> Os mesmos que andaram a insultar os "continentais" sempre que os "bandidos", "imbecis" e "estúpidos" do continente não lhes enviavam a massa necessária para as obras faraónicas que deram milhões para o bolso de muitos madeirenses, são os mesmos que agora vêm ameaçar com a independência da Madeira. Estamos fartos de gentalha dessa estirpe. Que se lhe conceda a independência, já!!!
"Se continuarmos a a ser atacados por Lisboa, acho muito sinceramente que a próxima revolta será a revolta dos madeirenses e será pela nossa independência, para seguirmos os nossos próximos rumos", disse ontem o líder da JSD/Madeira, José Pedro Pereira, no Funchal.
Quem toma uma posição destas (recado de Jardim?) só merece uma resposta dura e pronta por parte dos portugueses no sentido de lhes fazer a vontade de imediato. Mas antes da declaração da independência, os madeirenses devem devolver o "buraco" de cerca de 8 mil milhões de euros que foram para os bolsos de muita gente e para os túneis absurdos.
> Calma, estou a falar do Coelho da Madeira. O tal que os tem no sítio e que desmascara as vigarices na Madeira. O deputado do PTP-Madeira José Manuel Coelho voltou a perturbar os trabalhos do plenário da Assembleia Legislativa da região ao ocupar a cadeira destinada ao presidente do Governo madeirense, exibindo uma foto de Alberto João Jardim. É o maior...
> Afinal, o que escrevi aqui tinha lógica, porque Cavaco Silva entra no jogo para pressionar Passos Coelho a suavizar programa.
> No aeroporto do Funchal, um magistrado do Ministério Público tentou acompanhar a mulher e filhos até ao avião, entrando em área reservada de segurança. Solicitou um cartão de acesso e as autoridades do aeroporto não lhe facultaram o cartão pretendido. O procurador apresentou o caso aos seus superiores e como o procurador-geral da República, Pinto Monteiro, não tem mais nada para fazer, acaba de enviar ao presidente do Governo Regional da Madeira um ofício defensor da legalidade da presença dos magistrados nas áreas reservadas dos aeroportos com... estão sentados?... com... não caiam... 68 (sessenta e oito) páginas...
> Alberto João Jardim continua a ofender quem lhe tem dado há anos o ganha-pão. O continente envia milhões de euros todos os anos para a Madeira. Os milhões de cidadãos continentais sustentam uns milhares de ilhéus e depois vem o homem que governa os madeirenses insultar quem financia os seus desmandos.
Hoje, AJJ passou das marcas e é preciso que os continentais deixem de ser cobardes e que se decidam por uma lição à criatura. A discursar no Funchal teve a desfaçatez de dizer que se as negociações com o Governo central não chegarem a um acordo que se está "nas tintas" para isso. "O que me interessa é o povo madeirense e eu não sinto qualquer afecto por gentes de outras latitudes".
É importante que seja criado no continente um grupo anti-Jardim que lhe demonstre o maior desprezo e o repúdio por todas as ofensas que nos faz. Sempre que a criatura chegue ao aeroporto da Portela deve ser recebido por assobios, ovos e tomates. Haja coragem para dar uma lição a esta criatura desprezível e malcriada.
> Depois do que fez e que é sobejamente conhecido. Não é? Não me digam que ainda há alguém que não saiba os milhares de milhões que Alberto João Jardim esbanjou a seu bel prazer. Cantou de galo durante anos. Insultou tudo e todos conforme o lugar e a ocasião. Chamaram-lhe à atenção do buracão e agora arma-se em vítima. Cada vez que usa da palavra é apenas para dizer a mesma coisa: "Ai, andam aí uns malandros a quererem tirar-me o tacho, é dentro e fora do meu partido, é no seio dos colonialistas do continente, é nos manobreiros da comunicação social, ai, que me querem tirar o ganha pão que eu já tenho no Brasil, acudam-me que os malandros andam numa campanha contra mim para me tirar o poder!!!". Grita tanto, que ainda o atiram ao mar...
> Há que criar um movimento nacional contra os sobas que governam a Madeira. Chegou a hora de os madeirenses se definirem. Ou querem continuar ligados a Portugal ou preferem a independência. Se a maioria na Madeira tender para a opção independentista tal como os dirigentes do PSD-M pretendem, então, que os portugueses decidam não dispensar nem mais 1 euro para a Madeira.
Miguel de Sousa, o independentista
“Independência sim, separatismo não”, defende vice-presidente do PSD-Madeira
> O homem não tem vergonha. É mesmo o rei da Madeira a rir-se do continente. Vem aqui fingir-se de cordeiro, dá uma de charme ao Passos Coelho e outra de humilde ao Cavaco Silva e pira-se de borla na executiva da TAP. Chega ao Funchal e anuncia logo que os milhões não vão faltar. Os capangas batem palmas e recebem mais benesses. A empresa de um amigo leva já uma concessão directa para as iluminações de Natal. O homem dá-se ao luxo de fazer o que quer, anulou um concurso público e adjudicou directamente por três milhões de euros os fogachos pirotécnicos para o Natal na Madeira. A canção continua a cumprir-se: a Madeira é um Jardim.
> O Marítimo é a primeira desgraça à vista com a "boa" governação de Alberto João Jardim. O clube pode acabar. Ontem, não terminou o jogo com o Gil Vicente devido ao nevoeiro que se instalou em Barcelos. Os 15 minutos que faltam serão jogados hoje às 16.00 horas. Mas, com que estado de espírito? Assim: Tribunal decreta arresto do campo do Marítimo e subsídio do Instituto do Desporto.
> Afinal, descobriu-se que a Alemanha está com um buraco colossal. Um buracão de 55,5 mil milhões de euros, meus senhores.
E agora, como vai ser? É coisa que se resolve pedindo um empréstimo ao off shore da Madeira... buracos é com eles.
> Alberto João Jardim viaja entre o Funchal e Bruxelas todas as semanas. Viaja em classe executiva e dirige-se a Durão Barroso. A Barroso por quê? Barroso deve-lhe alguma coisa? Jardim tem Barroso na mão, sabe-se lá por que jeitinho? Jardim só quer mais dinheiro. Só quer mais empréstimos. Só quer mais charutos. O resto não importa. Qual resto? Por exemplo, isto: Eurostat confirma agravamento do défice de 2010 em 0,6 pontos por causa da Madeira.
> A paciência tem limites. Qualquer português de bom entendimento sobre o que se passou na Madeira já não admite mais desmandos a Alberto João Jardim. Leio no 'DN': "Jardim exige negociar medidas do orçamento". Esse senhor não pode exigir mais nada. A alcunha desse senhor tem de passar a "come e cala". O ditador da Madeira dá-se ao desplante de não querer medidas inscritas no Orçamento 2012 sem negociações prévias. Este senhor não tem mais querer. Nem mais uma condescendência com este senhor. Esperemos que o governo nacional saiba estar à altura e de uma vez por todas que ponha esse senhor na linha e lhe transmita que se não fizer o que lhe mandam sobre a dívida dos 8 mil milhões, que se vá embora.
> - É pá, o Jardim diz que governará sozinho!
- Ó pá, ainda bem! É de maneira que já não me vai mais ao bolso...
©jes
> Quase metade do povo madeirense não foi às urnas. Alberto João Jardim não sabe governar sem milhões de euros para gastar sem controlo e sem fiscalização. Apesar de mais uma vitória nas eleições da Madeira, com um resultado muito reduzido comparado com os anteriores, Jardim não vai aguentar à frente do governo madeirense nos próximos quatro anos.
> Como eles se entendem. Eles, são Alberto João Jardim e Mário Nogueira, líder da Fenprof. Na Madeira, Jardim inaugurou mais um item da campanha eleitoral, concretamente, a sede do sindicato de professores, aproveitando o dia dos professores. E precisamente para dizer mal do ministro Nuno Crato, Jardim contou com a presença de Mário Nogueira na mesma bitola. É vergonhoso como vai o nosso sindicalismo...
> Jardim ganha as eleições com maioria absoluta na Madeira. Chama a fanfarra, veste-se à Carnaval, faz a festa e ofende o Governo nacional e os continentais. Pois muito bem, sendo assim, o soba que goze a vitória em pleno e que haja a coragem de o informarem que ele e a sua trupe é que têm de pagar a dívida de oito mil milhões de euros. Com que direito é que um cacique com o dinheiro dos outros compra os votos maioritários e ainda ofende quem paga o regabofe?
Comentário do Pau de Ferro (colaborador):
Há quem se espante e não perceba que quanto mais batem mais gostam deles. E quem ache incrível continuar a acreditar no Alberto.
Não se admirem do fado e gozo, deles e nosso, quando "permitimos tudo o que nos fazem e fazemos tudo o que nos permitem".
Qual é o espanto? Com obra de ruína em estado avançado de consolidação Sócrates não ganhou eleições? E já podre e falido não foi aclamado no conclave caseiro e beato de Matosinhos? Esta fixação fundamentalista e doentia em Jardim é ensaio trôpego de uma procissão de carpideiras para todo o serviço, compradas, desavergonhadaas, fecundadas e mal pagas!
Albertos há muitos.
> O tal jornal que na Madeira é sustentado com o nosso dinheiro que é enviado para o governo regional está a dar que falar. Vários candidatos do PND entraram pelas instalações do pasquim e dali não saem. Candidatos do PND barricados no Jornal da Madeira.
> Alberto João Jardim alvitrou a independência para a Madeira, no decorrer de um comício realizado ontem no âmbito da campanha eleitoral onde está a gastar mais de 1 milhão de euros. Independência? Quer? Pois bem, basta de chantagem que há anos atira para cima de todos os governantes portugueses. Num momento em que se descobriu que a dívida da Madeira ascende a mais de 7 mil milhões de euros e que o ditador não tem como a pagar, os portugueses devem dizer muito claramente: BASTA!!! Que se conceda imediatamente a independência é certamente a vontade da maioria dos portugueses e que o ditador vá buscar o dinheiro junto dos independentistas.
Os madeirenses que quiserem optar por Portugal devem ser recebidos no continente com todas as honras.
Jardim pede independência da Madeira
> Jardim admite que dívida da região deve rondar os cinco mil milhões de euros.
Jardim: dívida de €5.000 milhões é "coisinha de nada".
> Acabei de ouvir na RTP o ex-ministro das Finanças Eduardo Catroga a dizer que em 1994/95 confrontou Alberto João Jardim com a dívida da Madeira. Que Jardim pretendeu o perdão da dívida e que Catroga rejeitou. A dívida seria perdoada por António Guterres.
> ... que nada acontecerá. Entretanto, para inglês ver (como diz a nova e excelente canção 'Página em Branco' do Jorge Palma) temos isto: PGR ordena inquérito-crime sobre Madeira.
> O Marítimo é o clube de Alberto João Jardim. O chefe do executivo da Madeira tem sido o mentor dos desvarios nos gastos que o clube de futebol tem levado a efeito, nomeadamente a construção de novas bancadas no estádio. O Marítimo está actualmente afogado em dívidas.
Entretanto, a empresa AFAVIA Engenharia e Construções S.A. (AFA) moveu um procedimento cautelar contra o Marítimo, na sequência de uma dívida que totaliza (já com juros superiores a dois milhões de euros) os 7 405 603,05 euros. O caso remonta ao ano de 2004, e refere-se à construção da segunda fase do complexo desportivo do clube.
> No próximo domingo realiza-se no Funchal uma manifestação promovida por um grupo de madeirenses envergonhados e indignados com o reinado de Jardim. É bom que os madeirenses possam mostrar ao mundo que nem tudo pode ser permitido com o esbanjamento ilegal de dinheiros que pertencem a todo o povo. A manifestação deverá reunir milhares de pessoas que não estão de acordo com as acções de Alberto João Jardim à frente do governo regional da Madeira.
> O silêncio é a nova forma de fazer política no Palácio de Belém. Cavaco Silva depois de andar a esconder aos portugueses tudo o que sabia sobre os desvios astronómicos nas finanças da Madeira, depois de aceitar impunemente o insulto de "senhor Silva", depois de aceitar vergonhosamente que a Assembleia Legislativa da Madeira não realizasse uma sessão extraordinária durante a sua visita oficial, vem agora reunir de emergência com o primeiro-ministro para decidir o... silêncio. Silêncio sobre uma matéria gravíssima à qual os portugueses estão empenhados em repudiar vivamente.
Não se pode aceitar que os nossos governantes e representantes da soberania nacional permitam que numa determinada região do país reine a desbunda, o roubo, o compadrio, a discriminação, o insulto, a prepotência, a lavagem de dinheiro, a falta de democracia e a ilegalidade. O presidente (a partir de hoje neste blogue "presidente" com pê pequeno) da República não pode proibir os jornalistas de entrar em Belém para que não se possa informar o povo da matéria inerente a um encontro importante com o primeiro-ministro. Todos temos direito à informação e não podemos admitir que a república de bananas existente na ilha da Madeira seja extensiva ao território de um país que se quer digno.
> De buraco em buraco se faz riqueza. Tribunal de Contas detecta novo buraco de 220 milhões na Madeira.
EXIGE-SE A DEMISSÃO IMEDIATA DE JARDIM
> O acto mais vergonhoso e criminoso cometido no regime democrático do pós-25A foi ccometido na Madeira pelos homens de Alberto João Jardim. O deputado madeirense António Fontes desmascarou a fraude que foi cometida nas eleições presidenciais de 1980 quando o general Ramalho Eanes venceu. Na Madeira foram validados milhares de boletins de eleitores que não participaram no acto eleitoral. Uma fraude gigantesca que desvirtua qualquer eleição. Há dúvidas que o mesmo tenha acontecido em outras eleições regionais. Exige-se a imediata demissão de Alberto João Jardim.
> A Madeira é um verdadeiro despesismo do nosso dinheiro. Os continentais constantemente insultados por AJJardim contribuem com a grande fatia do bolo para a sustentação da Madeira e depois o "inteligente" entrega os milhões para se construirem igrejas.
Para quê, se a Igreja no Vaticano tem um orçamento gigantesco para fazer frente a todas as necessidades?
Jardim entrega milhões para construir igrejas porque sabe que posteriormente todos os padres saberão indicar aos fiéis o sentido do voto. E o voto é... em Jardim. Límpido como a água da fonte da Calheta. Nova igreja de Câmara de Lobos custou mais de quatro milhões.
> É pá, o Jardim mandou dizer que na Madeira não há buraco nas contas!
- Pois não, pá! O que há é um buracão...
© jes
> "Alberto João Jardim levou Madeira à bancarrota"
Maximiano Martins, líder do PS-M
> E ainda há quem duvide da governação vergonhosa que Alberto João jardim desenvolveu na Madeira? Está à vista, bem à vista, quanto dinheiro tem sido pago por todos os continentais para que os ilhéus não desfrutem do desenvolvimento igualitário a que teriam direito. O compadrio e amiguiosmo na Madeira resultou no escandaloso défice de cerca de 500 milhões. Como é possível que os prejuízos de uma empresa que construía estradas tenham ido parar às contas do Estado? Isto, ultrapassa todo o racional. E há que, de uma vez por todas, dizer BASTA a esse senhor que tem governado a seu bel-prazer e que atira as culpas (e as ofensas) para cima dos continentais. Portugal só tem uma coisa a fazer: corroborar com a ameaça e conceder a independência à Madeira. 'Troika' descobre novo buraco de 223 milhões na Madeira.
> Não há que ter complexos e preconceitos relativamente aos Açores e à Madeira. Alberto João Jardim já falou em independência, a propósito do anúncio de redução de horas de transmissão da RTP nas regiões autónomas. Carlos César veio com a chantagem de que a medida é "perigosa". OK, querem a independência? Tratem de o ser. Deixemo-nos de subtilezas, falsidades e de hipocrisia. Querem a independência, que seja já. O povo português só fica a ganhar em abandonar a soberania nos arquipélagos da Madeira e dos Açores. Os cidadãos daqueles territórios que desejem continuar a ser portugueses devemo-los receber de braços abertos. Independência? Já! Mas já!
João Eduardo Severino
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