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Pau Para Toda A Obra

Pau Para Toda A Obra

Racismo

Não sei definir racismo. A discriminação sei o que é. Racismo existe no negro, no amarelo, no branco. No russo, no dinamarquês, no angolano, no timorense, no português e em qualquer povo existe o que chamam de racismo. Não aceitar aquele que é diferente de nós. Isso, existe em todo o mundo. Em Portugal, se não houvesse racismo, não existiam bairros sociais onde nem se pode entrar devido à sua perigosidade e criminalidade. Obviamente, se são para lá desterrados os negros é óbvio que constituem a sua comunidade, as suas mafias e o seu poder. Muito se tem falado em racismo nos últimos tempos porque uns agentes da PSP bateram violentamente em negros. Já vi baterem em brancos. O cumprimento da segurança por vezes tem destas coisas, um polícia leva com uma pedrada, fica quase cego, e os colegas respondem a tiro. Também sabemos que na PSP existem muitos adeptos da extrema-direita. Será que esses polícias sabem o que foi o fascismo? Será que esses polícias têm irmãos a estudar e que de repente aparecia-lhes a polícia de choque e levavam os estudantes todos para a prisão e eram torturados? Gostavam que os seus irmãos fossem apanhados na leva? Aos polícias só lhes dão lavagem de cérebro para bater. Bater sempre que haja o mínimo desacato. Bater em negro ou branco, o que interessa é bater. E se os abordados tiverem cabelo comprido às tranças, bater muito mais e algemar logo. Deixem essa história do racismo para o lado porque é causa que nunca irá acabar e ensinem os polícias a ser mais dignos, mais decentes, mais compreensivos e mais educados, do tipo polícia britânica e olhem que essa não brinca, quando tem que ser não perdoa a sua bastonada, mas são pessoas com quem se pode conversar.

As prisões

As prisões em Portugal demonstram bem como em Portugal somos todos desiguais. Portugueses de primeira, de segunda e de terceira. A que propósito Armando Vara foi preso na cadeia de Évora e o vereador (ex-servidor do Estado)  Manuel Guionar foi recambiado de Évora para uma prisão qualquer muito mais rudimentar. A que propósito, uns felizardos vão para a Carregueira e o resto do povinho recluso terão que aguentar com Custóias, Coimbra, Castelo Branco, Alcoentre, Tires, Vale de Judeus, Pinheiro da Cruz, Covilhã, Vila Real, Monsanto, Lisboa e outros presídios onde as condições são abaixo de cão. Há discriminação e não devia existir. Tomam-se por senhores doutores aqueles que foram tanto ou mais criminosos que os que cumprem um, dois, cinco ou 10 anos de prisão pelos mais diversos crimes. Um caso paradigmático foi o de Isaltino Morais que esteve bem instalado numa cela com os objectos que desejou e quando saíu antes do tempo sentenciado voltou a ser presidente de Câmara e nunca foi alvo de abusos sexuais ou de pancadaria de outros reclusos. E por que razão, os prisioneiros que nasceram com o cu virado para a Lua têm direito a televisor na cela? E os outros presidiários têm direito a quê? A uma bosta de vida...

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Apaixonado

Marcelo Rebelo de Sousa só pode estar apaixonado por aquela saloia da Malveira que traíu o Mamuel Goucha que tudo lhe ensinou em televisão. Um Presidente da República não pode ultrapassar o ridículo e o vergonhoso ao telefonar para a dita cuja que só sabe gritar e rir às gargalhadas. Telefonou para o programa que a saloia iniciava na SIC para onde se transferiu como ambiciosa pelo dinheiro como o macaco por banana. Um Presidente da República não pode cooperar na "guerra" de audiências que se verifica agora entre duas estações de televisão privadas, especialmente de manã, onde são transmitidos o programa do Goucha na TVI e o da saloia na SIC. Marcelo Rebelo de Sousa desiludiu-me em absoluto e nunca mais contará com o meu voto. O que ele fez foi muito feio e discriminatório para com os outros profissionais de televisão que também apresentam programas. Para mim foi a página mais negra nas atitudes de um Chefe de Estado. Ainda há pessoas que não acreditam que o Presidente telefonou para a saloia. O que faz a paixão por uma mulher ridícula, quando se tem uma namorada decente, simples e uma senhora.

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2019

Os meus leitores que me desculpem mas só agora dei por isso, que já estávamos em 2019 e que era preciso desejar-vos um Ano Novo cheio de prosperidades. O tempo da vida é sempre igual e os sentimentos não podem ser acarinhados apenas em certas alturas do ano como no Natal e Novo Ano. Há pessoas que só pensam nisso e então, é o vestido novo, o casaco de peles, o cabeleireiro, a manicura, a massagem, o carro novo, a viagem, a troca de namorado para a noite de passagem de ano, as prendas hipócritas para verem se o patrão dá um aumentozinho, enfim, em quinze dias anda tudo doido. Comem o dobro, bebem o que não ingerem durante o ano, tiram fotos para o facebook, instagram ou twitter para mostrar que estiveram num restaurante de luxo e no dia 3 e hoje pedem dinheiro emprestado ao amigo mais próximo. Mas há ainda amigos a sério. Ontem, um amigo de longa data convidou-me e à minha mulher para um almoço. Disse-me que era só para me dar um abraço de votos felizes para 2019. Como ambos estivemos em Macau, sabemos que o 2019 pode ser um bom ano. Acontece que na simbologia chinesa o número 9 significa dinheiro, que venha dinheiro. Esperemos que a simbologia funcione e que as dificuldades sejam reduzidas. Saúde para todos é o desejo maior. Olha, esta também é uma máxima da quadra: muita saúde. Mas, raios me partam que só vejo os hospitais a abarrotar e os privados a ganhar fortunas...

 

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