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Pau Para Toda A Obra

Pau Para Toda A Obra

Quem será?


O CDS/PP tem cada ideia de uma pessoa cair para o chão... a rir. Agora colocou nas ruas de Lisboa um outdoor contra o previsto alargamento do terminal de contentores e o prolongamento da respectiva concessão à Liscont até 2042, sem concurso público. O partido de Paulo Portas pergunta: "Afinal, quem ganha com isto?". Ora, quem havia de ser: obviamente, Jorge Coelho!

Na sombra da sombra (10)























photo Helder Mendes



Entre os papéis
As tuas cartas
As saudades
As promessas
As mentiras

Vento de Outono
Revolta o espólio
Empurra a lembrança
Corrói o que sinto

Despida de preconceitos
Aceito os papéis rasgados
Coração despedaçado
Mente sofrida
Arquivo de amor e dissabor.

Ana Lencastre (colaboradora do PPTAO)

Um sobe, outro desce




Muito se fala no galardão para o melhor futebolista do mundo. A escolha deve recair entre Cristiano Ronaldo e o argentino Messi, do Barcelona. Enquanto Messi tem encantado quantos têm visto os seus golos (ontem marcou mais dois fabulosos em Sevilha), Cristiano Ronaldo não brilha na selecção nacional nem no Manchester United, e quanto ao comportamento tem sido de "puto mimado": refila com os árbitros, faz gestos para o público e hoje, para confirmar tudo isto, foi expulso no derby City-United, em Manchester. Na minha opinião já não merece o prémio.
Para os que seguem as coisas do futebol, dizer-nos que o United venceu o City por 0-1 e que o Inter, de José Mourinho, venceu o Nápoles por 2-1.

O Sismógrafo (3)


Banco dos aflitos

por J.C.






Mais um banco em apuros. O governo vira as costas ao caso. O jurista da instituição bancária, um conhecido advogado, declara que a esmagadora maioria dos clientes são pequenos e médios empresários. Grande parte deles são pessoas de poucas poupanças e muitos têm até parcos rendimentos.

Ninguém entende porque é que o governo ignora o caso. Não se percebe como é possível o Estado demitir-se das suas funções, quando os indicadores apontam o caso como um agravamento da crise social. Os clientes acorrem aos inúmeros balcões do banco espalhados pelo País. Ao contrário do que possa pensar-se, não há levantamentos: as pessoas fazem novos depósitos e até convencem outros a tornar-se clientes. Acreditam que este novo fôlego pode ser a chave do sucesso.

Os empregados da instituição estão sem receber, mas não abandonam os seus postos de trabalho. Uns aos balcões das delegações a receber os clientes e a atender o público, outros na sede a cuidar dos depósitos, todos eles acreditam que melhores dias virão. O Estado finge que não vê a situação aflitiva que se vive e o banco mantém-se aberto, concentrado no esforço para alcançar o objectivo desejado. Todos juntos, percebe-se que querem dar a volta às dificuldades e ser bem sucedidos. Em breve, os números para enfrentar a crise serão divulgados pelo próprio BACF (Banco Alimentar Contra a Fome)...

Superhomem, o reconquistador








Zé,
o superhomem. Esta é a nova alcunha do vereador José Sá Fernandes que conseguiu reconquistar um pedaço de Lisboa aos mouros. O pedaço de terra foi o 'Aquaparque' e os mouros eram os proprietários daquele espaço de diversão que se encontrava encerrada há muito tempo.
O Zé, superhomem, rodeou-se de uns quantos guarda-costas, perdão, fiscais da Câmara Municipal de Lisboa, de todo o armamento possível, perdão, de alicates, martelos e outras ferramentas para rebentar com os cadeados que se encontravam nos portões e pumba!!! aí vai ele pelo 'Aquaparque' dentro, gritando: "Consegui!!! Consegui!!! Reconquistei este espaço importantíssimo da cidade e sem medo algum vim aqui pôr estes gajos na rua que não queriam sair a bem. Consegui! Não saíam a bem, saíram a mal! Agora vou varrer este lixo todo que há por aqui e vou construir um Bragaparques, ai que me enganei, estava a pensar na corrupção que inventei para o outro, e sendo assim, vou mandar construir um Lisboaparque em sociedade com o meu amigo Costa!"

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