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Pau Para Toda A Obra

Pau Para Toda A Obra

JÁ VI ESTE FILME







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Entrar a matar. Disparar com balas verdadeiras. Prender manifestantes indiscriminadamente. Militares disfarçados de polícias. Esquadrões da morte. Milícias partidárias armadas por militares. Telecomunicações cortadas. Jornalistas estrangeiros expulsos. Povo aos gritos por socorro internacional. Protestos de apoio nos países democráticos e a semente da revolta a dar frutos foi filme que vi em Timor-Leste sob a égide da Indonésia, apesar dos actuais dirigentes timorenses parecerem que já se esqueceram disso tudo.
Filme semelhante está nas ruas de Teerão, uma cidade que conheço bem. Uma esperança popular de mudança que já vem de longa data. Em 1988, num hotel da capital iraniana, conversei com três mulheres que se encontravam no bar e estavam a fumar com a cara descoberta. A minha surpresa foi tão profunda que me atrevi a perguntar-lhes se algo estava a mudar no Irão. Responderam-me: "Está, mas ainda vai levar aí uns vinte anos!"...

jes ©

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