> Madeira: 8 mil milhões. BPN: 8 mil milhões. E agora são as empresas públicas: Riscos orçamentais das empresas públicas podem chegar a oito mil milhões.
> A cadeia de supermercados 'Pingo Doce' está mesmo a pedir um boicote a sério por parte dos portugueses. Depois de virar as costas a Portugal e optar pela Holanda, quer agora acabar com o pagamento com cartões de crédito. Uma liçãozinha do que é o poder do povinho não lhe fazia nada mal. Ficaria a saber o que é um pingo amargo...
> Já li três vezes esta notícia e ainda não acredito. Que os portugueses em apenas sete dias levantaram pelo Multibanco mais de 500 milhões de euros e gastaram no mesmo período mais de 600 milhões. Será possível?
Levantamentos e gastos em Multibanco ultrapassaram mil milhões na última semana de Dezembro.
"Há batota na economia"
Pedro Passos Coelho, ontem, na SIC N
EXCLUSIVO
> Quando ontem à noite o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho confirmou perante os portugueses de que existe "batota na economia" muitos foram os que se interrogaram onde é que o primeiro-ministro queria chegar. Obviamente, que existem várias razões para uma afirmação deste tipo. Mas, durante a entrevista, ao meu lado, estava um amigo que me esclareceu de algo que se pode enquadrar na batota e que se está a passar há algum tempo. Um comportamento execrável de agentes "importantes e mediáticos" da economia portuguesa e que estão a praticar a desonestidade total.
Acontece que determinados grupos económicos de grande renome no meio financeiro português e internacional estão a praticar medidas que usurpam e deturpam todas as regras estipuladas na subsidiação estatal.
O nosso dinheiro que tem servido para financiar as empresas que angariam novos postos de trabalho está a ser alvo do enriquecimento ilícito de certos grupos. Há grupos económicos com várias empresas, em muitos casos todas elas a laborar no mesmo sector de actividade. Onde está a fraude? Centenas de trabalhadores têm sido despedidos por mútuo acordo com a entidade patronal tendo conhecimento cabal das regras do jogo fraudulento por parte da entidade patronal. Esta, assegura ao trabalhador que após o despedimento de uma empresa do grupo será contratado de imediato para outra empresa do mesmo grupo e para exercer a mesma função, incluindo a manutenção dos direitos adquiridos na empresa de onde foi "despedido".
Ora, é aqui que se verifica a fraude em grande escala. Como sabem, todas as empresas que proporcionarem novos postos de trabalho terão direito a um subsídio estatal. E assim, dezenas de empresas têm estado a enganar o Estado, apresentando a contratação de novos empregos que não passa da contratação dos mesmos trabalhadores que já tinham. É importante que o Ministério da Economia e o Instituto do Emprego investigue esta fraude que já atingiu proporções escandalosas no que respeita aos quantitativos onerados pelo Estado com o dinheiro que pertence a todos nós.
A desonestidade total é praticada por aqueles que estão sempre a pensar como ludibriar e empobrecer o todo nacional, em vez de contribuirem para o enriquecimento global da sociedade. Impõe-se a prisão destes chicos-espertos.
> Essa famigerada "troika" que defeniu o nosso futuro para os próximos tempos já passou das marcas. Ontem, deixou claro que os salários da economia provadas também tinham de ser reduzidos bem como outra quantidade de propostas que levarão Portugal a ficar pior que a Grécia. Com as medidas que a "troika" pretende nem daqui a 10 anos a economia portuguesa poderá permitir aos portugueses uma vida melhor. É o descalabro total. Abaixo com as pretenções da "troika"!
> Uns dicutem que mais meia hora de trabalho é ilegal. Outros que nem pensar nas 48 horas semanais. Ainda os mais radicais que sem aumentos de salários não há mais trabalho. Até que vemos uma propostas decente e construtiva perfeitamente ao alcance de ser aprovada por quantos tenham consciência da situação grave em que nos encontramos: CCP defende corte de dez dias por ano nas férias e feriados.
> Bancários podem escapar ao corte de subsídios.
Àparte:
- A sua casa vale, mas eu posso arranjar maneira de ser avaliada quase pelo dobro...
- E aqui no banco ninguém topa?
- Não! Os meus colegas destes assuntos fazem o mesmo que eu.
- Então, vendo pelo preço que você definir!
- OK, pronto, esteja descansado e depois de vendida você entrega-me a minha parte...
- Sem problemas, sou um homem de palavra!
> Nenhum governante fala em:
1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três ex-Presidentes da República.
2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode.
3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego.
4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.
5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem ser auditados?
6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821.
7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.
8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades.
9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;.
10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...
11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.
12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc.
13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis.
14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA.
15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de
PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder.
16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar.
17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e> entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.
18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP.
19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.
20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.
21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.
22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).
23. Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado.
24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controlo seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem".
25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;
26. Controlar rigorosamente toda a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise".
27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida.
28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.
29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.
30. Pôr os Bancos a pagar impostos.
> De acordo com o 'Correio da Manhã', a sardinhada que custou 33.250 euros está entre as despesas efectuadas pela ANA e que constam no Portal de Compras Públicas do Governo. O mesmo jornal adianta ainda que esta empresa ofereceu aos funcionários no Natal de 2010 cabazes no valor de 136.500 euros. E que no ano anterior, em 2009, tinha gasto 83 mil euros num jantar de Natal. E assim, se esbanjavam os dinheiros nossos...
> O suplemento de economia do 'Sol' anuncia hoje que os subsídios de férias e de Natal em 2012 já não serão pagos aos portugueses. Sempre os pobres a pagar a factura. Para milhares de cidadãos estes dois subsídios apenas têm servido para pôr as contas em dia...
> Onde estão? Onde estão os gestores que ao longo dos anos participaram num dos maiores desmandos jamais realizado em Portugal? Nas empresas públicas, das duas uma, ou se era competente e ao gerir-se uma empresa logo que se confirmava que o prejuízo era maior que a receita e pedia-se a demissão, ou pactuava-se incompetentemente com o acumular de débitos. É escandaloso e vergonhoso quando se deixou conscientemente chegar o país a um descalabro tão volumoso e desta forma as empresas públicas à insolvência. A saber a dívida escandalosa:
CP - 3,32 mil milhões de euros
Grupo Águas de Portugal - 2,93 mil milhões
Refer - 2,40 mil milhões
Metro do Porto - 2,34 mil milhões
Estradas de Portugal - 2,00 mil milhões
Metro de Lisboa - 2,00 mil milhões
Carris - 672 milhões
Parque Escolar - 665 milhões
Estes números chocam, ai chocam e muito. Deixam qualquer cidadão do mundo a pensar como foi possível um crime de lesa-pátria destes. Há que responsabilizar seriamente os gestores que foram uns privilegiados, que receberam salários inconcebíveis e outras mordomias durante anos. Há que procurar saber o património adquirido por esses administradores e tudo o que não estiver num patamar condizente com o numerário recebido, pois, que o Ministério Público tenha uma palavra a dizer. É fácil falar em dívida, é fácil falar em dificuldades, é fácil falar em sacrifícios, é fácil dizer que em 2012 é que isto vai melhorar [como o PR que mais valia estar calado], é fácil falar que a bancarrota é uma possibilidade, é fácil falar que estamos em crise, mas não é fácil, pelos vistos, anunciar que os gestores da morte das empresas públicas vão ser responsabilizados.
> Enquanto se endividou por tudo e por nada: casa, carro, mobiliário, electrodomésticos e viagens, o portuguesinho não pensou que a dívida tinha de ser paga. Era a consequência da política a nível nacional - fartar vilanagem - sem a preocupação de que o país não comportava gastos tão astronómicos. Chegou a factura e concluiu-se que a um passo estava a bancarrota. Iniciaram-se os sacrifícios, foram-se os anéis e estão a ir os dedos. Contudo, o pior ainda está para chegar. O ministro das Finanças lá vai lembrando o pessoal: "Maiores dificuldades ainda vêm aí", avisa Vítor Gaspar.
> Governo estuda fim das direcções regionais de Economia.
Modelo de fusão de outras entidades, como a AICEP (a do Basílio todo-poderoso) e o IAPMEI, está em aberto. Poupança pode chegar a muitos milhões de euros.
> Em alguns países, nomeadamente, EUA, Canadá, Austrália e França, os multimilionários vieram a público manifestar a sua disponibilidade para o pagamento de um imposto especial, a fim de ajudarem a economia dos seus países. Uma proposta que deveria passar a letra de lei em todo o planeta. Todavia, há um país onde tudo se processa precisamente ao contrário. Os comendadores privilegiados, benemériros altruístas e ricos oportunistas de Portugal já "contribuiram" para o relançamento da economia: transferiram os seus dinheiros para o estrangeiro. E até foram mais longe, sediaram os seus grupos económicos em países de conveniência fiscal, entre eles, a Holanda.
Hoje, ouvi no rádio que o Governo português está com a ideia de decretar um imposto extraordinários para os mais abastados. Debalde, certamente. Os ricos portugueses irão alegar que estão descapitalizados. E provam-no. Quando mostrarem o seu extracto bancário verificar-se-á que realmente nada existe por cá...
> O Álvaro muda de velocidade. O Álvaro era contra o TGV. O Álvaro passou a considerar uma decisão sobre o TGV para Setembro. O Álvaro disse que houve um mal-entendido. O Álvaro quer uma bitola para mercadorias. O Álvaro deve mandar construir um TGV onde a malta pode levar os caixotes, os contentores e os carros. Um TGV que demore de Lisboa a Elvas aí umas seis horas... Boa!
> Em 2005 foram-nos prometidos mais 150.000 novos postos de trabalho. Toda a aldrabice - e os salários de miséria - está bem à vista: Há mais 54 mil pessoas a ganhar menos de 600 euros.
Mais de 80% do emprego criado no segundo trimestre é precário
> Não se compreende. Mas, afinal, o que é que este Governo quer fazer com a despesa do Estado? A que propósito é que não são tomadas medidas para emagrecer a máquina vergonhosa e gastadora do Estado? Se é o Zé Povinho que tem de pagar esta merda toda, então, falando depressa e mal, o Zé Povinho é melhor que vá pensando na porrada. Electricidade e gás sobem em média 11 euros.
> Não há pachorra para o oportunismo político de certas organizações. Chegava o mês de Agosto e não se pagava portagem na Ponte Salazar-Sobre o Tejo-25 de Abril. A que propósito? Ou não se paga nunca ou paga-se durante todo o ano. Um mês à borla? Mas é coisa vista aonde?
Hoje, estava marcado um buzinão para protestar contra o fim da borla. OPS!!! Oiço no rádio um automobilista a dizer: "Viemos para aqui buzinar para protestar contra os aumentos...". Já não há pachorra para certos demagogos e oportunistas.
Entretanto, segundo as nossas estatísticas, já foram à oficina arranjar as buzinas cerca de 300 veículos...
> Folha salarial da Fundação Cidade de Guimarães
- Jorge Sampaio - Presidente do Conselho de Administração: 14.300 € (2 860 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 500 € por reunião
- Carla Morais - Administradora Executiva: 12.500 € (2 500 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 300 € por reunião
- João B. Serra - Administrador Executivo: 12.500 € mensais + Carro + Telemóvel + 300 € por reunião
- Manuel Alves Monteiro - Vogal Executivo: 2.000 € mensais + 300 € por reunião
Todos os 15 componentes do Conselho Geral, de entre os quais se destacam Jorge Sampaio, Adriano Moreira, Diogo Freitas do Amaral e Eduardo Lourenço, recebem 300 € por reunião, à excepção do Presidente Jorge Sampaio que recebe 500 €.
Em resumo: 1,3 milhões de Euros por ano (dinheiro injectado pelo Estado Português) em salários. Como a Fundação vai manter-se em funções até finais de 2015, as despesas com pessoal deverão ser de quase 8 milhões de Euros !!! Reparem bem: Administradores ganhando mais do que o PR e o PM.
E o Jorginho Sampaio que já deve ir em três ou quatro salários incluindo a reforma?...
Esta obscenidade acontece numa região, como a do Vale do Ave, onde o desemprego ronda
os 15 % !!!
(enviado por leitor)
> Portugal, é o quarto país que mais aposta no Euromilhões numa lista liderada pela França, e o que regista o maior valor médio de apostas por habitante, de 91,6 euros.
> Que o novo governo vai ter um presente no acto de posse: a bancarrota.
> Hoje, vou fechar já o computador porque as últimas notícias informam-nos sobre algo tenebroso. A Grécia, Portugal e Irlanda estão mesmo na bancarrota e amanhã é que Bruxelas vai tentar resolver o problema. Liguei para um amigo economista e disse-lhe: "Não é verdade, pois não?". Respondeu-me que a situação é grave. "Como é que não havia de ser grave aqui no nosso cantinho, se o Teixeira dos Santos andava ao tempo a dizer ao Sócrates para parar com os gastos e o gajo pumba, pumba a desbaratar o que já não havia, a obrigar os bancos a endividarem-se e se não o paravam, ai pá, já havia milhares de mortos e feridos"...
Ministros da zona euro reúnem de emergência perante risco de bancarrota.
> Esta noite, a TVI apresentou uma reportagem sobre o sofrimento de algumas famílias da classe média. O que mais me impressionou foi uma frase de um jovem com menos de 20 anos. Uma frase simples e contundente: " O meu sonho é sair de Portugal!...".
> Portugal vai receber nos próximos três anos 78 mil milhões de euros, dos quais 52 milhões advirão de Bruxelas via Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF). Os restantes 26 milhões serão emprestados pelo FMI. Na apresentação do programa português em Lisboa, Poul Thomsen, o chefe da equipa do FMI, falou numa taxa de juro entre 3,25 e 4,25%.
Mas, acontece que hoje, em Estrasburgo, Olli Rehn anunciou que a Comissão Europeia aprovou o plano de resgate a Portugal e que a taxa de juro prevista para o empréstimo a Portugal - no valor total de 78 mil milhões de euros - se situará entre os 5,5 e os 6%... e esta, ein?
> "Este é um bom acordo", afirmou o primeiro-ministro José Sócrates, a propósito das imposições dos novos patrões de Portugal (FMI).
Recorde-se que, dos 78 mil milhões de euros que vão emprestar, 45 mil milhões são para as PPP que este governo inventou.
- Fim das indemnizações por despedimentos.
- Aumento do IVA.
- Deducões fiscais menores.
- Subida do IMI.
- Crédito à habitação deixa de poder deduzir oara o IRS.
- 20 mil funcionários públicos para a rua.
- Municípios e Freguesias extintos até às próximas eleições.
- Médicos obrigados a mudar de hospital.
- Escolas com menos 1,17 milhões.
- Venda da TAP, REN e EDP.
- Liberalização das tarifas da luz e do gás e subsídio do IVA de 13 para 23%.
(enviado por leitor)
> SILVA LOPES, 77 ANOS, NOMEADO ADMINISTRADOR DA EDP RENOVÁVEIS.
É UM ESCÂNDALO!!!·
SILVA LOPES, 77 ANOS, NOMEADO ADMINISTRADOR DA EDP RENOVÁVEIS.
A pouca vergonha continua. Ao que isto chegou!
SILVA LOPES, com 77 (setenta e sete) anos de idade, ex-Administrador do Montepio Geral, de onde saiu há pouco tempo com uma indemnização de mais de 400.000 euros, acrescidos de várias reformasque tem, uma das quais do Banco de Portugal como ex-governador, logoque saiu do Montepio foi nomeado Administrador da EDP RENOVÁVEIS,empresa do Grupo EDP.
Com mais este tacho dourado, lá vai sacar mais umas centenas de milharde euros num emprego dado pela escumalha política do governo, que continua a distribuir milhões pela cambada afecta aos partidos docentrão.
Entretanto, o Zé vai empobrecendo cada vez mais, num país com 20% depobres, onde o desemprego caminha para níveis assustadores, onde ossalários da maioria dos portugueses estão cada vez mais ao nível dasubsistência.
Silva Lopes foi o tal que afirmou ser necessário o congelamento de salários e o não aumento do salário mínimo nacional, por causa da competividade da economia portuguesa. Claro que, para este senhor, o congelamento dos salários deve ser uma atitude a tomar (desde que não congelem o dele, claro).
Estes senhores não têm vergonha na cara? E foi este artista que há um ano disse na RTP1 que os ordenados portugueses estavam 20% acima do que deveriam estar!!!!! Os dele estão seguramente 1000 ou 5000% acima da média!!! VIVA LUSITANIA!
Esta semana testemunhámos duas reacções muito diferentes à dívida europeia. Num extremo da Europa, eleitores da Islândia decidiram mais uma vez não aceitar os termos de pagamento dos seus "credores", os governos britânico e holandês, na sequência do colapso de bancos islandeses em 2008. No outro, Portugal está a ser empurrado para o caminho da terapia de choque pela União Europeia, com o povo desse país excluído de um processo que mudará a sua vida de modo dramático.
Nem a Islândia nem Portugal terão vida fácil nos próximos anos. Mas há um mundo de diferença entre a recusa do povo da Islândia a "pagar por bancos falidos", nas palavras do seu Presidente, e o sofrimento que está a ser imposto de fora a Portugal. O responsável do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, deixou perfeitamente claro que as negociações sobre o futuro de Portugal "não são certamente para debate público".
O povo da Islândia não teve uma reacção automática. As pessoas ali estão bem conscientes de que a recusa em pagar a curto prazo é o caminho menos fácil a adoptar. Um iminente processo judicial por parte do Reino Unido e da Holanda, a reacção negativa de mercados de crédito e o ameaçado bloqueio à sua entrada como membro da UE cobrarão a sua portagem.
Mas para o povo da Islândia a ortodoxia de como se supõe que os países devam tratar de dívidas não é simplesmente enviesada, ela é profundamente injusta, distribuindo de modo não razoável poder e riqueza dentro e entre sociedades. O eleitor de 28 anos Thorgerdun Ásgeirsdóttir disse: "Sei que isto provavelmente nos prejudicará internacionalmente, mas vale a pena tomar uma posição".
Se o povo de um país que realmente entrou na ideologia do mercado livre, dos mercados de capitais desregulados e dos empréstimos baratos pode recusar-se a pagar pelos crimes dos bancos, então pode-se esperar que aqueles que o fizeram menos bem durante as décadas de boom financeiro sintam-se ainda mais entusiasmados.
Na Grécia, tal ira começa a transformar-se num desafio construtivo ao poder das finanças. Centenas de académicos, políticos e activistas apelaram a uma comissão de auditoria da dívida. Tal comissão abriria todas as dívidas da Grécia ao exame público – confrontando directamente o modo como o FMI e a União Europeia trabalham por trás de portas fechadas para impingir os seus muitas vezes desastrosos remédios aos países membros.
Como disseram activistas gregos: "o povo que está destinado a arcar com os custos de programas da UE tem um direito democrático de receber plena informação sobre a dívida pública. Uma Comissão de Auditoria pode começar a corrigir esta deficiência". A resolução popular actualmente está a ser reforçada por um sítio web fenómeno – um filme viral chamado debtocracy (governo pela dívida) – que varre a população online da Grécia e convence-a de que foi trapaceada. No princípio do próximo mês activistas de toda a Europa e do mundo em desenvolvimento reunir-se-ão em Atenas para estabelecerem em conjunto um programa que desafiará as políticas do FMI na Grécia.
O acordo de Portugal apenas começa a ser carpinteirado. Tal como na Grécia e na Irlanda, um pacote de salvamento (bail-out) beneficiará primariamente bancos da Europa Ocidental, com €216 mil milhões de empréstimos em aberto a Portugal, ao passo que as pessoas comuns aguentarão um programa de cortes profundos nas despesas, direitos dos trabalhadores reduzidos e privatização generalizada. O responsável do Banco Carregosa , de Portugal, declarou ao Financial Times: "Não é um exagero chamar a isto terapia de choque".
As comparações com países em desenvolvimento são óbvias e os erros ali já estão a ser repetidos. Muitas vezes bancos foram salvos e as pessoas mais pobres do mundo foram empurradas para uma pobreza ainda mais profunda. Países que vão desde Serra Leoa à Jamaica estão a acumular cada vez mais dívidas, sempre mais, para aplacar a tempestade dos banqueiros.
Eis porque deve ser traçada uma linha na Europa. Despejar mais dívida por cima das desgraças acumuladas de Portugal nada fará para ressuscitar a economia. A dívida de Portugal é totalmente insustentável – em grande medida resultado de empréstimos privados irresponsáveis ao longo da última década. Aqueles responsáveis estão a ser salvos, aqueles que não são sofrem as dores. Foi isto que a Islândia recusou-se a fazer.
O povo da Islândia ergueu-se pela sua soberania. O seu futuro parece consideravelmente mais brilhante do que o da Irlanda ou de Portugal. O povo da Grécia está apenas a começar a sua luta. Os resultados terão um impacto monumental sobre o combate contra a pobreza e a desigualdade em todo o mundo.
> Das duas uma, ou Sócrates está louco ou todos nós somos atrasados mentais. Ninguém pode ficar sem tomar uma posição pública sobre o que se está a passar. O país está a morrer, o primeiro-ministro continua a dizer que não está virado para a ajuda externa e ainda esta manhã foi o que se viu: Juros disparam em leilão de dívida pública de curto prazo.
> À porta do Ministério do Trabalho estavam seis motoristas do Ministério em plena cavaqueira e a fumar o cigarrito da praxe, porque os seus "patrões" estariam no gabinete, possivelmente a ler o jornal, a tomar o café, a navegar na net e ao telefone a marcar a viagem de férias da Páscoa. Só naquele Ministério estão ali seis carros parados, seis motoristas a olhar para o boneco e que, muitas das vezes, têm que aguardar, durante horas extraordinárias, que os seus "patrões" acabem a jantarada para os transportar para casa.
A despesa pública reduz-se de todas as formas. Para quando a existência de carros com motorista na estrutura governamental apenas para ministros e secretários de Estado? Na Suécia, até os ministros utilizam os transportes públicos...
João Eduardo Severino
Outros à PAUlada
A Insustentável Beleza dos Seres
Amor e uma cabana (a dos parodiantes)
Antigos alunos do Liceu de Macau
Comadres, Compadres & Companhia
O homem que cheira mal dos olhos
Pleitos, Apostilas e Comentários
Semeador de ventos... e nuvens











