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Pau Para Toda A Obra

Pau Para Toda A Obra

Racistas alemães destronam Merkel

Angela Merkel sempre foi uma líder política que enfrentou todos os problemas da sua Alemanha. Apontada como mulher de direita e defensora do capitalismo, teve a coragem de dizer a Donald Trump que ele não era presidente da Europa. Merkel é uma humanista e assim que demonstrou o seu apoio aos refugiados, o apoio ao seu governo começou a baixar. Os racistas alemães não lhe perdoaram e começaram a incutir no povo alemão que a entrada dos refugiados passaria a ser aos milhares e o país iria transformar-se num antro de terroristas radicais. Radicais são os racistas alemães que conseguiram o que pretendiam: destronar Angela Merkel. E aí está a triste notícia: a senhora que ficará na história da Alemanha anunciou que vai abandonar a política. Admito que esteja farta da arrogância, snobismo, incopetência e xenofobia dos homens que a rodeiam e com quem tem sido obrigada a negociar tantos protocolos. O nosso aplauso sincero à chanceler Merkel com o desejo das maiores felicidades pessoais. Abaixo os racistas alemães!

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Já estamos à espera

Depois da vergonhosa demissão do ministro da Defesa, que sabia tudo sobre Tancos e que certamente comunicou ao primeiro-ministro, já estamos todos à espera do principal que é a demissão do primeiro-ministro. Não nos atirem mais poeira para os olhos, porque num caso tão grave o António Costa ficaria doido se não lhe transmitissem o que se estava a passar. O caso é grave e continuam a querer tapá-lo como uma peneira tal como alguns tentam fazer com o sol. António Costa perdeu a confiança dos portugueses ao não ser verdadeiro, sério e leal para com o que jurou no acto de posse. Ele sabia da tramóia toda e como tal também tinha de se demitir, agora que veio a lume que todos estavam por dentro do assunto. A PJ já sabe quem são todos os implicados e agora PJ? Têm medo da ministra da Justiça? Têm medo do Presidente da República? Têm medo do primeiro-ministro? O Presidente Marcelo apregoa aos quatro ventos que o caso tem de ser resolvido "doa a quem doer". Isto, é areia para os nossos olhos. O caso, está à vista, irá ser tratado de modo a entrar no esquecimento e somente o tal fuzileiro é que irá pagar as favas...

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Azeredo comes

Azeredo Lopes comes forte e feio. Tens de comer. Comer e muito. Não era o coronel Luís Freitas, director do Polícia Judiciária Militar que devia estar preso, era o ministro da Defesa. Uma vergonha. Sabia tudo e andou armado em santinho a denegrir a imagem das Forças Armadas fingindo que não sabia de nada. Que vergonha. Um ministro a encobrir um crime. Sabia de tudo sobre Tancos, sabia como as armas estavam na Chamusca e como iriam regressar ao paiol, mas sem que a PJ soubesse. Isto é mais que vergonhoso. E andavam o Presidente da República e o primeiro-ministro a dizer ao povo que estava tudo em investigação. Uma vergonha. As duas figuras máximas da hierarquia do Estado também saberiam o que o ministro sabia? Não quero acreditar. Caso fosse assim a vergonha não teria limites e o Chefe do Estado e do governo também teriam de pedir a demissão. O caso é muito grave e estes dois políticos, Marcelo e Costa, andaram sempre a assobiar para o lado. Mas, o mais importante é que o Ministério Público tenha tomates para ir a casa do ministro levá-lo para o calaboiço. É o mínimo que se pode fazer imediatamente depois de sabermos que Azeredo Lopes sabia de toda a tramóia. Esperemos que nos mostrem que não há portugueses de primeira e de segunda, tal como o povo diz à boca cheia...

As viagens dos parolos

Os parolos nem a Badajoz alguma vez tinham ido. A maioria dos governantes era uma parolice que nem sabia onde ficava Timor. Os parolos inscreveram-se na Opus Dei ou na Maçonaria e subiram na vida aprendendo que só se é alguma coisa com cunhas e muitas viagens. Viagens que têm servido para alguns dos parolos receberem envelopes, sacos ou malas de dinheiro. Transformaram-se nuns corruptos e viajam para todo o lado. Hoje, ficámos a saber que o governo vai gastar 116, repito, 116 milhões de euros em viagens. Isto, é um escândalo e uma vergonha num país onde impera a miséria e onde milhares ainda nem viram o mar. Ministros da Justiça, do Ambiente, da Administração Interna e Educação precisam de estar sempre a viajar para quê? Ainda me lembro quando era emigrante que os ministros e os secretários de Estado passavam por Timor, Macau, Austrália, prometiam tudo e nada faziam. Iam a Macau fazer o quê? Receber ouro para as madames e cópias das transferências que já tinham sido feitas para a Suíça. Um deles eu posso dizer-vos que adorava ir a Macau para fazer sexo com miúdos chineses.

116 milhões em viagens é de qualquer pessoa ficar atónita e revoltada. Inventam uma viagem à China e vão ver Macau. Inventam uma viagem a Timor-Leste e ficam em Bali no melhor resort de barriga ao léu na piscina ou a receberem massagens na praia. Inventam uma viagem ao Japão só para saberem se ainda existem "geishas". Inventam uma viagem à Suécia só para verem se as mulheres são realmente todas loiras. Inventam uma viagem a Amesterdão só para ficarem a conhecer as "montras". Inventam uma reunião em Itália só para andar de gândola em Veneza. Enfim, são 116 milhões à disposição dos parolos que por várias vezes já foram vistos na piscina do hotel na companhia da secretária... os 116 milhões também pagam o sexo?...

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Já leu a vergonha?

Há um quiosque de venda de jornais e revistas que tem uma funcionária extremamente simpática e culta. Só trabalha com computador Mac e atende as pessoas dando novidades do que já leu. Esta semana, as revistas Visão e Sábado demonstraram como se pode fazer bom jornalismo em Portugal. A Visão traz um escândalo vergonhoso na história do PCP. Uma história, que por acaso, já sabia. Um dos fundadores do partido que foi deportado para Timor, o velhote Abreu, contou-me como Álvaro Cunhal destituía todos os que não concordassem consigo e como foi um verdadeiro ditador. Na história da Visão vem à estampa como o PCP e Álvaro Cunhal afastaram um fundador do partido só por ser homossexual. Uma história que vale a pena ler para que fiquem com uma ideia como naquela organização sempre reinou a hipocrisia e o oportunismo de enganar o povo.

Quanto à revista Sábado também vale a pena gastar uns euros porque a história do super espião é um dos grandes escândalos que recentemente aconteceu em Portugal. Pode ficar a saber toda a história do Freeport, o tal que introduziu Sócrates no mundo da mentira pública, podem saber tudo sobre  as cunhas da maçonaria, o roubo dos ficheiros de militantes políticos, as perseguições a jornalistas, como se faziam escutas em restaurantes e hotéis, uma panóplia de ilegalidades em nome do Estado que temos. Hoje, a o passar pelo quiosque, a funcionária lá me perguntou: " Então, já leu aquela vergonha toda?". Naturalmente que a conversa prolongou-se pela crítica acérrima a toda esta escumalha que nos rodeia...

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Eles andam por aí

Eles e elas. Não tinham nada, viviam com os pais, inscreveram-se nos partidos políticos e ficaram ricos. Elas compram logo um Audi, Mercedes, ou BMW descapotável. Eles preferem um Porsche. São directores ou presidentes de um departamento público ou empresa pública. Em menos de cinco anos estão milionários. Passam a viver numa vivenda com garagem para o carro que o motorista do Estado lava e limpa. Passam férias num resort do Algarve, Ibiza ou Bali. Os antigos amigos perguntam-se como é possível enriquecer-se assim em tão pouco tempo se o salário não ultrapassa os 2.500 euros? Algumas delas vimo-las a almoçar ou a jantar no mesmo dia com tipos diferentes. E são directoras disto e daquilo. Outras chegam a ministras e atrevem-se a abordar investidores estrangeiros dizendo-lhes que o seu partido precisa de dinheiro. A corrupção impera por todo o lado o que é função pública, especialmente, nos cargos que decidem alguma coisa. Principalmente, quando há a permissão de ajustes directos. Para provar o que escrevi temos aí o exemplo do Turismo do Norte. Mais de 5 milhões roubados ao Estado. Cinco já foram presos. Eles e elas. E ainda irão ser presos mais porque o clã é enorme. Falsificavam documentos, cometiam fraudes, recebiam dinheiro pelos ajustes directos e até fizeram jogo sujo com o Vitória de Guimarães e Sporting de Braga, clubes que não estão nada inocentes. Sabiam bem o que se estava a passar. O Turismo do Norte chegou ao ponto de ter à frente da sua gestão um fulano que era do PSD, mas assim que viu que o PS iria estar no poder por muitos anos, passou a ser socialista e até aproveitou para agradar à sua directora que é mulher do autarca socialista de Santo Tirso. É vê-los por aí... a levarem uma vida faustosa, a meterem inveja às amigas com a última Chanel que compraram com o dinheiro da corrupção. O que nos vale é que a PJ começa a acordar para casos que todos sabem mas que dantes se fingia não existirem. Agora não, investiga-se, recolhem-se as provas e prende-se a bandidagem. Só esperamos que os juízes não lhes dêem penas suspensas...

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O sorteio suspeito

Se na história da Magistratura deve ficar algum dos seus membros na história é o juiz Carlos Alexandre. Um homem de família humilde. O seu pai era carteiro em Mação e toda a gente o admirava. Fez sacrofícios para que o filho tirasse um curso superior. Foi para Direito e chegou a juiz. Carlos Alexandre é um homem do povo, sabe tudo sobre simplicidade, humildade e justiça. A dado momento da sua carreira cai nas suas mãos um processo relacionado com a maior bandidagem que já reinou neste país. Chamaram-lhe "Operação Marquês", porque o principal visado morava no Marquês de Pombal e tinha a mania que era um marquês pela vida faustosa que levava à base da corrupção de milhões de que é suspeito. Do seu amigo Salgado, do seu amigo da Lena, dos seus amigos da Mota-Engil, dos seus amigos da Controlinveste, dos seus amigos que licenciavam hotéis, dos seus amigos que construiam pontes, portos e autoestradas, enfim, um manancial de milhões de euros que deu para comprar uma casa em Paris no bairro mais luxuoso e um monte no Alentejo em nome da ex-mulher com quem continuou sempre mantendo relações amigáveis. Foi ao juiz Carlos Alexandre que veio a calhar um molho de bróculos sem fim, tal como podia ter sido a outro magistrado qualquer. Mas o processo tem mafia e foi por isso que Carlos Alexandre começou a receber ameaças de morte, a assaltarem-lhe a casa de Mação e deixarem uma faca junto da fotografia do filho, que passou a ter os amigos a dizerem-lhe para abandonar o processo, a ter segurança policial para que não fosse atacado na rua. Carlos Alexandre é um herói, manteve-se no seu posto e sem receios da bandidagem. Agora, concedeu uma entrevista à RTP com uma simplicidade de homem simples. Explicou muita coisa que o povo não sabia e deixou a ideia de que o sorteio para a escolha do juiz que continuaria com o processo "Operação Marquês" foi viciado. Não era preciso Carlos Alexandre dizer. Todos vimos que o sorteio foi viciado, que houve fraude, que só à quarta tentativa é que o computador apontou o nome do outro juiz Ivo Rosa, o tal que deixou Sócrates todo contente. Alguma razão haverá. Resta dizer que Carlos Alexandre fez um trabalho exemplar, de grande coragem e de pura sapiência do Direito. Os invejosos que continuem a tentar matá-lo...

A bofetada

Ontem, mantive uma conversa com um arrumador de carros sem-abrigo. O gesto que ele fazia com o braço para os carros dava a ideia que se alguém passasse por perto podia levar uma bofetada. E eu entrei numa de o cumprimentar com ironia: "Bom dia, com esse gesto ainda dá alguma bofetada em alguém que passe...". Ele achou graça e respondeu ao bom dia e pediu-me logo um euro. Dei-lhe dois e perguntei-lhe a razão da vida miserável que levava. Era agente da PSP e foi expulso. Um comandante severo demais decidiu que o seu "crime" merecia a expulsão da corporação. Não interessa o que o ex-agente fez mas posso dizer-vos que não era razão para expulsão da corporação. São os tais comandantes que depois servem-se da polícia para todo o tipo de negócios. Segundo o meu interlocutor, até há comissários que recebem comissão de cada carro que é vendido em certos stands de automóveis só para fecharem os olhos às modificações nos carros, alguns roubados no estrangeiro.

Mas voltando à conversa com o arrumador de carros disse-me que dormia na rua. Que chegou a ter uma vida razoável e que até tinha carro. O grande desgosto foi a ida da sua mulher com a filha para França. Há mais de seis anos que não os vê nem sabe nada deles. Para ele, dormir na rua é um crime. O governo devia construir casas de abrigo para pessoas como ele. Não têm nada. Fazem as necessidades e lavam-se nos cafés e a mente cai na droga porque passa o tempo todo a pensar no que já foi e nos amigos que o abandonaram.

Em jeito, de o contentar, lá lhe fui dizendo que um dos homens mais ricos do mundo também me tinha desgraçado a vida e que hoje vivia com a minha mulher doente, só com a ajuda das suas irmãs e do meu filho. Que tinha perdido tudo e que o futuro a Deus pertence e, por isso, que não sabia se um dia não estaria junto dele a dar umas bofetadas no ar...

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Galambices

Num governo só o primeiro-ministro sabe as razões efectivas que levam à escolha de um membro do governo. Como foi possível que António Costa tenha escolhido João Galamba para membro do seu governo. Costa já não se lembra do que o socrático Galamba disse dele? Galamba ofendeu muita gente, insultou colegas da sua e das outras bancadas no parlamento, na televisão mandou bocas indecorosas e indignas de um político sério e educado. Galamba chegou a ser afastado da primeira fila da bancada parlamentar, talvez por Carlos César não gostar da vaidade empodrecida, da arrogância desmedida e do socratismo radical. Carlos César é um homem decente, Galamba é do mais indecente que está na política. Não tem nível, não tem educação, não tem categoria para falar seja onde for nem na tasca do Ti Manel em Chelas. Galamba não merece ter qualquer responsabilidade governativa porque nunca foi responsável pelas ilegalidades que cometeu como receber dinheiro dos ajustes directos que eram feitos no governo de Sócrates. Galamba tinha ou tem um blogue que era um nojo. O "Simplex" só serviu para ofender quem não "adorasse" Sócrates. Tudo isto, António Costa fingiu esquecer e entrega-lhe uma pasta importante, como a da Energia. Deve ser para fazer os fretes necessários à mafia do Mexia...

Lésbica

Já está tudo maluco. Uma deputada socialista que é um pouco anormal veio a público congratular-se pelo facto de a nova ministra da Cultura ser lésbica. Mas, afinal, a ministra da Cultura foi escolhida pela sua competência ou por ser lésbica? Só para agradar ao que está na moda? Que eu saiba ninguém tem nada a ver com a vida pessoal de cada um, muito menos, a deputada socialista um pouco anormal vir a terreiro vangloriar-se porque estava uma lésbica na governo. Estava no governo um homossexual e ninguém da bancada do PS veio dar-lhe os parabéns. As anormalidades na bancada do PS sempre existiram, mas esta ultrapassou os limites do bom senso e da política praticada com seriedade. No mínimo, a deputada socialista um pouco anormal devia ser já substituída por alguém decentemente compreensivo do que deve ser a política sem anormalidades.

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