> A partir desta quarta-feira estará disponível uma nova publicação no mercado nacional. 'DO it!', como se chama, é uma revista de vendas e negociação, que conta com uma periodicidade trimestral e uma tiragem inicial de 10 mil exemplares. Este projecto editorial foi desenvolvido pela Just Media (que edita a revista de recursos humanos e gestão Human) e pelo grupo ActiveUp, e a sua primeira edição, cujo preço de capa é de 3 euros, tem em José Mourinho o seu protagonista. A 'DO it!' é dirigida por João Alberto Catalão, administrador do grupo ActiveUp e tem como publishers Ana Teresa Penim, administradora-delegada do INV – Instituto de Negociação e Vendas, e António Manuel Venda, director editorial da Just Media.
> A imagem de uma criança de três anos a ser amamentada pela mãe, que ilustra a capa do último número da revista 'Time', está a suscitar polémica nos Estados Unidos da América. Isto, porque alegadamente, a criança aparenta ter mais idade do que a de facto tem, o que espoletou um aceso debate sobre esta matéria nas redes sociais. O artigo que fez manchete na publicação aborda as chamadas “teorias do apego”, ou seja, mães que prolongam o período de amamentação, que permitem que os filhos durmam com elas ou que lhes dão colo para lá do que seria “normal”, alegando que assim as crianças crescerão mais confiantes e seguras. De acordo com a BBC Mundo, a questão do tempo de amamentação é um tema controverso por terras do tio Sam, dividindo opiniões.
> O diário 'i' comemora hoje o seu iii aniversário. Os nossos parabéns a quantos trabalham no jornal e bem-hajam pelo esforço que têm desenvolvido para que o diário se mantenha entre nós. As dificuldades financeiras são enormes, mas o trabalho ultimamente apresentado tem sido de excelência como se comprova hoje com a significativa entrevista a Vasco Pulido Valente.
O diário 'i' está muito melhor que o 'DN' e que o 'Público'. Apenas necessitava de uma campanha bem idealizada que o creditasse junto da população e mostrasse ao público leitor que o jornalismo só é bom se for executado como outsider dos vários poderes instituídos.
> 'Não é possível! Para quem viveu largos decénios no coração da União Europeia, a situação é inacreditável. Porque esta particularidade portuguesa dos "comentadores residentes" (!) e de uns gurus caseiros que falam e escrevem sobre política (e tudo, tudo o mais) constitui uma anomalia total. E em nenhum, absolutamente nenhum país da Europa ocidental se encontram situações idênticas e tão caricatas. (...)'
J.-M. Nobre-Correia, in 'DN'
> A manchete do 'Expresso' de ontem era mentira. Só pode. Reformas passam para os 67 anos? Como pode ser isso, se os portugueses já andam desde os 50 a arrastarem-se pelas paredes? A pedinchar um trabalhinho inexistente. A pedir aos amigos um biscate. A contar os euros para fazer frente à vida. Desde os 50 anos? Ainda ontem um indivíduo de 43 anos me disse que não consegue trabalho e sabe fazer tudo no ramo da construção civil. Este Governo, estes patetas, estes inúteis, estes malandros, estes oportunistas, estes tachistas só pensam em números. As pessoas são merda e agora a merda é esperar pelos 67 anos para receberem uma reforma miserável de 350 euros, quando é.
> Já escrevi aqui muito sobre o diário 'i'. Infelizmente, acertei sempre no que me referi a ser um projecto instável e sem futuro. Aquilo não é um jornal, mas uma manta de retalhos... O que nasce torto nunca se endireita, diz o povo.
> O diário espanhol 'Público' deixou de se publicar em papel. As dificuldades no caderno de publicidade e o abaixamento nas vendas levou ao seu encerramento. Esta é uma realidade triste dos nossos dias e que a pouco e pouco irá atingir grande parte dos jornais que se publicam em papel, incluindo os portugueses.
Já não vai haver mais papel para o diário espanhol 'Público', noticia o 'i'.
> Só pode. O 'DN' tem nos últimos tempos apresentado as suas páginas cheias de erros ortográficos. Não são gralhas. Isso, é outra coisa. O que se passa é que os responsáveis pelos títulos (nem falar nos textos) não sabem português. E a prova está hoje bem patente na página 18, onde se lê: "Matam pasteleiro para roubar televisão e tabaco". E nós a pensar que os ladrões tinham ido lá por causa do televisor...
> A intenção do Governo em fazer novos cortes salariais na função pública, a subida do número de portugueses que vão às urgências hospitalares e a derrota de Portugal frente à Dinamarca estão hoje em destaque na imprensa.
Em manchete, o Diário Económico escreve «Governo avalia novos cortes salariais na Função Pública», «Contratos de compra de casa deixam de ser dedutíveis no IRS», «Eurostat chumba contas do défice de 2010» e «Banqueiros querem novo banco com 12 mil milhões de empréstimos às empresas públicas».
O Púbico destaca «Portugueses estão a ir mais à urgência dos hospitais e menos aos centros de saúde», «Euro2012: Portugal ficou a um golo da qualificação. Irlanda, Bósnia, Montenegro e Estónia são os adversários possíveis no play-off» e «Eslováquia chumba fundo de apoio ao euro».
Na primeira página, o Jornal de Negócios titula «Função Pública perde dinheiro nas pensões e horas extraordinárias», «Reformas antecipadas só depois dos 57 anos» e «Perdão à Grécia custa até 646 milhões à banca portuguesa».
Na primeira página, o Diário de Notícias adianta «Portugal perde e tem de jogar o play-off», «Restaurantes ameaçam não cobrar IVA a 23 por cento», «Peritos querem cancelar TGV e hospitais» e «Serviços públicos essenciais devem ser pré-pagos».
O jornal i destaca «Orçamento 2012: Aumento do IVA: Multinacionais ameaçam deixar Portugal» e «Apagão: Câmaras reduzem iluminação pública».
«Buraco: Madeira precisa de 1.200 milhões até ao final do ano», «Auto-estradas: Menos 132 por dia» e «Curry Cabral: Hospital já não faz transplantes há duas semanas» são outros títulos do jornal i.
«Fisco penaliza crédito da casa» é a manchete do Correio da Manhã (CM), contando que «a amortização de capital perde direito a dedução no empréstimos à habitação».
«Despedimentos mais baratos: Presidente promulga lei que corta nas indemnizações», «Restaurantes: Ameaçam cortar comida aos pobres», «Portugal humilhado vai ao play-off» e «Sócrates chamado a tribunal no caso dos lixos» são outros assuntos abordados no CM.
O Jornal de Notícias puxa para a capa os títulos «IVA ameaça 54 mil cafés e restaurantes», «Antigas SCUT da Região Norte perdem 45 mil carros por dia» e «Túnel da Luz: ‘Quero ver se investigam o Scolari’», diz presidente do FC Porto, Pinto da Costa.
A revista da Focus destaca na edição desta semana «Toda a acusação do Ministério Público aos agentes de Cascais» com o título «Manual do polícia corrupto».
A derrota da selecção portuguesa frente à Dinamarca por 2-1 em jogo do grupo H de apuramento para o Europeu de 2012 com os títulos «A noite dos horrores» (A Bola), «Portugal decepção valente» (O Jogo) e «Nascidos para sofrer» (Record).
Lusa/SOL
> Uma alegada dívida de sete milhões de euros em facturas que o Hospital de Santa Maria terá escondido, a subida de 9% da electricidade em 2012 e o aumento do IVA na restauração estão hoje em destaque na imprensa.
O Diário de Notícias (DN) avança «Hospital de Santa Maria escondeu 7 milhões de euros em facturas», explicando que a «dívida oculta nas contas de 2010 envolve mais de oito mil facturas».
«’Troika’ não resolve dívida das empresas públicas», «Outono violento ameaça Primavera árabe no Egipto» e «Jardim exige negociar medidas do Orçamento» são outros assuntos abordados no DN.
O jornal i adianta «Electricidade sobe 9 por cento em 2012», realçando ainda que «Milhões vão ficar sem subsídio de Natal», «Troika: Governo quer utilizar os 12 mil milhões para pagar dívidas do Estado à banca» e «Madeira: Deputados do PSD ameaçam chumbar Orçamento do Estado».
Em manchete, o Público dá conta de que «Prescrição permitiu a 1.500 arguidos escapar à condenação», «Reformados da função pública crescem 6,5 por cento até final de Novembro» e «Noite violenta no Cairo: Confrontos fazem 24 mortos e ameaçam processo democrático».
O Diário Económico destaca «Justiça quer facilitar acções de penhora das contas bancárias», «Economia vai renegociar novas concessões rodoviárias» e «Governo avança com subida do IVA para 23 por cento na restauração».
Na capa, o Jornal de Negócios escreve «Banca furiosa por pagar inspecções da troika», explicando que os «oito maiores bancos vão ter de pagar 16 milhões de euros aos auditores que vão analisar os seus activos».
O económico destaca ainda «Duplicam queixas devido a cortes na atribuição do subsídio de desemprego» e o adiamento para 23 de Outubro da cimeira europeia que discutirá o plano de ataque à crise da Zona Euro.
«DIAP pede 3 anos de prisão para Hulk [no caso do túnel da Luz]», é a manchete do Correio da Manhã, que realça ainda «A1: Acidente provoca caos na auto-estrada» e «Derrapagem de 700 milhões nas SCUT».
O Jornal de Notícias escreve «5 jovens espancados por 5 polícias à paisana», «Ácido corta A1 oito horas» e «Uma dúzia de falências por dia».
O Diabo titula «Médicos ganham até a dormir», «Touradas estão em risco» e «Portagens nas SCUT paradas».
Quanto aos desportivos, A Bola e o Record destacam o jogo Dinamarca-Portugal de apuramento para Euro-2012 com os títulos «Dêem uma alegria ao povo» e «Ponham lá o visto», respectivamente, enquanto O Jogo escreve «Hulk: Recusei jogar por Portugal».
Lusa/SOL
> A Cofina é o grupo proprietário de publicações que mais milhões de euros ganha em Portugal. O império de média inclui o 'Correio da Manhã', jornal com maior tiragem e que proporciona à Cofina um lucro incalculável. E são estes senhores, que têm ganho milhões, que estão a despedir jornalistas do grupo. Há ricos que nem um chinelo mereciam...
> A vitória do PSD nas eleições legislativas regionais da Madeira, mas com o pior resultado de sempre, está hoje em destaque no jornais que noticiam também as portagens nas SCUT, assaltos a ourivesarias e as eleições na Polónia.
O Diário de Notícias destaca «A vitória mais magra de Jardim em 33 anos», referindo que o PSD conquistou a 10.ª maioria absoluta com 48,56 por cento dos votos, tendo elegido 25 dos 47 deputados regionais.
O jornal salienta ainda que o CDS se tornou a segunda força política com 17,63 por cento dos votos, passando de dois para nove deputados enquanto o PS foi um dos derrotados tendo conseguido apenas seis deputados.
A força política menos votada foi o Bloco de Esquerda com 1,70 por cento, não tendo elegido nenhum deputado e a CDU piorou o resultado passando de dois para um deputado.
O Diário de Notícias chama ainda para a primeira página «Mais de 10 por cento da população sofre de doenças respiratórias» e «Polónia dá vitória a Tusk, primeiro chefe de governo reeleito desde 1989».
Também o Público faz manchete com as eleições na Madeira titulando «Jardim obtém a mais pequena maioria de sempre na Madeira», salientando que o «CDS ultrapassa socialistas e torna-se a segunda força política na região».
«Até ao final do mês: Merkel e Sarkozy prometem novo plano anticrise» e «Polónia reelege Partido Liberal de Donald Tusk» são outros assuntos em destaque no Público. Na primeira página, o jornal i escreve «Jardim de betão», «Lehman Brothers faliu: Em Portugal é um sucesso», «Ministério da Justiça não sabe quantas multas são pagas» e «Presidentes de câmara do PSD revoltados com o Governo».
«Caçado traficante de atores e famosos» é a manchete do Correio da Manhã, explicando que «Cabecilha de claque do Sporting foi apanhado pela GNR em serviço personalizado de tráfico».
O diário puxa ainda para a capa «Alcochete: Choque destrói vida de jovens», «Peniche: Bebé órfã em estado crítico», «Vitória amarga de João Jardim» e «Credor de Portugal sofre nacionalização».
O Jornal de Notícias titula «11.º assalto numa semana: Prata salva família de ourives», «O regresso apoteótico do padre Francisco a Vouzela» e «Jardim fica pela 1ª vez abaixo dos 50 por cento».
O Diário Económico adianta «Novas portagens nas SCUT afectam mais de 42 mil automobilistas», «Governo quer criar limite para autorizar despesa na Madeira», «Jardim ganha maioria absoluta à tangente» e «Mais de metade dos presidentes de câmara têm de sair em 2013».
Por sua vez, o Jornal de Negócios escreve «Investimento do Estado vai cair 20 por cento em 2012», «Jardim consegue maioria absoluta», «Maioria dos hospitais atende no tempo ‘adequado’» e «Governo admite taxa de mobilidade sobre combustíveis».
Quantos aos desportivos, A Bola destaca a frase de Nolito: «’A culpa de estar no Benfica é do… Barcelona’», o Record escreve «Nolito com toda a fúria» e O Jogo titula «O príncipe da Colômbia».
Lusa/SOL
> O discurso do Presidente da República durante as comemorações do Dia da República, os despedimentos no sector da construção, as dívidas das famílias e uma explosão em Coimbra que causou dois mortos estão hoje em destaque na imprensa.
Na primeira página, o Diário Económico adianta «Governo sem soluções para travar subida dos preços da electricidade», «Cavaco Silva alerta que sem recuperação económica vem mais austeridade», «Famílias com dívidas a mais disparam 50 por cento» e «FMI diz que buraco na Madeira força revisão da ajuda a Portugal».
O Jornal de Negócios destaca em manchete «Maiores construtoras já cortaram 4.000 empregos», «Trichet diz adeus ao BCE sem descer para já os juros» e «Isabel Vaz [presidente da Espírito Santo], os grandes lóbis e a saúde para ricos e pobres».
O Público adianta na capa «Extinta comissão que cobrou este ano 5 milhões em multas da ASAE», «Estaleiros de Viana: Directores contratados vão ser despedidos» e «5 de Outubro: ‘Poupar mais e fazer crescer a economia’, diz Cavaco».
Na primeira página, o Diário de Notícias escreve «FMI diz que Portugal não precisa de novo resgate», «Presidente da República exige ao Governo resultados a curto prazo», «’Bullying’ pode levar a saídas na PSP» e «17 mulheres mortas pelos maridos em 2011».
Em manchete, o Jornal de Notícias refere «Merkel diz que Portugal é exemplo para a Itália», «Violência na Grécia contra despedimentos», «Coimbra: Casal morre em explosão de foguetes» e «Crédito lidera queixas na Deco contra bancos».
O jornal i titula «Madeira: 33 anos de perdões e derrapagens», «Nomeações: caos nas empresas do Estado», «5 de outubro: Cavaco Silva não quer mais austeridade» e «Merkel quer rever Tratado de Lisboa e elogia Portugal».
«Vingança de PSP leva inocente à prisão» é a manchete do Correio da Manhã que destaca também «Explosão mata casal em Coimbra», «Cavaco alerta para custos de nova ajuda» e «Apoios sociais: Cortes de 1,3 mil milhões».
Quantos aos jornais desportivos, A Bola escreve «Benfica segura Saviola», O Jogo titula «Terceira facada em Izmailov», referindo que o jogador do Sporting foi «operado três vezes ao joelho direito em dois aos e meio» enquanto o Record destaca «PSG junta-se à lista de interessados no craque argentino: Tudo de olho em Gaitán».
Lusa/SOL
> O emprego que Jardim dá a 36 por cento dos madeirenses, as verbas desconhecidas que em 35 anos 15 ministros enviaram para a Madeira, o Nobel da Física e assaltos a ourivesarias estão hoje em destaque nos jornais nacionais.
O Diário de Notícias destaca na capa que o Presidente da República, Cavaco Silva, vai usar o discurso do 5 de Outubro para apelar à paz social e que 15 ministros, em 35 anos, não sabem que verbas enviaram para a Madeira.
«Nobel da Física conquistado com ajuda portuguesa» é outro destaque do DN.
O Correio da Manhã dá destaque ao «escândalo das orgias» e diz que José Castelo Branco vai ser obrigado a «explicar sexo» ao tribunal. O jornal noticia ainda que um gang sequestra bebés, em Odivelas, e mais um crime de carjacking, com pistola à cabeça, em Lisboa.
«Jardim dá emprego a 36 por cento dos madeirenses» e «Colecção Berardo não pode ser reavaliada» são as notícias que encimam a capa do i, onde se destaca também que o Governo está sem dinheiro para pagar salários na Tobis e que as promoções externas no turismo estão suspensas.
O i publica uma entrevista com o Prémio Nobel da Física, Brian P. Schmidt, para quem a atribuição do mais alto galardão é a celebração de um século de cosmologia.
O Jornal de Notícias destaca que o Dia Mundial do Professor, que hoje se assinala, fica marcado pelos cortes orçamentais na Educação e que, em cinco assaltos a ourivesarias, ninguém foi preso.
O Público destaca os resultados da segunda fase de acesso ao Ensino Superior, que eleva para 50.641 o número de estudantes colocados, mais 1.209 do que no ano passado.
«Orçamento de 2012 trava verbas para a Madeira» e os resultados da investigação que levaram à atribuição do Prémio Nobel da Física são outros temas de capa do jornal.
A Visão publica um artigo sobre como aproveitar o subsídio de desemprego, sob o título «De desempregado a patrão».
A Bola diz que desde Preud'Homme o Benfica não tinha um guarda-redes tão consensual, titulando «Artur, o senhor das redes», enquanto o Record dá a capa a Insúa, afirmando que o bom momento do jogador em Alvalade dita o regresso à selecção.
Ainda sobre o Sporting, O Jogo afirma que o jogador argentino Rinaudo vê os leões ao nível dos rivais da Luz e do Dragão.
Lusa/SOL
> O tal jornal que na Madeira é sustentado com o nosso dinheiro que é enviado para o governo regional está a dar que falar. Vários candidatos do PND entraram pelas instalações do pasquim e dali não saem. Candidatos do PND barricados no Jornal da Madeira.
> O cerco aperta e não há nada a fazer. Para a polícia brasileira Duarte Lima é o principal suspeito da morte da milionária que viveu com Tomé Feteira.
> O ambiente nos média está a passar por uma fase de perplexidade e receio. Os grupos de média são hoje influenciados pelos filhos dos patrões, os quais não se sentem seduzidos minimamente por terem jornais ou canais de rádio e de televisão na sua vida empresarial. Na Controlinvest é conhecida a aversão que os filhos do patrão Oliveira têm pela existência do 'DN', 'JN', 'TSF' e demais publicações. Se um dia o velhote Oliveira se reforma, os filhos são capazes de se desfazer do activo mediático com duas soluções: ou encerram ou vendem. Se atendermos que nos dias que correm não existe ninguém que queira assumir encargos de milhões de euros, a alternativa de encerramento tem grande probabilidade.
...
Para aqueles que me estiverem a rogar pela pele apenas lhes digo que é importante que alguém fale claro e com realismo para que os mais distraídos se preparem.
...
No grupo Impresa as dívidas amontoam-se, com Francisco Pinto Balsemão praticamente fora do escritório. O seu descendente que tem estado encarregado dos negócios do grupo não vê com bons olhos a continuação da perda de dinheiro com a SIC e sabe-se lá se também com o 'Expresso'. Neste último caso, esperemos que mantenha vivo o semanário, pelo menos, em homenagem ao seu pai que foi o fundador.
No grupo SONAE o caso é mais complicado porque o filho de Belmiro Azevedo é que não está mesmo nada virado para manter um 'Público' que só dá prejuízo e chatices. Com a agravante de António Lobo Xavier, o homem-político mais forte do grupo, ter vindo a público dar um puxão de orelhas fortíssimo à liberdade de expressão no diário, quando referiu quinta-feira à noite na SIC N que não se admite que o jornal tenha implicado a Optimus, empresa do mesmo grupo, na responsabilidade da espionagem ao jornalista Nuno Simas.
Quanto ao diário 'i' esperemos que Jaime Antunes convença a sua vaidade pessoal de que o jornal faz muita falta ao seu ego, caso contrário, o homem é homem para encerrar o jornal de um dia para o outro, desde que os seus interesses económicos não sejam correspondidos.
Enfim, nem quero imaginar este Portugal sem o 'DN', 'JN', 'TSF', 'Público', SIC, 'Expresso' e 'i'. OK, não se zanguem, porque este cenário parece impossível de todo, não é?...
> Anda por aí muito boa (?) gente preocupada com a transparência do novo governo de Passos Coelho. Transparência, não é? Transparência que tem de começar pelas empresas privadas, e acima de tudo, pelos jornais. Não se admite, por exemplo, que num diário haja um director a ganhar mais de 30 mil euros, resida fora de Lisboa e lhe seja dada uma "casa de função" no Parque das Nações, perto do casino que frequenta bem como outras mordomias, a primeira das quais deslocar-se ao jornal muito raramente. Casa de função nunca foi concedida a nenhum director do mesmo jornal, mesmo quando este vendia mais de 100 mil exemplares e hoje situa-se em pouco mais de 50 mil.
Não se admite que num jornal existam profissionais a trabalhar, lado a lado, na mesma redacção, com um jornalista a ganhar cerca de 5.000 euros e o outro cerca de 700. Há transparência sobre o salário dos jornalistas? E por que existe uma diferenciação medonha na mesma redacção? Nada tem a ver com os políticos?... Nada tem a ver com falta de transparência?...
> Ao longo dos dias percorro os mais variados jornais e revistas na net. Há jornais cujas primeiras páginas ferem a vista de tão más que são. E há outras que deslumbram. Sem puxar a brasa à sardinha, posso dizer-vos que nestes primeiros seis meses do ano não vi uma capa mais bem concebida que a do 'Hoje Macau' que aqui vos mostro. Os meus parabéns para um dos melhores gráficos do mundo, o João Paulo Borges.
> A que horas é que se demite o primeiro-ministro inglês?...
> Ui, ui, ui que temas que eu vejo a serem colocados na baila. Escutas a políticos, e não só, a partir de redacções de jornais, bem como a relação jornalistas-políticos. Isso é um romance sem fim. E não se esqueçam de introduzir pelo meio a acção de certos agentes policiais e magistrados que sempre facilitaram e muito, a escuta, a perseguição, a fotografia, a filmagem secreta e a prosmicuidade. A propósito, quando é que páram com o meu telefone debaixo de escuta?... É que em Portugal também há 'News of the World'...
> Encontrei um companheiro dos bons tempos do jornalismo a sério. Uma das perguntas que lhe fiz foi acerca da tendência política dos jornais que temos. Respondeu-me, assim:
Correio da Manhã: com a nova AD.
Público: com a nova AD.
Diário de Notícias: com o reviralho.
Jornal de Notícias: com o reviralho.
Primeiro de Janeiro: não conta.
i: com o reviralho.
Expresso: com os banqueiros.
Sol: com José Eduardo dos Santos.
> O melhor emprego em Portugal é ser director de jornal. Pelo menos, para alguns. Não vão ao jornal, não assistem ao fecho das edições, não escrevem nada (têm alguém que o faça e depois assinam por baixo), têm tempo para comentários na tv como promoção pessoal, têm tempo para jogar nos casinos, têm apartamentos pagos pelo jornal para além da residência própria que devem servir para obterem a "inspiração"..., têm tempo para festas, lançamentos de livros, exposições, palestras com almoçarada, conferências com jantarada e um salário ridículo de 30.000 euros...
> - É pá, vou comprar a Lena!
- A Lena?!... A nossa amiga Maria Helena está à venda?... Desde quando?
- Não é essa, pá! Estou a falar na Lena, empresa de construção civil...
- Tás parvo, pá! A Lena não está à venda... Quem é que te vendeu essa?
- Tou-te a dizer, pá! O grupo está falido!
- Nada disso, pá! O que se passa é que agora que o Sócrates se vai embora, o grupo Lena já não está para perder dinheiro com jornais e estações de rádio. A Lena colocou tudo à venda no que diz respeito a comunicação social, pá. Estão os jornais e as estações de rádio todas à venda... olha, eu até estava a pensar ficar com o "i"...
- O "i", pá? O melhor jornal do mundo graficamente falando, pá?
- Isso mesmo, pá! Vendem-me o jornal por 1 euro!
- Por 1 euro? Tás doido, pá!
- É como te digo, pá... tenho é de ter 300 mil euros todos os meses para as despesas...
> Gosto deste nome para um jornal. PalavrA...
> Aconselhamos os jornalistas do 'Expresso' que se dedicam às notícias sobre unidades navais da Marinha, que se informem devida e profundamente antes de escreverem parvoíces, aldrabices e invenções que os interesses norte-americanos lhes incutem, sem sequer se darem conta que estão a trabalhar para uma obrigatoriedade baseada no poder comercial/publicitário que é entregue ao jornal por determinadas multinacionais e que obriga o semanário a perder a sua independência jornalística.
O que se passou com as fragatas adquiridas pela Marinha à Holanda, na versão 'Expresso', é uma vergonha. Portugal adquiriu fragatas mais baratas, eficientes, do melhor que há no mercado, mas rejeitou as americanas. A partir daí tem sido um chorrilho de influências nefastas, através dos advogados representantes dos muitos interesses americanos, para que se arrase toda e qualquer aquisição de unidades navais. Incluindo os submarinos. Ou vocês acham que os americanos e os seus fabricantes de armamento (os tais que controlam as eleições norte-americanas) teriam ficado satisfeitos por Portugal comprar os submarinos aos alemães?... Ai, jornalismo português por onde andas... qualquer dia só consegues passar pelo cano de esgoto...
> A pressão sobre Portugal para pedir um resgate ao FMI, a morte do cronista Carlos Castro e a exigência pelas Finanças de 35 milhões de euros relativos ao totonegócio são alguns dos temas hoje em destaque na imprensa.
«Resgate do FMI custa 80 mil milhões», escreve o Correio da Manhã em manchete, referindo-se a contas do Eurogrupo que não incluem o apoio à banca portuguesa.
O assunto faz também o título principal do jornal i que avança que «Portugal [está] sob pressão máxima em semana decisiva». Segundo o jornal, não são só os mercados que estão a pressionar Portugal, «porque se volta a falar de pressões da Alemanha, de França e da comissão Europeia».
O Diário Económico adianta que «Recurso ao FMI já não depende do Governo», acrescentando que o primeiro-ministro está a tomar todas as medidas para evitar o FMI, mas os economistas dizem que o Governo já tem poucos trunfos.
O Público acrescenta «PS nega queda do Governo se FMI for chamado», numa resposta à entrevista de Passos Coelho, na qual o líder do PSD considera que se o país tiver de recorrer à ajuda externa, o Governo deixa de ter condições para "liderar a recuperação".
A morte do cronista Carlos Castro faz a manchete do Jornal de Notícias que avança que a autópsia apontou como causas da morte asfixia e lesões causadas por impacto violento. O JN acrescenta que o suspeito do homicídio continua internado sob custódia da polícia de Nova Iorque e que ainda não foi interrogado.
O jornal destaca ainda que «Campanha contra Cavaco já está na rua», alegando que «candidatos disparam todos no mesmo sentido enquanto actual Presidente da República tenta garantir reeleição à primeira volta».
O homicídio de Carlos Castro está também em destaque no Correio da Manhã, que adianta que o cronista «revelou medo de Renato», enquanto o Diário de Notícias diz que tinha «sinais de estrangulamento».
«Fisco vai exigir 35 milhões do totonegócio aos clubes de futebol», escreve o Público em manchete, adiantando que o ministério das Finanças não desiste de cobrar 35 milhões de euros de dívidas fiscais dos clubes relacionadas com o acordo conhecido como totonegócio e quer previa que os pagamentos fossem feitos até 2010.
O jornal destaca ainda a morte de Vítor Alves, a quem chama «capitão de Abril» e uma entrevista do presidente da CGD, na qual Faria de Oliveira remete para o Governo a responsabilidade pela gestão do BPN.
No Jornal de Negócios, o título principal diz que «Juros por dívidas ao Fisco caem para metade», explicando que a taxa baixa já este mês dos atuais 12 para 6,3 por cento. O jornal salienta ainda a audição hoje do presidente do BPN, referindo que os «deputados querem saber quanto vai custar» o banco.
No DN, o destaque é dado à investigação sobre o retrato do Estado, titulando «Pagos 20 milhões por mês em reformas milionárias» e também aos 31 golos de Ronaldo nesta época.
Nos desportivos, A Bola titula «Benfica à campeão», referindo-se ao jogo de domingo no qual os encarnados derrotaram por três golos a zero o União de Leiria, enquanto o Record escreve «Golos contra a pressão». O Jogo também destaca o encontro Benfica-U.Leiria com a manchete «... E viva a América do Sul», já que os dois golos de Saviola Gaitán e Cardozo foram obtidos com assistências de Salvio e Jara. ('Sol online')
> A ligação do Presidente das República e candidato presidencial Cavaco Silva ao BPN, os juros da dívida portuguesa e as armas roubadas de um quartel na Carregueira são alguns dos temas em destaque hoje na imprensa.
«SLN. Acções de Cavaco vendidas sem contrato e isentas de imposto sobre mais-valias» é a manchete do jornal i que adianta não ter existido contrato da venda de acções da Sociedade Lusa de Negócios, ex-proprietária do BPN, por Cavaco Silva.
O jornal cita o presidente da SLN Valor, Alberto Queiroga Figueiredo e adianta que as mais-valias não foram tributadas porque em 2003 o código do IRS previa a isenção.
O i avança ainda que os «activos tóxicos do BPN podem valer 3,9 milhões» de euros, uma estimativa do ministério das Finanças.
O Jornal de Notícias também dá o título principal ao tema, escrevendo «Alegre sugere tratamento de favor a Cavaco no BPN».
O jornal adianta que o negócio foi despachado por Oliveira e Costa e já era conhecido desde 2009 e refere que Cavaco Silva recusa fazer mais comentários sobre o assunto mas diz-se de «consciência tranquila».
No Correio da Manhã, a manchete alerta para «Fuga de depósitos no BPN», explicando que o banco tinha recursos de 5,1 mil milhões mas desde a nacionalização tem vindo a perder dinheiro.
O jornal acrescenta que Cavaco Silva vendeu acções à SLN Valor mas não há registo do seu nome nas contas da empresa.
O tema está ainda em destaque no SOL que escreve que «Cavaco afinal vendeu barato», já que vendeu as acções por 2,40 euros quando o BPN estava a vendê-las por 2,75 euros.
O SOL diz ainda que o Governo desistiu de privatizar o BPN.
A dívida portuguesa é outros dos temas em destaque na imprensa de hoje, com o Diário Económico a salientar «Governo garante défice mas juros disparam para os 7 por cento», enquanto o Jornal de Negócios escreve que «Suíça já não aceita dívida portuguesa» e que os juros a 10 anos voltaram a níveis recorde, ultrapassando os 7 por cento.
As armas roubadas aos comandos da Carregueira estão também nas primeiras páginas dos jornais, com o JN a avançar que Armas [foram] roubadas por encomenda e que o crime organizado será o destino das metralhadoras.
O Correio da Manhã adianta, por seu lado, que entre as armas roubadas contavam-se silenciadores e que a tutela já admitiu tratar-se de «um crime grave».
O i acrescenta que o ladrão conhecia os códigos da arrecadação onde se encontravam guardadas as armas e o Público diz que o furto levou dias a descobrir.
O Diário de Notícias dedica hoje a primeira página a um trabalho de investigação sobre «o verdadeiro retrato do Estado».
Segundo o jornal, o Estado tem 13.740 organismos públicos, mas só 1.724 apresentam contas e apenas 418 são fiscalizados.
«Banco de Portugal ouviu presidente do BCP sobre revelações da Wikileaks», diz o Público em manchete, lembrando estar em causa uma alegada oferta aos EUA de informações confidenciais sobre clientes relacionados com o Irão.
Nos desportivos, A Bola destaca que «Fernández já assinou» contrato com o Benfica, incluindo uma cláusula de rescisão no valor de 20 milhões de euros, enquanto o Record escreve «Agora é a tua vez Jesus», referindo-se à troca de galhardetes entre os treinadores do Benfica e do FC Porto.
O Jogo faz manchete com uma declaração do treinador do FCP na qual André Villas-Boas diz «Com o Benfica está 10-1».
> O 'Diário de Notícias' está de parabéns. A quantos trabalham no jornal endereço as minhas felicitações pelo trabalho jornalístico patenteado ao longo do ano. O 'DN' comemora hoje 146 anos com uma edição especial cujos conteúdos só estão disponíveis na versão em papel. Uma edição que teve como director-convidado o escritor Gonçalo M. Tavares, que por sinal foi o nosso eleito nos "Melhores Paus de 2010". Os nossos votos de muitos anos para um jornal que bem merecia uma melhor equipa directiva.
boas festas
> Na edição de hoje do 'DN' acabei de ler na secção "Vespa" uma "guerrinha" com o 'Correio da Manhã' e com o 'Público' sobre notícias em primeira mão. O 'DN' tem muita razão. Os outros jornais têm publicado notícias, dizendo que são em primeira mão, quando o 'DN' já as publicou há dias (atrás... como dizem todos os políticos).
E a propósito de "primeira mão" deixem-me puxar dos galões e manifestar a minha satisfação por uma notícia que o 'DN' hoje publica referente à entrega do novo submarino. O ministro da Defesa, Santos Silva, acaba de confirmar que o segundo submarino será entregue na próxima quarta-feira tal como o PPTAO informou no passado dia 4.
> O diário 'i' é (i)mpossível de manter nas bancas. Eu sei perfeitamente o que é necessário para sustentar um diário. Durante sete anos tive de obter uma carteira de publicidade suficiente para manter um jornal diário, com as suas imensas despesas de salários, logística, impressão e distribuição. Hoje, reparei que a edição do 'i' inseria apenas 1 anúncio, repito, um anúncio somente. Uma página de publicidade da PT. Ora, o Grupo Lena só está interessado em ganhar dinheiro e obviamente que não irá manter este diário custeando centenas de milhares de euros por mês.
Possivelmente, pelo que salientei anteriormente, é que já estão na calha dois jornais, um semanário e um diário, para promover a política do secretário-geral do PS, José Sócrates. E cada um faz o que entender e em apoio de quem ache melhor. Como me custa ver encerrar jornais, que venham dois novos e que tenham longa vida.
> Não faço a mínima ideia o que se passa no 'Diário de Notícias'. Este diário não é um pasquim que se distribui por todas as tascas nem um pretenso diário com alguns meses de existência sempre à beira do encerramento. O 'DN' é uma referência para milhares de portugueses há mais de um século. Não vou perguntar aos amigos que lá trabalham o que se passa, porque imagino.
Quando um diário não insere na primeira página qualquer referência ao falecimento de um dos melhores economistas portugueses de todos os tempos e antigo governante, como foi o caso do professor Ernâni Lopes, algo vai mal no reino da Direcção do jornal...
Do mesmo grupo económico, o 'Jornal de Notícias' ensina como se faz uma primeira página.
> O semanário 'Sol' informa que "1 quilómetro de estrada em Braga vai custar 8 milhões de euros", que "A RAVE não tem ordem para parar TGV", que os Açores fogem a cortar 5% aos funcionários" e que "A PT pagou 1,5 milhões a Rui Pedro Soares em 2009". Deve ser tudo mentira porque o país tem estado em regime de austeridade...
> Quase ninguém tinha ouvido alguma vez falar do jornal "A Voz de Loulé". Era um jornal de qualidade abaixo de zero. Um dia, o seu proprietário e director decidiu vender o jornal. Praticamente ninguém se mostrou interessado. O título e o seu respectivo registo era a única coisa valiosa em todo o espólio. Na altura, no ano de 2005, fui contactado no sentido de assumir a direcção do jornal se determinado grupo económico com interesses ligados às decisões da Câmara Municipal de Loulé viesse a adquirir a propriedade da publicação louletana.
Passados uns meses, o director e proprietário informou-me que iria vender o jornal e que os novos proprietários haveriam de me contactar. Nunca mais. Devem ter perguntado ao aparelho do PSD se eu era da "cor" e como a resposta deve ter sido negativa, o contacto nunca se chegou a estabelecer. Obviamente que nunca mais me preocupei com "A Voz de Loulé" ou com o seu eco na esfera do jornalismo português. Qual não foi o meu espanto, quando hoje ouvi a rádio a dar grande ênfase a uma importante "entrevista" que Cavaco Silva teria concedido ao jornal... esse mesmo, "A Voz de Loulé", com o pretexto justificativo pela escolha de que a publicação pertence ao Concelho onde o recandidato a Presidente da República nasceu. HUM!...
> O 'DN' de hoje anuncia que "ensina 30 mil jovens por ano a fazer jornais". Para quê? Não será certamente para que os jovens venham a "fazer" jornais. Vivemos dias cada vez mais difíceis na imprensa, onde o desemprego aumenta e onde se prevê o fim dos jornais em papel. Só se os 30 mil jovens que aprendem anualmente a "fazer" jornais vão trabalhar em centenas de publicações online que venham a ser criadas...
João Eduardo Severino
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