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Pau Para Toda A Obra

Pau Para Toda A Obra

Vanessa Fernandes é Mulher do Ano


O nosso blogue PPTAO colocou à mercê dos nossos leitores a eleição da Mulher do Ano 2007 na óptica de quantos nos visitam. A campeã do mundo do Triatlo, Vanessa Fernandes, foi a mais votada e assim a eleita dos nossos leitores. Obrigado pela vossa colaboração.

Vanessa Fernandes - 11 votos
Leonor Beleza - 10
Alexandra Lencastre - 9
Soraia Chaves - 8
Lídia Jorge - 7
Cristina Branco - 4
Maria João Avillez - 3
Fátima Campos Ferreira - 2
Carolina Salgado - 2
Graça Morais - 1
Paula Rego - 1

Com zero votos:
Alice Vieira, Maria Cavaco Silva, Judite de Sousa, Ana Drago, Luísa Mesquita, Maria Flor Pedroso e Maria Elisa

Este ano não há Presépio


Meus amigos é com tristeza que vos digo que este ano não há Presépio. Passei pela igreja da Paróquia e o padre disse-me que não há Presépio porque a vaca está louca e não se segura nas patas; Os reis Magos não podem vir porque os camelos estão todos no Governo; O burro está a treinar o Benfica; Nossa Senhora e S. José foram meter os papéis para o rendimento mínimo; A ASAE fechou o estábulo por falta de condições; E o Tribunal de Menores ordenou a entrega do Menino Jesus ao pai biológico...

Cinco museus na net

Cinco novos sítios na internet de outros tantos museus dependentes do Instituto dos Museus e da Conservação (IMC) acabam de ser disponibilizados aos cibernautas.
Entre os estreantes online, encontram-se o Museu D. Diogo de Sousa (http//mdds.imc-ip.pt), o Museu de Évora (http://museudevora.imc-ip.pt), o Museu da Guarda (http://museudaguarda.imc-ip.pt), o Museu de José Malhoa (http://mjm.imc-ip.pt) e o Museu Nacional de Machado de Castro (http://mnmachadodecastro.imc-ip.pt).
Os sítios partilham um sistema de "backoffice" comum (uma plataforma dinâmica "back office-front office" de gestão, organização e tratamento de conteúdos através da qual são criados, editados e suportados o conjunto dos sítios) e exibem uma identidade gráfica e de conteúdos exclusiva de cada museu.
Se neles se reconhece uma arquitectura familiar - com informação relativa a colecções, exposições, actividades e serviços -, apresentam, contudo, desenvolvimentos específicos que resultam das linhas de trabalho e dinâmicas de cada museu.
Todos eles dispõem de uma versão inglesa e foram desenhados de acordo com as regras de acessibilidade na internet.


Com 83 anos andou seis quilómetros em contra-mão

Andou seis quilómetros em contramão na A4 (na zona de Paredes) até que duas patrulhas da Brigada de Trânsito da Maia o interceptaram, evitando que provocasse mais danos, além de um despiste e uma colisão que já tinha provocado. Ontem, ao início da tarde, pelas 14,40 horas, um homem de 83 anos foi interceptado pela BT quando conduzia na auto-estrada número 4 em direcção a Amarante, mas a seguir nas faixas com direcção para o Porto.
A culpa não é dele, mas sim de quem o autoriza a ter carta de condução.

António-Pedro Vasconcelos abre o livro


A poucos dias de estrear um novo filme, António-Pedro Vasconcelos diz-se um "outsider" no cinema português, desconfia dos críticos e arrasa o sistema de apoios estatais.
Em entrevista à agência Lusa a propósito de "Call Girl", o filme que estreia no dia 27, o realizador português lamenta que, em mais de trinta anos de carreira, esta seja apenas a sua sétima longa-metragem.
"Tenho sete filmes e não consigo vencer essa fatalidade. Enquanto as regras do jogo forem estas, é mais ou menos inevitável", disse António-Pedro Vasconcelos, de 68 anos.
Em causa, segundo o autor, está o actual sistema de atribuição de subsídios aos produtores de cinema, repartido entre o Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA) e um Fundo de investimento criado recentemente pelo Estado.
"O [subsídio do] ICA é a fundo perdido, é o paraíso dos produtores, porque não têm que dar justificações a ninguém, é a desresponsabilização total", enquanto com no Fundo, "o produtor é penalizado, porque todas as receitas que o filme faça são para reverter para quem investiu", lamentou o cineasta.
António-Pedro Vasconcelos diz que "não tem outro remédio" senão pedir apoio ao ICA, mas sente-se um "outsider", porque a sua profissão não é o cinema.
É comentador desportivo, dá aulas de cinema, escreve para a imprensa e nos últimos anos tem filmado no "defeso" - como diz com algum humor - quando não se realizam campeonatos internacionais de futebol, como o europeu e o mundial.
António-Pedro Vasconcelos é um defensor de uma indústria cinematográfica com espaço para todos os géneros, um cenário que diz não existir em Portugal.
"As pessoas que parasitam o cinema não querem que haja indústria porque é confortável", acusou.
O realizador não poupa ainda a crítica de cinema, tanto em Portugal como nos outros países.
"A crítica está desnorteada em todo o mundo, está numa enorme decadência, porque o cinema europeu perdeu o norte, desapareceu, suicidou-se, não têm hoje uma marca distinta", disse.
António-Pedro Vasconcelos assina o último filme português de 2007, que sucede a "Os imortais" (2003), "Jaime" (1999), "Aqui d´el rei" (1992), "O lugar do morto" (1984), "Oxalá" (1980) e "Perdido por cem" (1973).

SS.

Lusa/fim

Governo descarta-se dos velhotes

É a nova descoberta deste Governo. Lares para idosos, condignos, bem apetrechados, com pessoal suficiente e tecnicamente bem formado, com alimentação saudável? Qual quê. A Terceira Idade despacha-se para as casas das chamadas famílias de acolhimento. Diz o Governo que já existem muitos casos, que dá às famílias cerca de 500 euros por cada idoso que recolham. Mas quem é que disse aos governantes que essa era uma boa solução, se temos assistido a tantos casos de maus tratos? Começou a caça a uma nova modalidade que vale 500 euros.