Quinta-feira, 31 de Março de 2011

guerra civil em portugal

 

 

 

> Quem ouve o Presidente da República a falar e simultaneamente Francisco Assis, Silva Pereira e Teixeira dos Santos pode naturalmente pensar que em Portugal, mais tarde ou mais cedo, irá acontecer uma guerra civil, nem que seja ao murro. O governo do PS enterrou a economia e deixou o país à beira da bancarrota e ainda vem comportar-se com a maior falta de dignidade jamais vista.

É importante e necessário que o Governo salve o país da bancarrota. Para isso, terá de contrair empréstimos a entidades estrangeiras. Cavaco Silva declarou perante o povo de que o Governo em gestão pode realizar perfeitamente esse desiderato. Mas, a vingança do PS serve-se fria e anuncia que estando o Governo em gestão não tem poderes nem condições para contrair empréstimos. Está verdadeiramente a brincar com o povo e quando esse mesmo povo sentir que está a cair no poço, cuidado com o que pode acontecer.

O PS que sempre teve uma atitude de grande responsabilidade pelos valores da liberdade e da democracia, está agora a empurrar os portugueses para o confronto grave, do qual pode resultar um regime ditatorial. Os actuais dirigentes do PS estão a encaminhar as responsabilidades da crise em que vivemos para o seio dos outros partidos, quando o povo sabe perfeitamente que a responsabilidade da situação apenas se deve a uma má governação nos últimos seis anos.

No caso de o Governo não assumir as suas obrigações de continuar a contrair a necessária intervenção financeira junto de entidades estrangeiras, assistiremos certamente a algo de muito grave no comportamento de quantos deixam de ter salário, aposentação, reforma, pão e leite.

Apelamos à sensibilidade patriótica da maioria dos socialistas que não se revê na liderança actual do PS, no sentido de tomar uma posição radical que obrigue os governantes a evitar que a violência generalizada se apodere dos portugueses.

 

por João Severino às 21:08
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se calhar foi um curso igual ao do outro

 

> Puro Prazer era uma empresa cujos sócios eram Paulo Campos, actual secretário de Estado e Marcos Baptista, administrador dos CTT. Há muito que se duvidou da veracidade da licenciatura que Marcos Baptista introduziu no CV. Desde 2005 que nos CTT o "senhor doutor" aufere rendimentos inerentes à função. Será que vai devolver todo o dinheiro recebido ilegalmente?, porque o referido administrador deixa os CTT após suspeitas sobre falsificação de currículo.

Ou terá sido por Puro Prazer?...

 

 

 

 

 

 

por João Severino às 20:38
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conselho de estado

 

> - É pá, acabei de reunir o conselho de estado!

 

- Ó pá, de qual estado?

 

- Do estado da minha saúde...

 

© jes

 

por João Severino às 19:06
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na tvi está muito calor

 

 

> Se a temperatura do ar subiu hoje em Lisboa para os 25 graus, na TVI o ambiente tem andado muito mais quente. O calor na redacção entre os jornalistas queima e se pega fogo a alguém poderá ir parar à secção das queimaduras vs prateleira...

 

Então, é assim: (vendida como me a vendeu um jornalista da TVI). Como sabem o Conselho de Redacção demitiu-se. Ninguém soube as razões. São muitas, mas tudo começou a descambar quando a "doutora" Judite de Sousa começou a querer ser a patroa da Informação. Realmente os vícios da RTP são insuportáveis para gente normal...

A Judite tem estado ávida de aparecer no ecrã e já fez o frete ao Teixeirinha dos Santos para uma entrevista onde o ministro irá explicar o que não tem explicação. Mas, o copo entornou quando a jornalista ex-RTP perguntou se já tinham pensado na cobertura jornalística do casamento do príncipe Williams, em Londres. Responderam-lhe que sim e até lhe indicaram o nome do jornalista que já tinha sido escalado para esse trabalho. Vaidade das vaidades, Judite respondeu que não seria assim e que a reportagem em directo do casamento real seria realizada por ela, elle méme.

E pronto, quem manda aqui sou eu, eu é que sou a vedeta e sou eu que vou. E assim, o ambiente na TVI está como podem imaginar...

 

por João Severino às 16:47
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mais de seis milhões já viram estes bebés gémeos a conversar

 

 

 

por João Severino às 16:30
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e o que têm a dizer as jogadoras da selecção feminina de futebol?

 

> Clínica privada afasta médico suspeito de abusos sexuais e que esteve na selecção feminina.

 

 

 

 

por João Severino às 16:19
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aaaaah!... foi golpe?!...

 

 

> António Barreto: Crise política é “golpe” de Sócrates para se vitimizar.

 

 

 

 

por João Severino às 16:11
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imperdível

 

por João Severino às 16:01
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desafio 60

 

 

 

 

Jorge Cabral*

 

 

SANTANA LOPES E OS PONTAPÉS NO BERÇO

 

Senhor Santana,

 

Se fossemos uma monarquia V. Exa. seria o bobo. Mais, se fossemos uma monarquia e o rei fosse o Don Juan já lhe teria dito “callate”. Mas não somos! Somos uma república e o nosso Presidente só soube traduzir este quadro em “moeda falsa”. Mas para bom entendedor…

Se bem me lembro, V. Exa. soube, com suficiente prosápia, mas com alguma infelicidade, criar a imagem dos pontapés no berço, onde V. Exa., metaforicamente falando, estaria tranquilo e deleitado em sonhos de poder e de bajulação das tias deste “rectângulo”.

Na altura reconheci-lhe alguma razão; não porque lhe reconhecesse valor para o lugar que inadvertidamente e sem dignidade ocupou, mas porque a atitude de corrosão e maledicência, perpetrada pelos seus pares me pareceu de grande baixeza.

 

Na verdade, V. Exa. não tinha/tem qualquer competência para o lugar que ocupou, e só alguém sem o mínimo de consistência, responsabilidade, dignidade ou autoridade, se deixa primeiro, conduzir para tal situação, e, posteriormente, varrer insultuosamente como lixo, como o Sampaio lhe fez. Possuidor de uma maioria absoluta, V. Exa. não teve a mínima capacidade para se impor, simplesmente porque não era merecedor do lugar, nem tinha a mínima noção do que fazer com ele, o que parece configurar alguma demência e uma considerável imbecilidade.

Mas o mais grave de tudo é que V.Exa. com o seu diletantismo habitual e uma enorme superficialidade em tudo o que aborda, insiste em continuar numa linha de irresponsabilidade e de inconsistência, contrariamente à atitude que lhe poderia grangear respeito e dignidade.

Lamento ter que lhe fazer um convite sério para que se cale e deixe de nos envergonhar. Simplesmente porque alguém que foi já primeiro-ministro não deve, melhor, não pode proferir as leviandades que V. Exa. tão insultuosamente, para o bom senso, para a inteligência e para a razoabilidade, tão facilmente parece insistir em corporizar.

 

Naquele célebre debate televisivo com José Sócrates é que o senhor teve toda a oportunidade de mostrar quem era, quem é, o que valia e o que vale. E fê-lo! V. Exa. mostrou ignorância nas matérias abordadas.

V. Exa. é o paradigma dos irresponsáveis que se têm apoderado das rédeas dos poderes deste pobre país e conduzido as suas simples e crédulas gentes ao lugar andrajoso, pungente e impensável em que nos encontramos. V. Exa. é bem o estereotipo dos políticos que me provocam profundfa náusea.

Há-os sérios e capazes mas, os do seu estilo tudo farão para se lhes opôr.

Não incomode mais os portugueses.

 

 

*Colaborador residente

 

 

 

 

por João Severino às 11:34
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trabalho sem trabalho

 

 

> À porta do Ministério do Trabalho estavam seis motoristas do Ministério em plena cavaqueira e a fumar o cigarrito da praxe, porque os seus "patrões" estariam no gabinete, possivelmente a ler o jornal, a tomar o café, a navegar na net e ao telefone a marcar a viagem de férias da Páscoa. Só naquele Ministério estão ali seis carros parados, seis motoristas a olhar para o boneco e que, muitas das vezes, têm que aguardar, durante horas extraordinárias, que os seus "patrões" acabem a jantarada para os transportar para casa.

A despesa pública reduz-se de todas as formas. Para quando a existência de carros com motorista na estrutura governamental apenas para ministros e secretários de Estado? Na Suécia, até os ministros utilizam os transportes públicos...

 

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por João Severino às 10:40
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vem aí o benfica-porto

 

por João Severino às 10:13
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o senhor lopes devia ter vergonha

 

 

> Pedro Santana Lopes num país que não estivesse à beira da bancarrota nem sequer era ouvido pelos engraxadores. E à beira da bancarrota por quê? Pelas asneiras que centenas de senhores como o senhor Lopes levaram a cabo. Destruiram a economia e deixaram o povo a pão e água e ainda se atrevem a mandar palpites para enganar tias de Cascais e da avenida de Roma. O senhor Lopes se tivesse vergonha não abria a boca sobre política ou sobre líderes políticos durante um século, depois do que fez como primeiro-ministro. O senhor Lopes num momento em que o seu (?) partido se está a reorganizar, a unir, a cativar mais gente, que tem um líder eleito [e que o derrotou] e que nunca andou pelos corredores do poder a "mamar", vem arrasar o líder do seu (?) partido da forma mais indecente. Se o PSD não serve para o senhor Lopes, por que não cumpriu o que ameaçou? Experimente criar um novo partido, o seu, e verá o resultado "extremamente positivo" que obtém em quaisquer eleições, para aí uns 0,1% dos votos nacionais...

 

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por João Severino às 09:58
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Quarta-feira, 30 de Março de 2011

as mentiras sobre a gnr

 

 

> Anda por aí um(a) aprendiz de feitiçaria, aliás, de jornalismo, a perseguir os actuais comandos da GNR com notícias falsas e a escrever sem ter a noção do que faz. Aconselha-se a aprender a ouvir as fontes credíveis e ir directamente a quem sabe. Quando se afirma que a GNR anda a gastar mais dinheiro, o/a articulista deveria tentar saber o que se passou.

Acontece que o ex-ministro da Administração Interna, António Costa, teve a infeliz ideia, [eventualmente aconselhado por uma empresa que ganhou uma fortuna] de acabar com as Brigadas de Trânsito, Fiscal e Territoriais. Nesse tempo, quando decorriam reuniões dos comandos das brigadas eram apenas nove militares que se sentavam à mesa dos trabalhos. Depois do senhor Costa "destruir" as referidas brigadas, foram criados "inteligentemente" comandos por todo o país. Quase mais que as mães, atendendo ao exagero figurado. Mas, aqui é que está a verdade: agora são comandantes às dezenas e as despesas com toda a nova estrutura triplicou. E a culpa é de quem assumiu recentemente o comando das tropas? Hum... E ainda dizem que os cursos de jornalismo têm interesse. Só se for para decorar as paredes da arrecadação...

 

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por João Severino às 19:13
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abutres

 

 

por João Severino às 16:52
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é urgente fugir da líbia

 

por João Severino às 16:51
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chegou a vez de portugal

 

> 'Japan Times' dedica hoje editorial à situação em Portugal

 

"E agora chegou a vez de Portugal", diz hoje o Japan Times, num editorial dedicado à crise política, financeira e económica do país e à questão do fundo de resgate na União Europeia.

Lembrando que Portugal sempre foi um dos mais pobres Estados de toda a Europa Ocidental, o jornal considera que a dor da austeridade deveria ser suportada por todos sem excepção. "Nenhuma classe de cidadãos deveria ficar isenta".

O jornal japonês prossegue sublinhando que os líderes europeus sabem que têm um problema para resolver e que, depois do adiamento das questões relativas ao fundo na última cimeira, "a dúvida sobre a capacidade da Europa de apoiar as suas economias em crise vai persistir".

O facto de este jornal dedicar um editorial à crise de Portugal, numa altura em que o país em que é publicado enfrenta uma emergência humanitária e um desastre nuclear sem precedentes, na sequência do sismo e do tsunami de dia 11, ilustra bem a preocupação que a situação portuguesa também suscita no resto do mundo. (DN)

 

por João Severino às 16:22
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a que horas é que se demite o senhor martins?

 

> Inquérito e buscas aos pagamentos à mulher de ministro da Justiça.

 

 

PAU COMMENTS

 

De Carmindo Mascarenhas Bordalo a 30 de Março de 2011 às 19:22
 
O Senhor Martins tem um único dado curricular, que lhe tem matado a fome durante 37 anos: disse umas lérias ao Almirante Américo Tomás (e, segundo a malta de Coimbra, até lhe apalpou o traseiro).

 

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por João Severino às 16:12
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a grande verdade

 

DIVULGUE POR TODOS OS AMIGOS

 


 

por João Severino às 15:53
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declare a independência

 

 

> Açores recusa suspender o processo de avaliação de desempenho dos professores.

 

 

 

 

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por João Severino às 09:46
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é o povo, pá!

 

> Quem somos
Não importa quem somos, mas aquilo que nos junta. Somos gente farta da falta de oportunidades e cansada do discurso mentiroso que afirma «não há outro caminho». Somos gente cujo investimento e sacrifícios dos pais na nossa educação resultou em desemprego e precariedade e ofende-nos ouvir dizer que a culpa da nossa precariedade é dos direitos que a geração deles conquistou. Somos gente que defende o trabalho digno e com direitos, independemente da idade e habilitações literárias. Somos gente que está farta de ter a vida congelada e o futuro, nosso e dos nossos filhos, adiado. Porque não nos resignamos, protestamos. Exigimos respeito e reclamamos o direito à dignidade e ao futuro.

Ao que vimos
Vimos dizer que não nos comem por parvos. Não aceitamos o discurso que nos impõe a precariedade como forma de organização do trabalho. Desconfiamos de quem nos diz que «tem que ser assim» e «este é o único caminho» acenando com a chantagem da falta de patriotismo. Este país também é nosso e temos direito a cá viver e trabalhar. Exigimos pluralidade de opiniões porque sabemos que é nesse confronto que se encontram caminhos. Não aceitamos o pensamento único e sabemos que chegámos até aqui porque foram feitas escolhas: decidiram converter as pessoas em clientes e contribuintes. Nós dizemos que essas escolhas são erradas.

Porquê o BPN
Quando falamos do buraco nas contas públicas deixado pelo BPN referimo-nos a cerca de 6500 milhões de euros, ou seja, a mais de 13 milhões de salários mínimos, mais de um salário mínimo por cada habitante deste país.

A Caixa Geral de Depósitos enterrou directamente no BPN cerca de 4600 milhões de euros, a somar aos 2000 milhões de euros em imparidades (activos tóxicos), o que perfaz cerca de 4% do PIB. Explicitando: este valor assemelha-se ao encaixe total que o Estado português prevê fazer com o plano de privatizações. Dito de outra forma, assemelha-se ao valor previsto pelo plano de austeridade de 2010, em que para o cumprir foram necessários os PEC, mas também o fundo de pensões da PT, no valor de 1600 milhões de euros. Este é o valor da factura que todo nós estamos a pagar.

Quase três anos após a falência do BPN, podemos dizer que aquilo que estamos a pagar é a fraude,a promiscuidade entre a política e a finança, a cumplicidade e a troca de favores, os offshores, a evasão fiscal. Enfim, estamos a pagar o preço de um crime que não cometemos.

O caso BPN configura o processo de desagregação do Estado democrático, onde se salvam os accionistas e as entidades reguladoras, onde se escolhe salvar os activos nacionalizando os prejuízos à conta dos impostos que pagamos. O caso BPN diz-nos que em Portugal a fraude compensa e, quando esta vence, a democracia perde. Portugal está transformado num país onde há Estado máximo para alguns e Estado mínimo para quase todas as outras pessoas.

Quando nos dizem que o tempo é de sacríficios , sabemos que a sua distribuição não é justa nem democrática. Quem escolhe salvar Bancos para salvar amigos legitima a corrupção. Para o fazer, corta onde é mais necessário: nos serviços públicos e nas prestações sociais.

Não nos falem de austeridade, falem-nos de  justiça.

 

publicado no blogue http://eopovopa.wordpress.com/

 

 

PAU COMMENTS

 

De a.marques a 30 de Março de 2011 às 09:50

 

Um dos mais antigos métodos da democracia. www.peticaopublica.com

ASSINAR esta Petição

Petição Cidadania Para:Portugueses
Os partidos políticos são importantes em democracia mas não podemos deixar que a subvertam. O fim da podridão tem que começar pela Constituição. Com a regra simples de que não podem ser os que em principio vão a jogo a definir a seu contento as próprias regras de participação e representação. Portugal, sempre dado a tudo imitar do que é supérfluo , distorcido e indigente deve meditar neste exemplo que sopra da Islândia bem escondido pelos interesses instalados:
"Para as mudanças constitucionais, outra vitória popular: a coligação aceitou criar uma assembleia de 25 islandeses sem filiação partidária, eleitos entre 500 advogados, estudantes, jornalistas, agricultores, representantes sindicais, etc. A nova Constituição será inspirada na da Dinamarca e, entre outras coisas, incluirá um novo projecto de lei, o Initiative Media - que visa tornar o país porto seguro para jornalistas de investigação e de fontes e criar, entre outras coisas, provedores de internet." Portugal inteiro deve exigir uma Constituição soberana de raiz , que brote límpida da sociedade civil e liberta dos vícios que nos atrofiam. Pelo fim á ditadura dos acantonamentos partidários.

 


 

por João Severino às 09:36
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pptao

Um blogue onde deixarei simples observações sobre o que vai acontecendo à nossa volta neste mundo global. Também serve de contacto com imensas pessoas que gostaram de mim. O título do blogue? Porque sempre fui "pau para toda a obra". Obrigado por ter vindo. “Morrendo estou na vida, em morte vivo; / vejo sem olhos, e sem língua falo; / e juntamente passo glória e pena.”, Camões

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Jornalista com a Carteira Profissional nº 278. Já restam poucos do meu tempo. Como último cargo fui director e proprietário do diário 'Macau Hoje'. Pode ler o meu CV completo na primeira mensagem de Outubro de 2007.

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