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Pau Para Toda A Obra

Pau Para Toda A Obra

INACREDITÁVEL

 

> O FC Porto foi a Barcelos ouvir "olés". A equipa portista foi derrotada pelo Gil Vicente por 3-1. A atitude dos jogadores portistas foi idêntica à da dinâmica táctica, ou seja, quase nula. Como é possível que o Porto jogue toda a segunda parte com tantos defesas estando a perder por 3-0? Não se percebe como é que de um ano para o outro o FC Porto passou a ser uma equipa banal a quem qualqer pode ganhar. Com Beluchi e Rodriguez no banco, o FC Porto nunca poderá obter resultados positivos.

 

CAVAQUISTAS PASSARAM À HISTÓRIA

 

> Será difícil aos cavaquistas perceberem de uma vez por todas que o seu tempo político já passou à história. Já tiveram os seus "cinco" minutos de fama quando andaram a construir auto-estradas por tudo o que era montes e vales para ficar mais dispendioso. Será que os cavaquistas ainda não se convenceram que o BPN, o maior cancro do país, é obra sua? O povo foi a eleições e escolheu Passos Coelho. Nas próximas eleições, de o governo for mau, logo levam com o castigo respectivo, mas andar a aturar os cavaquistas com uma guerra subversiva é que parece fobia de macaco por banana.

Cavaquistas defendem saída de Vítor Gaspar do Governo.

 

 

ADENDA: O professor/comentador Marcelo Rebelo de Sousa, na TVI, acaba de defende exactamente a minha posição sobre esta matéria.

Marcelo manda calar cavaquistas. "Desamparem a loja", diz.

 

 

PAU COMMENTS

 

De Carmindo Mascarenhas Bordalo a 30 de Janeiro de 2012 às 15:30
Tudo guerras de alecrim e manjerona em que Cavaco é especialista insuperável.
Falar do que realmente interessa é que ele não faz.
Por exemplo, do crime de manter debaixo da mesma moeda uma economia tão débil como a nossa e um colosso como a alemã.
Disso não fala ele, pois sempre sonegou aos portugueses o direito de se pronunciarem directamente sobre a questão.
Nomes é o que menos interessa neste momento. Ser o Gaspar, o Baltasar ou o Belchior é indiferente. Interessava, sim, analisar seriamente as políticas e o posicionamento estratégico de Portugal como País que a pouco e pouco perde qualquer hipótese de defesa dos interesses próprios e é governado por organismos europeus de estilo "directório soviético".
Mas disso Cavaco gosta. Não o afecta que, desde a entrada no euro, Portugal tenha mergulhado numa crise sem fim à vista e que vai sempre piorando. O que o perturba é o nome Gaspar, que é Ministro há meio ano.
Triste fim de vida política...


 

 

FUTEBOL

 

 

 

> - A rica vai hoje ao futebol?

 

- Não, querida! Detesto ouvir filha disto, filha daquilo, filha de aqueloutro!

 

- A riquinha não gosta de palavrões horrendos, é?

 

- Não, querida! É que eu sou filha do pai, não sou filha da mãe...

 

 

© texto: jes

© ilustração: jpb

 

GARATUJAS (18)

 

Pau de Ferro

colaborador

 

 

MORTES NO TUA - EDP AVANÇA  

> Se o dono da obra antecipa apressadamente a probabilidade de deslizamento fortuito, para quê a multiplicação de inquéritos? Tanto mais que quem está envolvido no topo da cadeia de obrigações para garantias de segurança, deve [por dever de cuidado] abster-se de emitir juízos antecipados e precipitadamente, com a consciêndia do risco de influência, ainda que involuntária, por condicionamento da acção dos investigadores. 

Convém dizer, sem que isto constitua qualquer intenção malévola na procura de defeitos e responsabilizações, - e com o devido respeito pelas entidades executantes e fiscalizadoras -, o seguinte:

Estas coisas trágicas só não acontecem a quem está de fora e distante, o que não impede uma opinião que visa com propriedade, considerar  a ocorrência também como lição para prevenir potenciais e semelhantes situações de risco futuras.

Como mera hipótese de trabalho, também não pode ser excluida a possibilidade de não ter sido a máquina e as vitimas mortais a serem arrastadas por desprendimento natural e consequente deslizamento de pedras e rochas, mas ao contrário, tal desfecho poder ter resultado não só do descalce dos maciços rochosos provocado por eventuais operações de escavação a nível inferior, mas também pelos diferentes rebentamentos muito tetemunhados, que podem ter influenciado progressivamente a instabilidade dos terrenos já de si precária.

Perante a tragédia (elas acontecem sem aviso instantâneo), é importante estudar causas, avaliar se alguma coisa poderia ou deveria ter sido feita antes, e corrigir de imediato aquilo que se afigure poder ter sido negligenciado, prevenindo por antecipação situações semelhantes, e não priviligiar derivas  para a descoberta tenaz de responsáveis, que só farão sentido se associadas ao apuramento das respectivas causas.

Às famílias enlutadas apresentar sentidos pêsames e não dificultar o direito a reparação desconsoladora.

 

 

GARATUJAS (17)

 

Pau de Ferro

colaborador

 

 

CORAGE

 

> Antes de mais, nada de surpreendente com a Madeira, que apenas acompanha o contnente na sofrida perda de soberania. Ainda assim, com mais dignidade, que a respectiva dependência é inteira para com o seu país. Polémico quanto baste graças a Deus, ainda ninguém apontou o dedo a Jardim de se ter abotoado em proveito próprio.

Se Alberto João tivesse sido melhor aproveitado bem cedo como primeiro-ministro de Portugal, muita gente nociva que por aí merdou nem sequer tinha sido tolerada e mantida no caldeirão da desgraça para que nos conduziram. Nem se demitiram nem corremos com eles, e até permitimos que agora saiam a terreiro com receitas para nos tirar do buraco que ajudaram a cavar.

Notável o discernimento, franqueza e capacidade de decisão que o líder madeirense demonstrou ao explicar o inadiável pacote para a sua Região. Por cá, os paroquianos vão-se contentando com os passes de mágica das respectivas irmandades, quer rezem em grupo perfilado e obediente, quer preguem de púlpito para os sempre curvados crentes. Nem que seja pelo gozo de ser contra a corrente e de chatear os seguidores de todas as modas, aqui fica, como diz o outro.

 

ANDO CHATEADO COM O SINDICATO

 

 

> O "meu" Sindicato dos Jornalistas já passou pelas mais variadas vicissitudes e até por lutas de tomada do poder interno. Todas as formações políticas adoram controlar sindicatos. Não sei bem por quê, já que os anarco-sindicalistas ensinaram-nos na génese da existência de sindicatos em Portugal que o poder sindical só o é verdadeiramente se vier de baixo para cima, ou seja, emanado dos sindicalistas para a cúpula directiva. Ora, isso, há muito que não acontece no nosso sindicalismo e num momento em que se rrealiza mais um congresso da Intersindical, aí está mais um exemplo do que é a mão prepotente de um partido sobre a organização sindical de base na escolha do líder sindical.

Quanto ao "meu" sindicato ando chateado com ele porque só recebo comunicados a indignar-se contra o facto consumado. Contra os despedimento dos jornalistas depois de eles já terem sido mandados para casa ou avisados para limparem as gavetas. O Sindicato dos Jornalistas tem de estar atento com muita antecedência ao que se vai passando, ou poderá vir a acontecer, nas empresas de comunicação social através dos seus delegados e protestar antes dos factos consumados, nomeadamente, organizar formas de luta antes dos despedimentos, promover greves antes do anúncio que a empresa vai reduzir custos, etc., etc..

Nunca pedi nada ao Sindicato dos Jornalistas [e se bem necessitei do seu apoio, mas se como desempregado tenho o direito a não pagar quotas, também acho que não tenho o direito de estar a provocar despesa ao sindicato em minha defesa]. Ainda há dias, tive de me defender em tribunal de uma acusação patética sobre algo que escrevi e defendi-me sozinho e saí-me bem. Mas isto, para dizer que o Sindicato dos Jornalistas não se pode limitar a lamentar e a protestar contra os desmandos e prepotências das entidades patronais de jornais, revistas, estações de rádio e de televisão só após a impossibilidade dos trabalhadores regressarem ao trabalho.

O Sindicato dos Jornalistas, por exemplo, por que não exige ao Governo que a legislação obrigue terminantemente que na criação de um novo órgão de comunicação social seja consultada a lista de jornalistas desempregados? Um facto simples e que poderia ajudar muitos associados a obter uma solução para as suas dificuldades profissionais e pessoais.

O que acabei de escrever não é uma crítica ao SJ, mas uma proposta solidária, já que nunca tive a oportunidade de colaboração, pois, em tempo de eleições, aparece sempre uma única lista de corpos directivos...