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Pau Para Toda A Obra

Pau Para Toda A Obra

Deprimente


Quem olhe para a primeira página da edição de hoje do Expresso fica absolutamente deprimido. Veja lá se você tambem não fica depois de ler isto: A manchete diz-nos que o BCP perdeu mais dinheiro por ter desistido de cobrar o que tinha emprestado. Desta vez, o BCP perdeu 28,5 milhões de euros com um crédito à Somerset, empresa pertencente a Goes Ferreira, um amigo de Jardim Gonçalves. Médicos e professores pertencentes a muitas famílias da classe média-alta já pedem comida para os filhos. Nos últimos três meses dispararam os casos de famílias que recorrem ao Banco Alimentar para poderem sobreviver. A GNR andou a conspirar contra o inspector-geral da Administração Interna com autorização do seu comandante-geral. Mourato Nunes autorizou, em ofício, que fosse publicitado em todas as unidades, um jantar de oficiais cujo objectivo era criticar as declarações do juiz Clemente Lima. A CGTP leva com o ditado popular "Bem prega Frei Tomás...". Lamentavelmente dez dos 12 professores de uma escola gerida pela confederação sindical são pagos a recibo verde, não têm subsídio de férias nem de Natal e se perderem o lugar de trabalho não terão subsídio de desemprego. Paula Teixeira da Cruz vinga-se de Luís Filipe Menezes e alia-se a António Costa. A ainda líder da Distrital do PSD em Lisboa contraria instruções do líder laranja e quer aprovar o empréstimo de 500 milhões pretendido por António Costa. Que houve um português que colaborou intimamente com Hitler fazendo parte de um grupo restrito de cientistas que, em plena II guerra, teorizou e testou a política de supremacia racial da Alemanha nazi. E ainda se pode ler que afinal a explosão no prédio de Setúbal foi um acto premeditado levado a cabo por um morador e técnicos de instalação de gás natural... fica-se ou não deprimido?

Governo perdeu, Marinho Pinto venceu na Ordem dos Advogados


O jornalista e advogado António Marinho Pinto foi eleito bastonário da Ordem dos Advogados, derrotando o candidato conotado com o Governo, Magalhães e Silva. António Marinho Pinto bateu nas urnas os advogados Garcia Pereira, Menezes Leitão e Magalhães e Silva.
Marinho Pinto pertenceu à equipa liderada por José Miguel Júdice, tendo sido afastado pelo bastonário das suas funções na presidência da Comissão dos Direitos Humanos pelas críticas duras que dirigiu - e mantém - à magistratura portuguesa, em vésperas do Congresso da Justiça promovido pela Ordem dos Advogados, em 2003.
O novo bastonário da Ordem dos Advogados tem a carteira profissional de jornalista profissional há cerca de 30 anos e nas suas primeira afirmações como novo bastonário eleito sublinhou que "serei o advogado dos advogados e um provedor da cidadania. Apoiarei a defesa dos direitos fundamentais dos cidadãos e da carta dos direitos humanos".


Restaurar Portugal


Hoje é feriado nacional. É dia 1º de Dezembro. É dia da Independência. É dia da Restauração Nacional. É bom que todos saibam que comemoramos uma data histórica que devia orgulhar todos os portugueses. Uma data marcante em 1640 e signigicativa nos dias de hoje. Aos mais novos dizer-lhes que este dia celebra o 1º de Dezembro de 1640, data em que os portugueses terminaram com a ocupação soberana pelos espanhóis que pensavam ficar para todo o sempre com o nosso território. Pensavam e pensam, daí o repúdio que merecem todos quantos a nível governamental nada fazem para lembrar e comemorar esta efeméride. Imaginem que até a rádio oficial, a Antena 1, abriu esta manhã o primeiro noticiário do dia sem uma qualquer referência ao dia da Independência. Notícias de Chávez, de Sócrates, da Ìndia, da Galp, de Angola e da nossa Restauração de soberania, nem um viva. Viva à Independência Nacional!!! Uma independência cada vez mais dependente, coincidência do destino, precisamente dos espanhóis e de outros estrangeiros. Vendemos o Algarve a espanhóis, a ingleses, a alemães, a holandeses, a russos e outros. Vendemos o Alentejo a espanhóis, a holandeses, a chineses, a americanos e a irlandeses. Vendemos o resto do país a quem o quiser. É fartar vilanagem. O país já não é nosso, mas é nosso o sentimento de identidade. Somos portugueses, gritemos bem alto: SOMOS PORTUGUESES! Inacreditavelmente temos uma quantidade de partidos políticos que nem sequer se dignam organizar uma sessãozita cultural para recordar este dia que comemora a nossa identidade política. Apenas o Partido Nacional Renovador (PNR), conotado com a extrema-direita, sai às ruas de Lisboa e Porto. O PNR entende que a sua manifestação nas ruas se justifica porque é importante protestar contra os ataques à soberania do País, contra o novo Tratado de Lisboa, contra a imposição de uma Constituição europeia e contra a transferência de soberania para Bruxelas. Chamem-lhes fascistas, chamem-lhes o que quiserem, mas são os únicos que têm a coragem de gritar bem alto contra uma realidade que poucos querem admitir: estamos a ser vendidos a retalho num tempo em que seria imprescindível restaurar Portugal.

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