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Pau Para Toda A Obra

Pau Para Toda A Obra

faz hoje 38 anos...

 

> ... que o chefe de redacção na RTP, o meu saudoso amigo José Manuel Marques, me chamou e disse: "Olha, puto, como sabes faz hoje um mês que começaste a trabalhar e a Direccção de Informação (Vasco Hogan Teves) acha que tens jeito e capacidade para seres jornalista. O teu estágio acabou e boa sorte". Parece-me que tive de pagar um copo ao Cordeiro do Vale, Bessa Tavares, Adriano Cerqueira, Luís Alberto Ferreira, José Esteves Pinto, Herculano Carreira, Ribeiro Soares, Armando Carvalho, Rodrigo Emílio, Vasco Centeno, Abílo Abrantes, João Facha e aos assistentes Veiga e Carlos.

 

conselho

 

> Aconselhamos os jornalistas do 'Expresso' que se dedicam às notícias sobre unidades navais da Marinha, que se informem devida e profundamente antes de escreverem parvoíces, aldrabices e invenções que os interesses norte-americanos lhes incutem, sem sequer se darem conta que estão a trabalhar para uma obrigatoriedade baseada no poder comercial/publicitário que é entregue ao jornal por determinadas multinacionais e que obriga o semanário a perder a sua independência jornalística.

O que se passou com as fragatas adquiridas pela Marinha à Holanda, na versão 'Expresso', é uma vergonha. Portugal adquiriu fragatas mais baratas, eficientes, do melhor que há no mercado, mas rejeitou as americanas. A partir daí tem sido um chorrilho de influências nefastas, através dos advogados representantes dos muitos interesses americanos, para que se arrase toda e qualquer aquisição de unidades navais. Incluindo os submarinos. Ou vocês acham que os americanos e os seus fabricantes de armamento (os tais que controlam as eleições norte-americanas) teriam ficado satisfeitos por Portugal comprar os submarinos aos alemães?... Ai, jornalismo português por onde andas... qualquer dia só consegues passar pelo cano de esgoto...

 

algo vai mal no reino das forças de segurança

 

> É útil para o ministro da Administração Interna e para o seu chefe de Governo que não brinquem mais com salários em atraso na GNR e na PSP. As reuniões sucedem-se no seio dos militares e dos polícias e nunca se sabe se essa classe importantíssima na segurança dos portugueses não perde a cabeça e não arromba os portões...

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