Quarta-feira, 29 de Fevereiro de 2012

PUBLICIDADE DE BORLA (1)

 

por João Severino às 21:21
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SEGURÍSSIMO

 

> "Eu disse há meses atrás..."

 

António José Seguro, 16:05 horas, Antena 1

 

E à frente?...

 

por João Severino às 16:05
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GARATUJAS (33)

 

Pau de Ferro

colaborador

 

 

A GRIPE DAS NOTÍCIAS


»» "Passos já culpa Sócrates pela austeridade"- TVI24

      

Paulada fresca:
       Nem precisa. A não ser que o povão nem tenha reparado nos números de circo do artista que deixou a tenda a abanar.
..



»»"Passos quer menos deputados, voto preferencial opcional"- Sic N

      

Paulada antiga: 
      - Sistema eleitoral que contemple conjugação com círculos uninominais
      - 99 a 180 deputados no máximo, e acabar com os votos em manada na AR.
      - Ninguém deve poder concorrer fora do distrito ou concelho onde resida ou exerça actividade regular pelo menos nos últimos três anos.      
        Válido para autarquias. 
      - Todos os concorrentes e eleitos pelo menos para os mais altos cargos, só portadores reconhecidos de bom comportamento moral e  
         cívico, com submissão obrigatória a testes de apuramento de efectiva idade adulta e comprovada sanidade mental. 
      - Acabar com o exclusivo das ditaduras partidárias (onde os medíocres afastam os melhores para sobrevivência indigente) na    
          participação  e representação política do País, deixando espaço para iniciativas da sociedade civil poder ter participação e    
          representação  efectiva, nomeadamente, na AR.

     - Considerar representação política fora da alçada dos partidos, nomeadamente, no parlamento, começando por      
       contemplar  o  direito a assento por inerência a representantes de organizações sindicais, patronais e outras não estatais     
       com  expressão efectiva na sociedade, e ainda representação por profissões como operários, engenheiros, médicos,   
       professores, .................
     - Da obediência aos partidos só entraria gente por eleição mas com ligação efectiva ao eleitor. Regra dos 3 x 33 = 99  
       deputados. 1/3 Por inerência para autarcas, 1/3 ainda por inerência aos grupos e profissões atrás assinalados e, finalmente,  
       1/3 para eleitos em nome dos acantonamentos partidários.
     - Deixar uma cota ainda que residual para representação dos considerados analfabetos estruturais à antiga, que se ainda  
       existirem facilmente podem provar que muitas vezes possuem mais cultura geral e conhecimentos de vida de que muitos  
       doutores novos que por aí passeiam ignorância.
         -Reformular o conceito de abstenção, não a confundindo com insondáveis razões de ausência nas urnas. Criar um campo 
          (X) para esse efeito em cada boletim de voto Esta intransmissível, pessoal e inconfundível opção merece e deve exigir  
          a dignidade de voto validamente expresso. Uma civilizada, consciente e ponderada escolha obrigada a ficar na rua
         em vala comum de incertos? Os nossos deputados, na Assembleia da República, apesar da aviltante disciplina  
         partidária a que se submetem, para se abster tem que marcar presença. Ponham lá uma cruzinha para a abstenção,   
         para quem queira.

 

»»"Cavaco alerta para a austeridade sobre os novos pobres"-TVI 24

 

Paulada fresca:
 Na tropa, o corneteiro também avisava, fazendo soar o clarim, mas não era ele quem comandava...

 

 

»»"Vítor Gaspar tem uma nova linguagem técnica" - Santos Silva

 

Paulada fresca:
Descobriu a pólvora. Todos sabemos que essa hipótese nunca deixou de ser considerada, não obrigando necessariamente a cair na asneira grossa de a andar a badalar por aí. Será que acompanha o líder do seu partido na consideração de que mais uma avaliação positiva da troika foi nociva para o País? Antes de eventual patamar de reajustamento tem que ser demonstrado ao credor que se cumpre com as obrigações a que nos comprometemos. "Momento mais favorável" claro que sim Senhor doutor Santos Silva. Ou achava melhor passar pela vergonha de ser caloteiro e depois pedir nova esmola? Vê algum mal se a iniciativa caso venha a acontecer seja de iniciativa troikana?

 

»»"Escutas a Sócrates agora publicadas, isso é assustador" - Fernanda Câncio

 

Paulada fresca:
Não se assuste. Ou está incomodada porque a tesourinha articulada não chegou á fita magnética? O visado não se importará de explicar o texto e contexto que a Senhora Jornalista tão prestimosamente veste e reveste no seu comentário?

 

 

por João Severino às 15:52
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CAIXOTE DO LIXO

 

 

> Sem comentários: beatas, restos de comida, garrafas vazias e mijadelas de cães, tudo serve para "prendar" o placar de informação da Junta de Freguesia de Alvalade...

 


por João Severino às 10:04
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ROCHA HUMANA

 

por João Severino às 10:01
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SUPORTE

por João Severino às 09:53
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VENDE-SE PISCINA COM APARTAMENTO

 

por João Severino às 09:47
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GARATUJAS (32)

 

Pau de Ferro

colaborador

 

 

ETIQUETAS VICIADAS 


> "Os idosos fazem falta e podem ser aproveitados?"- é carimbo revelador de mentes perversas e razões distorcidas. Uma introdução de tema de forma  preconceituosa, que só pode continuar a pulverizar e envenenar a sociedade.

"Demonstrar utilidade" é como ameaçar remeter as pessoas menos jovens para uma avaliação típica de cuidados ambientais a cargo de ETAR's ou de incineração em cimenteiras com filtro na chaminé.

Todos devem ficar a saber quem plantou antes para nos oferecer, as castanhas, o azeite ou o vinho com que nos vamos alimentando. Vista a situção nos termos que se propõem, seria então lícito perguntar, que falta faz ou para que pode ser aproveitada muita da chamada juventude que por aí vagueia.

Pessoas mais antigas e maduras claro, que idosos mentais, descontada a falácia do bilhete de identidade temos que bonde entre a badalada juventude. Capacidades, conhecimento e motivação a valorizar, sem que falte apoio nas fragilidades seja qual for a idade, é  exigência permanente sem guetos pré-definidos.

Temos "velhos" com 30 anos e "jovens" com mais de 80.

 

por João Severino às 09:36
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Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2012

DO MELHOR QUE HÁ

 

por João Severino às 20:01
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BOAVISTA VOLTA PARA JUNTO DOS GRANDES

 

 

> Vai haver festa da grande no estádio do Boavista. Quando já se falava em morte do clube, eis que, ressuscita das cinzas porque o tribunal deu razão ao Boavista. O tribunal exige “reintegração” na Liga.

 

Parabéns à luta titânica de Álvaro Braga.

 

por João Severino às 16:05
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BEM ME PARECIA

 

> Todos os anos apanho a vacina para a gripe. E nunca fiquei engripado. Este ano, fui apanhado por uma gripe de tal modo forte que ia indo desta para melhor. Agora, oiço no rádio que em Fevereiro se registou um número anormal de óbitos de idosos e desconfia-se que as vacinas contra a gripe eram falsas.

 

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por João Severino às 16:01
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LEITURAS (12)

 

> Um leitor do 'DN' escreveu um texto de grande interesse - "Os lugares elegíveis" - que comenta a nossa cavernosa lei eleitoral colocando-lhe os podres a nu, a propósito das eleições autárquicas que se avizinham. Vale a pena ler:

"1) Desde a instauração da "democracia" que a qualidade dos partidos portugueses tem caído sempre, estando hoje ao nível do Lixo. Os portugueses não têm controlo sobre os seus políticos. A "casa da democracia" é na realidade a casa da partidocracia. O "julgamento nas urnas" é um logro, pois os candidatos das listas perdedoras têm garantia prévia de que se mantêm no parlamento, duma maneira que não tem relação com a vontade dos eleitores. Não há julgamento sem punição, mas os eleitores não têm oportunidade de punir os primeiros lugares das listas. Podem ser espiões, maçons ou outra coisa qualquer, não interessa: a ida para o parlamento não depende dos votantes. A raiz do problema é a ausência do voto nominal no sistema eleitoral.


2) Os portugueses têm menos direitos democráticos que os outros europeus. As direções partidárias fazem listas cuja ordem é essencial, mas é imposta. As listas não figuram no boletim de voto e é impossível votar num membro da lista sem os anteriores terem sido já "eleitos". Daí os "lugares elegíveis", que dão aos candidatos dos maiores partidos a garantia (!) de que vão ser deputados, independentemente dos votos. Em cada eleição, o cenário é sempre o mesmo: semanas antes de ser deitado o primeiro voto, parte do elenco parlamentar já está decidida. Como não existe uma relação entre o voto e a atribuição dum lugar de deputado, os deputados NÃO representam os eleitores. Seguramente representam alguém, mas não é quem vota.


3) As consequências deste sistema são muitas e graves: a) Os barões dos principais partidos vivem na impunidade. Sabem que não podem ser desalojados do parlamento pela via dos votos. Mesmo quando as intenções de voto estão baixas, têm muitos "lugares elegíveis" para onde se refugiarem. Isto influencia o seu comportamento de maneira decisiva. b) Corrupção: os lóbis contornam o eleitorado e agem diretamente sobre os oligarcas do parlamento para fazer valer os seus interesses. Na prática, são os lóbis que têm representação no parlamento, não os eleitores. c) Cria-se o "fosso" entre políticos e o "País Real". Crescem os (fortes e crescentes) sentimentos de desprezo e ressentimento dos cidadãos para com os políticos portugueses.


4) d) A ausência de voto nominal bloqueia a renovação interna dos partidos. "Renovação" é uns serem substituídos por outros. É o papel do eleitorado dizer quem vai e quem fica, através dos atos eleitorais. A maneira natural e democrática de conduzir a renovação é os novos políticos que têm mais votos ascenderem gradualmente às chefias dos partidos. Mas como o sistema eleitoral impede os eleitores de expressar preferências dentro duma lista, o que o sistema faz realmente é impedir o eleitorado de exercer o seu papel na renovação partidária. Atualmente, as direções partidárias perpetuam-se e só os que têm a sua anuência sobem nas estruturas partidárias.


5) Não é por acaso que os políticos nunca falam do sistema eleitoral. Querem-no tal como está, pois é a sua grande zona de conforto. Livres do escrutínio democrático, os partidos foram tomados por oligarquias que detém o monopólio do poder político. Com o passar das décadas, essas oligarquias partidárias capturaram não só o sistema político como o próprio regime e as instituições do Estado. A maioria dos problemas de demagogia, corrupção e desgoverno vêm daí, direta ou indiretamente. Também se percebe porque razão a denúncia de atos escandalosos é geralmente recebida pelos seus causadores com indiferença. Se mantiverem uma boa posição no partido, o pior que lhes acontece é passarem o mandato seguinte no parlamento. Grande julgamento.


6) Analisando o nosso sistema político, percebemos que é injusta a ideia de que os políticos são maus porque os eleitores são maus, ou maus a escolher. Os eleitores até são bastante exigentes: o problema é que não dispõe dos meios para impor os seus padrões de exigência na seleção dos políticos. A maioria das opções democráticas são-lhes negadas pelo sistema político. Não podem dar força eleitoral a quem o merece, o voto branco não é tido em conta na atribuição dos lugares de deputado, não têm o direito de iniciativa legislativa, os referendos estão limitados nas matérias sobre que podem incidir, o parlamento pode bloquear uma iniciativa referendária, os ministros não têm de ser deputados, etc, etc.


7) Não é possível desbloquear a partidocracia sem acabar com os lugares elegíveis. Há uma maneira simples, que não altera o equilíbrio entre os partidos, dispensa círculos uninominais (para evitar o risco de negociações intermináveis). É manter o atual sistema, mas com um voto preferencial a ordenar as listas. As listas são incluídas no boletim de voto e os eleitores votam num candidato duma lista, voto que também conta como um voto na lista. O método de D'Hondt continua a poder ser usado como agora. O que muda é ordem de atribuição dos lugares de deputado, que passa a ser em função de quem recebeu mais votos. Nenhum candidato tem garantia prévia de ser eleito: passa a haver escrutínio."

 

por João Severino às 15:54
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POR QUÊ?

 

> Por que será que esta moto está em cima do passeio?

 

 

É simples. Porque, infelizmente, em Portugal ainda há muita falta de civismo e de respeito pelos outros. A moto não pode estacionar no lugar que lhe está destinado porque os energúmenos-automobilistas que não respeitam os sinais de estacionamento exclusivo de motociclos, ocupam precisamente o espaço para motos.

 

 

 

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por João Severino às 10:55
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TROIKA

 

 

> - É pá, Lisboa está sob um manto de nevoeiro enorme!

 

- Ó pá, ainda bem! É de maneira que não se vê a troika...

 

 

© texto: jes

© ilustração: jpb

 

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por João Severino às 10:34
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FIDEL VOLTA A SER CATÓLICO

 

> Fidel Castro regressa à Igreja Católica quando Papa visitar Cuba.

 

 

por João Severino às 10:32
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DEVIAM IR TODOS

 

> MAI já deixou edifício do Terreiro do Paço que vai ser Pousada de Portugal.

 

 

por João Severino às 10:30
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NOVA MODALIDADE

 

> Há uma nova modalidade desportiva que poderá ser aprovada para os Jogos Olímpicos de Londres. Fácil de praticar, basta despir-se de preconceitos, ser adepta do fio dental e arranjar pau e bolas... veja aqui

por João Severino às 10:25
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O ARTISTA

 

In 'Hoje Macau'

 

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por João Severino às 10:04
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Segunda-feira, 27 de Fevereiro de 2012

O CÉU É JÁ ALI

 

Av. EUA, Lisboa - photo jotaesse

 

 

 

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por João Severino às 23:50
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GRANDE ESPECTÁCULO

 

 

> Não perca a extraordinária qualidade da cantora cabo-verdiana Carmen Souza. Um jazz muito especial. Gosta do cartaz? A autora foi a minha filha Catarina.

 

por João Severino às 14:55
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pptao

Um blogue onde deixarei simples observações sobre o que vai acontecendo à nossa volta neste mundo global. Também serve de contacto com imensas pessoas que gostaram de mim. O título do blogue? Porque sempre fui "pau para toda a obra". Obrigado por ter vindo. “Morrendo estou na vida, em morte vivo; / vejo sem olhos, e sem língua falo; / e juntamente passo glória e pena.”, Camões

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João Eduardo Severino

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Jornalista com a Carteira Profissional nº 278. Já restam poucos do meu tempo. Como último cargo fui director e proprietário do diário 'Macau Hoje'. Pode ler o meu CV completo na primeira mensagem de Outubro de 2007.

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