tenha que o faça. Mas o que vos posso garantir é que há mais de três anos escrevi aqui no PPTAO que os bancos portugueses andavam por maus caminhos e que estavam falidos. Recebi logo insultos. Não respondi. Disse para comigo que a verdade é como o azeite, um dia virá ao de cima. Ora. aí está:
Três maiores bancos portugueses perderam 1099 milhões.
Sábado, 17 de Dezembro de 2011
BANCOCRACIA
"Benvindos a uma nova era de polarização em que a oligarquia financeira substitui o governo democrático e reduz as populações a peões endividados"
Com esta epígrafe se inicia um artigo notável dum perito americano, Michael Hudson, mh@michael-hudson.com, professor economista, autor de livros como: "Superimperialismo: a estratégia económica do Império americano" e "Sem esperança: Barack Obama e a Política da Ilusão". Este artigo, publicado em alemão no Frankfurter Allgemeine Zeitung de 3.12, com o título: "A Guerra dos Bancos contra o Povo", não é fácil de ler, mas merece um esforço especial de compreensão. Traduzo abaixo apenas a parte inicial.
A Transição Mortal da Europa da Democracia Social para a Oligarquia
"A forma mais fácil de compreender a crise financeira da Europa é observar as soluções propostas para a resolver. Elas são o sonho dum banqueiro, um saco ladrão de cedências que poucos eleitores estariam prontos a aprovar num referendo democrático. Os estrategas banqueiros aprenderam a não arriscarem submeter os seus planos ao voto democrático depois que os islandeses se recusaram por duas vezes em 2010-11 a aprovar a capitulação do seu governo ao pagamento à Grã-Bretanha e à Holanda das perdas incorridas pelos bancos islandeses que operavam fora. Não tendo tido um referendo semelhante, as demonstrações populares na Grécia foram o único meio de os votantes registarem a sua oposição às vendas num valor de €50 biliões de bens públicos exigidas pelo Banco Central Europeu (BCE).
O problema é que a Grécia não tem liquidez para redimir as suas dívidas e pagar juros. O BCE exige que ela venda os seus bens públicos -- terra, sistemas de água e esgotos, portos, e outros bens do domínio público, e ainda que corte nas pensões e noutros pagamentos à sua população. Os 99% da base ficaram compreensivelmente furiosos ao serem informados que a camada mais rica da população é largamente responsável pela queda no orçamento ao exportarem uns supostos €45 biliões somente para os bancos suíços. A ideia dos normais assalariados serem obrigados a perderem nas suas pensões e a pagarem na vez dos evasores de impostos -- isto é, pela geral isenção de impostos da riqueza desde o regime dos coroneis -- torna furiosa a maior parte das pessoas. Pois o dizerem o BCE, a UE e a "tróica" do FMI que o que quer que os ricos levem, roubem, ou fujam aos impostos, deve ser pago pela população em geral, não é uma posição politicamente neutra. Pois recai duramente sobre o lado da riqueza que foi tirada deslealmente. (...) (...) (...)
Na verdade, os nossos governantes saberão realmente o que fazem? Não serão agentes dos bancos para exploração da população e seu empobrecimento? Democracia, onde está, se alguma vez esteve? Não vivemos na Bancocracia, essa oligarquia bancária, altamente prejudicial para o Povo iludido e inocente, e ludibriado?
Ronald Reagan dizia que quem devia ser subsidiado pelo Estado eram os capitalistas, pois estes é que sabiam criar riqueza. Os outros, os simples empregados, a mão-de-obra, esses deveriam contentar-se com as migalhas que caíssem da mesa do banquete. Eis a teoria da bancocracia... Fartai-vos, vilanagem!
Terça-feira, 13 de Dezembro de 2011
PONHAM LÁ MAIS DINHEIRO
Sexta-feira, 4 de Novembro de 2011
A SURPRESA TOTAL
MAIORES BANCOS DO MUNDO EM RISCO DE FALÊNCIA
> Se um amigo me perguntasse onde devia depositar o seu dinheiro respondia-lhe que o fizesse no Bank of America, Bank of China, Santander, BNP Paribas, Deutsche Bank e Lloyds. Enganava-me redondamente. Para grande surpresa vossa com certeza, tal como eu fiquei de boca aberta, os grandes bancos mundias correm risco sistémico. Ora veja: Reguladores identificam lista de 29 bancos com risco “sistémico”.
Quinta-feira, 3 de Novembro de 2011
BANCA NACIONALIZADA
> Os bancos portugueses brincaram com o fogo e tramaram-se. Ainda me lembro de um episódio que me chocou sobremaneira. Numa determinada semana constatei que um dos bancos portugueses tinha emprestado cerca de 300 milhões de euros a um pateta aldrabão que tem andado por aí oportunisticamente a enganar quase toda a gente e que na mesma altura, o mesmo banco, negou um empréstimo de 2 mil euros a um jovem que pretendia adquirir um motociclo para iniciar um trabalho de estafeta de uma empresa que o contrataria. A minuta do contratto entre a empresa e o jovem foi mostrada aos responsáveis bancários. Vem isto a propósito para vos dizer que é indispensável que leiam ISTO.
Segunda-feira, 5 de Setembro de 2011
os bancos mereciam o nosso desprezo
> Recentemente, participei num encontro onde se encontravam vários homens de negócios, entre eles, um ilustre CEO de uma grande cadeia de hotéis. Quando se falou da banca, o ilustre CEO, para surpresa minha, salientou que não trabalha com bancos por ser algo de destruidor de uma sociedade progressista. Referiu ainda que, quem quiser regredir nos negócios que trabalhe com os bancos. Acreditem, que tive inveja de não poder fazer o mesmo que o ilustre CEO. Os bancos não merecem nada de bom da nossa parte. Bancos nunca emprestaram tão pouco às famílias.
Segunda-feira, 8 de Agosto de 2011
dêem mais dinheiro aos bancos
faxavôr (12)
> Se os bancos já dão comissões de 7% para despacharem as casas, por que não as alugam a preços baixos?
Terça-feira, 2 de Agosto de 2011
aqui d'el rei
> O BPN estava prestes a fechar as portas. Todos, repito, todos os seus trabalhadores iam para o desemprego e depois ia toda a gente receber ao Totta. O governo arranjou um comprador e ai, aqui d'el rei!!! que há falta de transparência e que a venda foi um cambalacho. Cambalachos, não é? isso, aconteceu nos últimos 10 anos, mas a sério... querem conversar sobre o Casino Lisboa?
Sexta-feira, 29 de Julho de 2011
caixa vilanagem
Quarta-feira, 13 de Julho de 2011
ainda mais
Sábado, 25 de Junho de 2011
o risco continua
Sexta-feira, 15 de Abril de 2011
banca encerra bal(c)ões
Terça-feira, 8 de Março de 2011
cuidado com este
Sábado, 16 de Outubro de 2010
E O BES NÃO TEM DINHEIRO
Quinta-feira, 7 de Outubro de 2010
DÃO???
Sábado, 2 de Outubro de 2010
SEMPRE O MEXILHÃO
Quinta-feira, 26 de Agosto de 2010
ESTRANHO
> O que teria acontecido de tão grave para que dois gestores de topo na banca, CGD e BCP, e da confiança total de José Sócrates, virem as costas ao processo? Hum...
Quarta-feira, 25 de Agosto de 2010
A BANCA NO SEU MELHOR
Terça-feira, 29 de Junho de 2010
SÓ AGORA?
Segunda-feira, 28 de Junho de 2010
ADEUS AO CRÉDITO
Terça-feira, 18 de Maio de 2010
COITADINHOS
Quinta-feira, 13 de Maio de 2010
A DESGRAÇA DO TGV
> O governo de Sócrates teve a arrogância de anunciar o início do projecto TGV. Na mesma data a banca portuguesa esteve quase na falência técnica. O semanário 'Sol' de amanhã diz-nos como está difícil para a banca portuguesa conseguir financiamento no estrangeiro para o crédito. Não havendo crédito como é que pode haver TGV? Uma desgraça... este governo.
Terça-feira, 4 de Maio de 2010
OS BANCOS QUE PAGUEM A CRISE
> A vergonha não tem limites. Os bancos passam a vida a queixarem-se da crise e depois ficamos chocados ao tomar conhecimento que o lucro se cifra em quatro milhões por dia, como pode ler:
Bancos privados lucram quatro milhões por dia.
Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2010
CRISE
> "E este é um ano de crise com os bancos a ganhar quatro milhões de euros por dia"
Bernardino Soares, líder parlamentar do PCP, na AR
Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010
JÁ DEVIAM TER IDO
> Ricardo Salgado, presidente do Banco Espírito Santo, considera que a tributação sobre bónus de administradores e gestores pode levar a que "gente muito valiosa" abandone Portugal para trabalhar noutro país.
Pela merda que fizeram às finanças nacionais, pelo dinheiro que aconselharam ser transferido para offshores, pelos juros que cobraram nos créditos à habitação até já deviam ter ido de patins...
Terça-feira, 19 de Janeiro de 2010
COITADOS DOS BANCOS
> Os cinco maiores bancos portugueses somaram 2100 milhões de euros de lucro no ano de 2005, 2660 milhões em 2006 e 2900 milhões em 2007. No auge da crise financeira mundial, em 2008, estes mesmos bancos conseguiram lucrar 1730 milhões. E só nos primeiros nove meses de 2009, BES, BCP, BPI, CGD e Santander Totta lucraram 1448 milhões. Ao longo destes cinco anos estes cinco bancos ganharam
mais de seis milhões de euros por dia.
Em contrapartida, em 2005, a banca em Portugal pagou impostos sobre apenas 11,7% dos seus rendimentos. Em 2006 este valor subiu para 19,4%. Em 2007 desceu para 14,5%. Em 2008 voltou a descer para 12,8%. E, segundo a Associação Portuguesa de Bancos, no primeiro semestre de 2009 a banca pagou impostos sobre, apenas, 9,9% das receitas!
Como é isto possível? José Sócrates pode responder...
Terça-feira, 5 de Janeiro de 2010
ATÉ
> A cobrança de taxas nas caixas Multibanco e de taxas nos terminais de pagamento automáticos pelas instituições de crédito pode ser penalizada com coimas até 44,8 mil euros.
Até pode ser uma multa de cinco euros...
Sábado, 12 de Dezembro de 2009
DEIXEM-NOS TRABALHAR
> "Deixem-nos em paz. Deixem-nos trabalhar. Não nos massacrem todos sos dias com novos regulamentos e burocracias"Fernando Ulrich, banqueiroNão tens razão nenhuma, Fernando. (estou a tratá-lo por tu porque foi meu colega de carteira no colégio João de Deus, no Monte Estoril, mas mesmo assim nem me responde aos emails)
Não tens razão e fica-te mal em pretenderes inchar, inchar de riqueza até rebentares pelo umbigo. O teu banco e todos os bancos estão fartos de sacar o nosso dinheiro. Os vossos lucros são escandalosos. Os vossos créditos são desumanos e tu ainda vens protestar contra o primeiro-ministro José Sócrates por este, pela primeira vez, tomar uma medida que não vos agrada.
José Sócrates está certo ao tomar uma decisão contra o regresso de bónus chocantes e escandalosos de pura ganância na banca. Quem arriscou durante a crise foi o povo (clientes dos bancos) e não os gestores dos bancos. Os bancos só ficariam com o seu emblema bem decorado e honrado se acabassem com os gestores pára-quedistas dourados.
Sócrates quer cortar os bónus em 50%. Deveria cortar em 100%. O tempo das vacas gordas alimentadas à base do roubo devia acabar de uma vez por todas.
PS - Ainda no mês passado, o banco com quem tenho de operar, retirou-me 13 euros (para manutenção da conta) porque a conta tem menos de mil euros. Vergonhosa gestão que explora os que não têm dinheiro.
Terça-feira, 15 de Setembro de 2009
OS RICOS TAMBÉM SE ZANGAM
> Ricardo Salgado acusa Filipe Pinhal de hipocrisia, cinismo e cobardia, numa longa e surpreendente resposta a Filipe Pinhal que invoca uma conspiração que derrubou o banco que presidia. Salgado diz que Pinhal lançou calúnias e diz que o que se passou no BCP foi "uma lamentável comédia", com culpados. "As causas do que aconteceu ao BCP e a si próprio deve o Dr. Pinhal procurá-las na sua consciência e nas práticas de muitos com quem partilhou o pão, o trabalho e os prémios".
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Terça-feira, 25 de Agosto de 2009
BANCOS AO SERVIÇO DO GOVERNO
> O vice-presidente do PSD António Borges acusou hoje a Caixa Geral de Depósitos (CGD) e o Banco Comercial Português (BCP) de servirem de "instrumentos" da política que o Governo quer pôr em prática, financiando projectos que mais ninguém financia.
Considerando que a CGD tem "uma situação muito privilegiada" e que podia ter "um papel disciplinador do mercado", além de apoiar as pequenas e médias empresas, António Borges lamentou que o banco se tenha deixado instrumentalizar pelo Governo.
"O problema é quando a CGD, e hoje em dia não é só a CGD porque é também o BCP, se deixam instrumentalizar pelo Governo e passam a utilizar uma parte muito importante, desmesurada mesmo, dos seus recursos, para financiar projectos que mais ninguém financia", afirmou António Borges, durante uma 'aula' sobre economia na Universidade de Verão do PSD
Como exemplo, António Borges referiu as concessões de auto-estradas que "o Governo anda a lançar a torto e direito, por todo o lado, sem justificação".
"Se não for a CGD e o BCP a financiar, mais ninguém financia, praticamente, pelo menos um bom número delas", sublinhou.
Ou seja, acrescentou o vice-presidente social-democrata, estes dois bancos, "em que o Governo tem um controlo muito, muito grande e pesado, acabam por servir de instrumentos da política que o Governo quer pôr em prática, seja ela boa ou má".
"Isso está a desvirtuar completamente um papel que podia ser muito positivo e construtivo da CGD no mercado financeiro português", criticou António Borges, que há um ano defendeu a privatização daquele banco.
Antes de falar da CGD e do BCP, o vice-presidente do PSD abordou também o caso do BPN e do BPP, recordando os três anos, no início da década de 90, em que trabalhou na instituição.
"Na altura não era assim. O Banco de Portugal era uma estrutura muitíssimo independente, partidariamente muito independente, havia gente de todas as cores políticas, mas tinha uma seriedade, um profissionalismo, um rigor na maneira de trabalhar, que não tinha nada a ver com isto", afirmou.
Por isso, continuou, "é lamentável que tenha vindo a verificar-se este declínio na seriedade com que o Banco trabalha ao longo dos tempos".
Segunda-feira, 3 de Agosto de 2009
BANCOS FALSÁRIOS?
Multibanco Notas falsas
> Também tu, meu filho multibanco? Era só o que nos faltava. Vamos às ATM's e saem de lá notas falsas. A PJ já apanhou mais de 3.000.
Domingo, 12 de Julho de 2009
BANQUEIROS É QUE PAGAM
PCP Acusa banqueiros
> "Não tocam nos banqueiros porque eles é que pagam as campanhas eleitorais", disse, hoje em Peniche, o secretário-geral do PCP. Jerónimo de Sousa mostrou-se contundente contra os partidos que têm governado acusando-os de conluio com os proprietários dos bancos.
Sábado, 11 de Julho de 2009
1 EURO
> Encontrei 1 euro no bolso das calças. Vou já comprar um banco...
Sexta-feira, 8 de Maio de 2009
Obra para todo o pau (2)
João Rendeiro fez o que quis no BPP. Gastou à grande e chegou ao ponto vergonhoso de pagar as suas contas pessoais milionárias com dinheiro dos clientes do banco em offshores. Este fulaninho teve o desplante de andar por aí a desculpar-se armado em sério e ultimamente pretendeu colocar um homem como Carlos Tavares no caixote do lixo. A sede do BPP no Porto está neste momento ocupada por clientes que reivindicam a devolução do seu dinheiro, sem obterem qualquer resposta. Não se percebe por que razão Oliveira e Costa é o único banqueiro na prisão...
Segunda-feira, 6 de Abril de 2009
Bocas na rua (217)
- É pá, porque é que há partidos contra o segredo bancário?
- Para não lhes irem ao bolso...
Sábado, 7 de Março de 2009
Roubo na CGD: para este não há dinheiro
Um cliente da Caixa Geral de Depósitos viu a sua conta roubada em 12 mil euros, via Internet.
A Caixa só lhe pagou metade.
Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009
Uma VARAda de tachos
Mão amiga fez-me chegar um e-mail a informar os 'tachos' que tem o amigo de José Sócrates, de seu nome Armando Vara. Eu não acredito que seja vice-presidente do Conselho de Administração da Fundação Millennium bcp, presidente do Conselho de Administração do Banco de Investimento Imobiliário, SA, vice-presidente do Conselho de Administração do Banco Millennium bcp Investimento, SA, gerente da BCP Internacional II - Sociedade Unipessoal SGPS Lda, gerente da BII Internacional SGPS Lda, gerente da VSC - Aluguer de Viaturas sem Condutor Lda, vice-presidente do Conselho de Administração do Millennium bcp - Prestação de Serviços ACE, e, como se isto fosse pouco, ainda tem de dar uns saltinhos a Moçambique onde é vice-presidente do Conselho de Administração do BIM - Banco Internacional de Moçambique, SA.
Se considerarmos que só no Millennium, Armando Vara cuida da rede corporate, da rede empresas, do factoring e leasing, do marketing de empresas, do aprovisionamento, património e segurança, da direcção de comunicação e do desinvestimento de activos, certamente nem vão querer saber quanto ganha o homem. O mais importante é saber que neste país consegue-se chegar a administrador do maior banco privado no mesmo ano em que se conclui uma licenciatura numa universidade que foi encerrada pelo actual Governo, sabe-se lá as verdadeiras razões...
Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2009
Ó pra mim, a fugir!
Sabem que eu podia ter ido a Coimbra dar um passeio, preencher lá um boletim do Euromilhões e ter a sorte de me sair o
jackpot. Mas depois o maior trabalhão era fugir,
fugir muito dos bancos...
Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009
BCPCRIME sempre teve razão
O blogue
BCPCRIME sempre esteve em cima do acontecimento e para quantos tiveram dúvidas das suas teorias, informação ou esclarecimentos, ora aí está na primeira página do
DN:
"Nove accionistas oerderam dois mil milhões com o BCP".
Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009
A basófia não compensa
Segundo o 'Expresso' de amanhã, a banca portuguesa salvou o empresário Joe Berardo da falência.
Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2009
Vakil mentiu ao Parlamento
É muito grave o que diz a Sociedade Lusa de Negócios, proprietária do BPN, ao esclarecer que a proposta de compra do Banco Efisa enviada a 1 de Outubro por Abdool Vakil foi rejeitada "por o seu preço ser considerado inaceitável". A SLN afirma que, contrariamente ao que Vakil referiu na Assembleia da República, a decisão foi comunicada ao interessado a 16 de Outubro.
Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2009
Louçã prova mentira de Sócrates
Francisco Louçã, o professor que mais sabe de Economia em Portugal, segundo outros catedráticos, provou hoje que o primeiro-ministro mentiu no Parlamento ao referir-se ao valor das taxas de juro cobradas pelo BPN.
O líder do Bloco de Esquerda demonstrou que o valor é muito superior ao que foi anunciado por José Sócrates e que o Governo já injectou no BPN mais de 1.300 milhões de euros.
Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009
Banca: as vergonhas continuam
Sexta-feira, 9 de Janeiro de 2009
Chocante (4)
Um familiar meu é cliente de um dos principais bancos portugueses há 16 anos. Solicitou um crédito de 2000 (dois mil) euros. Responderam-lhe que teria de apresentar garantias e fiador.
Há momentos, ouvi na SIC-Notícias uma reportagem que focava a má (?) situação financeira em que estará (?) Joe Berardo. Ouvido o empresário sobre a sua situação de dívidas avultadas para com vários bancos, o ocupante do museu do CCB, respondeu: "a mim foram-me concedidos empréstimos sem garantias, ai!, não sei se cometi alguma inconfidência contra o sigilo bancário!".
Deplorável, vergonhoso e chocante.
Segunda-feira, 29 de Dezembro de 2008
Dizem-me que este é o futuro do BPP...
Terça-feira, 23 de Dezembro de 2008
Ulrich sem papas na língua

Há pormenores bastante ricos e esclarecedores acerca dos problemas presentes com que se defronta a banca nacional
nesta entrevista de Fernando Ulrich ao Público. Nela, o banqueiro chama a atenção para as lógicas amadoras e por isso mesmo infelizes do discurso bluffiano governamental do 'obrigar' os bancos a financiar as PME, enunciado ridículo, simplista e demagógico porque desfasado da realidade. Nela, o banqueiro demonstra como é irresponsável a insistência arriscada em obras públicas para as quais é muito remoto, para não dizer inteiramente impossível, garantir financiamento. Agradável e claríssima, na entrevista ficamos a compreender cristalinamente melhor um conjunto de mecanismos recentes aos quais a banca está vinculada e qual é a raiz das dificuldades em operacionalizar financiamentos indiferenciados de uma forma tão fácil e rápida como sucedia anteriormente. Mas o mais revelador e chocante, no que à acção e ao papel do governo dentro da CGD diz respeito, é isto:
«Público: Como é que vê o facto de a CGD ter realizado em menos de um ano três aumentos de capital directos e um indirecto, no valor de dois mil milhões de euros, sem que o Governo tenha justificado a decisão, apenas dizendo que é para repor os rácios?
lkj
Fernando Ulrich: Tenho dito, por diversas vezes, que a relação da CGD com o seu accionista deve ser um exemplo de rigor e de transparência e não tem sido. Não se percebe que a CGD no espaço de um ano faça três aumentos de capital e uma operação de venda de activo que equivale, do ponto de vista económico, a um aumento de capital. A CGD não pode ser o saco azul do partido que está no Governo ou não pode deixar que se fique com essa ideia. A CGD serve para financiar a economia? Ou é para cobrir os prejuízos que tem no financiamento de acções cujo sentido não se entende? Ou é para cobrir prejuízos de posições accionistas em empresas de sentido duvidoso? Para que as dúvidas não assolem permanentemente os contribuintes, deveria haver uma estrutura de controlo da CGD, ou no quadro do Parlamento, como agora está na moda, ou por via de uma comissão superior. A par de muita coisa bem feita, a CGD tem um conjunto de operações de que se desconhece qual o interesse público que visam satisfazer.»
Joshua, in Palavrossavrvs Rex (nossos links)
Segunda-feira, 22 de Dezembro de 2008
A banca de Sócrates
O primeiro-ministro José Sócrates bem pode ameaçar os bancos, tentar obrigá-los a conceder créditos e a colocar a economia a mexer que pouco ou nada lhe vale. Pode dar aval aos milhões que quiser, mas os bancos não têm dinheiro para emprestar. Sendo assim, tudo está em risco de ir para o fundo.
Vou dar-vos um exemplo simples, muito simples para que compreendam como os bancos estão falidos.
Um casal (ela portuguesa e ele canadiano) que tem uma posição profissional de grande relevo no Canadá veio passar férias a Portugal há seis meses. Gostou muito. Junto à costa namorou uma casa que estava à venda. Mostrou junto da imobiliária o seu interesse em adquirir o imóvel. Iniciaram o processo com a Caixa Geral de Depósitos para a obtenção de um empréstimo de 120 mil euros. A burocracia tem sido um enfadonho. O casal regressou ao Canadá e já tinha mais três casais amigos interessados em adquirirem residências no nosso país. Foram pedidos para o Canadá todos os documentos comprovativos da boa situação económica do casal. O banco esvasiava-se em mil desculpas para a demora de uma resposta. O banco mandou um técnico avaliar a casa. A casa foi avaliada em 155 mil euros. O banco resolveu comparar em termos de risco ao crédito o Canadá com qualquer país africano em guerra e decidiu apenas emprestar 105 mil euros. Acham que alguém tem interesse em investir assim em Portugal?
O BPN era um polvo
O BPN não pára de surpreender. Os seus gestores tinham os tentáculos bem estendidos. Dizem que a procissão, leia-se investigação, ainda vai no adro. Hoje, o
DN informa que a antiga administração dos CTT, aquela das comissões do prédio de Coimbra, foi adquirir a frota automóvel a uma empresa do grupo contra o parecer técnico solicitado. Só ainda está preso Oliveira e Costa...
Sábado, 20 de Dezembro de 2008
A ajudar a Isabelinha
Não se riam (69)
"Não me sinto culpado pela situação no BPP"
João Rendeiro, ex-presidente do BPP
Sexta-feira, 19 de Dezembro de 2008
Ó Abreu dá cá o meu
O Banco Privado Português entrou em crise e muito boa gente enveredou logo pela crítica aos 'malandros' dos gestores que só souberam 'abotoar-se' com milhões. No entanto, o BPP andou por aí a distribuir dinheiro a muito boa gente. Gentinha que se limitou a escrever, ou a pedir que alguém lhe escrevesse, um artigo para publicidade ao BPP.
O BPP pagou a pessoas, tais como: José Pacheco Pereira, Vasco Rocha Vieira, Maria João Avillez, João Cutileiro, Proença de Carvalho, Julião Sarmento, Pedro Abrunhosa, Nuno Silva, Miguel Esteves Cardoso, Manuel Alegre (devolveu o dinheiro), Clara Ferreira Alves, Mia Couto, José Eduardo Agualusa, Agustina Bessa-Luís, Pedrito de Portugal, Ana Salazar e Maria de Lurdes Modesto... pois!
Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2008
Bocas na rua (161)
- Ó Alfredo?! Então, a Caixa Geral de Depósitos já estava a ir à falência?
- Tás doido, ou quê?
- É pá, o governo injectou-lhe mil milhões de euros...
Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008
Não percebo...
Porque é que só agora Vítor Constâncio deduziu acusações contra os gestores do BCP-Millennium...
As últimas estão
aqui
Terça-feira, 9 de Dezembro de 2008
A bondade dos banqueiros
Uma tarde um famoso banqueiro ia na sua "limousine" quando viu dois homens na berma da estrada comendo relva. Ordenou ao seu motorista que parasse e depois de abrir o vidro perguntou a um deles:
- Porque estão a comer relva?
- Não temos dinheiro para comida, disse o pobre homem - Por isso temos que comer relva.
- Bem, então venham a minha casa e eu vos darei comer, respondeu o banqueiro.
- Obrigado, mas tenho a minha mulher e dois filhos comigo. Estão ali, debaixo daquela árvore.
- Que venham também!
Voltando-se para o outro homem disse-lhe:
- Você também pode vir.
O homem, com uma voz muito sumida disse:
- Mas, senhor, eu também tenho esposa e seis filhos comigo!
- Pois que venham também!
Entraram todos no enorme e luxuoso carro. Uma vez a caminho, um dos homens olhou o banqueiro e disse:
- O senhor é muito bom. Obrigado por nos levar a todos!
O banqueiro respondeu:
- Meu caro, não tenha vergonha, fico muito feliz por fazê-lo ! Vão ficar encantados com a minha casa..... Só a relva tem mais de 20 centímetros de altura !...
Sexta-feira, 5 de Dezembro de 2008
A fama já vem de longe...
Sexta-feira, 21 de Novembro de 2008
Bancos com água no bico
"Só é enganado quem quer", dizia o meu avô, que por acaso tinha orgulho em ser monárquico. Esta carapuça serve para todos quantos não estão a gostar do discurso emitido pelos bancos portugueses. Os bancos estão a correr ao
aval do Estado na ordem de milhões de euros e de seguida vêm dizer que não há qualquer perigo de insolvência... hum!