Terça-feira, 8 de Janeiro de 2013

Jorge Coelho deixa liderança

 

> Jorge Coelho invoca “razões pessoais” para deixar liderança da Mota-Engil.

 

 

por João Severino às 10:16
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Terça-feira, 14 de Junho de 2011

eina, pá! já?...

 

> Jorge Coelho é o 47º mais poderoso da economia portuguesa.

 

por João Severino às 10:41
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Segunda-feira, 31 de Agosto de 2009

COM UM POLÍTICO É OUTRA COISA

> A Mota-Engil contratou o dirigente do Partido Socialista Jorge Coelho para seu director executivo, presidente, chairman, patrão ou qualquer coisa do género. O importante é que o político da área da governação já está a dar lucro.
O volume de negócios do maior grupo de construção português cresceu 14 por cento no primeiro semestre deste ano, atingindo os 957 milhões de euros. O resultado líquido da empresa foi de 14,3 milhões de euros, no primeiro semestre do ano, excluindo o resultado não recorrente da Martifer.

Em economia passou a chamar-se a esta tese "coelho da cartola"...
por João Severino às 10:29
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Terça-feira, 7 de Julho de 2009

SAIU DA CARTOLA

Construção Jorge Coelho voltou à política

> O presidente da Mota-Engil, Jorge Coelho, considerou hoje que a falta de consenso político em Portugal quanto às obras públicas vai atrasar a recuperação e criar "uma situação complexa de desemprego".

"O consenso em torno do investimento público noutros países permitirá que estes saiam da crise antes de Portugal, criando para o nosso país uma situação complexa ao nível do desemprego", disse hoje Jorge Coelho, antigo ministro socialista das Obras Públicas.

O presidente da construtora Mota-Engil, uma das maiores do país, considerou que "à incerteza da conjuntura não pode agora juntar-se a indecisão dos decisores".

"Isso a acontecer será trágico para milhares e milhares de portugueses que não verão empregos criados e de outros que, em resultado desta indefinição, poderão ficar sem os empregos de hoje", sublinhou.

Considerando que em Portugal a opção de combater a crise através do investimento público em grandes obras está a ser "completamente torpedeada", Jorge Coelho rebateu ainda que este caminho represente um maior endividamento.

"Falar do investimento público e criticá-lo [...] com o argumento do endividamento pode ser falacioso", disse o empresário, recordando que os modelos de financiamento hoje assentam muitas vezes "em regime de Parcerias Público-Privadas", com "o investimento suportado maioritariamente pelo sector privado e beneficiando em muitas ocasiões de fundos comunitários".

"Como responsável de um grupo com muitos milhares de trabalhadores, se vencer a política de contracção do investimento público, como é que as empresas poderão sustentar esses encargos de estrutura? E não suportando os encargos quem terá no final o problema para resolver? O Estado", realçou Jorge Coelho, afirmando estar a falar enquanto "gestor e cidadão".

"Ninguém tenha dúvidas que as empresas não conseguirão aguentar o nível de emprego que resultou da preparação que fizeram para os projectos que foram anunciados durante anos", concluiu.

Falando directamente sobre a Mota-Engil, o presidente da construtora disse que a empresa se tem adaptado aos mercados das cerca de 20 geografias em que está presente.

"Espero é que não seja no nosso próprio país, por factores externos à actividade empresarial, que todo um esforço de um grupo desta dimensão seja posto em causa pelo facto de um conjunto de pessoas não ter a capacidade de ver mais longe do que o dia de amanhã", afirmou Jorge Coelho.

"Não será o momento de pôr os problemas do país à frente de interesses partidários de curto prazo? Não acham que estão a brincar com o fogo?", questionou também. (Lusa)

por João Severino às 19:20
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Domingo, 31 de Maio de 2009

Quando um político não tem jeito para empreiteiro

Desde que Jorge Coelho assumiu a liderança da Mota-Engil as acções da empresa desvalorizaram mais de 40 por cento...
por João Severino às 11:35
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pptao

Um blogue onde deixarei simples observações sobre o que vai acontecendo à nossa volta neste mundo global. Também serve de contacto com imensas pessoas que gostaram de mim. O título do blogue? Porque sempre fui "pau para toda a obra". Obrigado por ter vindo. “Morrendo estou na vida, em morte vivo; / vejo sem olhos, e sem língua falo; / e juntamente passo glória e pena.”, Camões

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João Eduardo Severino

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Jornalista com a Carteira Profissional nº 278. Já restam poucos do meu tempo. Como último cargo fui director e proprietário do diário 'Macau Hoje'. Pode ler o meu CV completo na primeira mensagem de Outubro de 2007.

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