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Pau Para Toda A Obra

Pau Para Toda A Obra

MILITARES JÁ CONTAM ESPINGARDAS

 

 

 

 

 

 

 

 

> Quem procurar aqui no PPTAO o que foi dito sobre o descontentamento dos militares portugueses perante as medidas dos governantes nos últimos seis anos não ficará surpreendido com tudo o que acontece nos dias de hoje. Sempre alertámos, desde a primeira hora, para as reuniões clandestinas entre militares, e sempre salientámos que a situação poderia chegar ao caos.

Quando Otelo Saraiva de Carvalho proferiu recentemente afirmações contundentes, os velhos do Restelo repudiaram ou criticaram. Antes pelo contrário, deviam ter-se interrogado sobre "qual é o recado que o tipo está a dar?". A verdade é que no seio das Fprças Armadas chegou-se a uma situação de causa-efeito no sentido mais preocupante quanto à possibilidade de ser tomada uma posição de força.

 

Alguns políticos de meia-tijela vão sempre afirmando que "não há qualquer problema, os gajos já não têm força nenhuma, nem dinheiro têm para andar com as chaimites, submarinos ou aviões". Fiem-se na virgem e não corram. Acontece que a surpresa pode registar-se quando menos se espera. Dos quartéis para o exterior e com tomada efectiva do poder.

Há uma particularidade que os políticos têm desprezado: os pobres têm familiares militares. Os desempregados têm militares na família. Há sem-abrigos que são vistos diariamente por militares. Há casais que ficaram sem casa e sem escola para os filhos que são familiares de militares. Há agricultores sem dinheiro para o cultivo que são familiares de militares. Tudo o que se passa neste país falido e desgraçado é sentido pelos militares. E eles avisaram por diversas vezes. Os militares têm conhecimento cabal do pântana em que caiu Portugal.

 

Actualmente, decorrem reuniões no sentido de se contar espingardas quanto à cor política dos próprios militares e a divisão de armas está a ter apenas dois vectores: os que apoiam uma ditadura e os democratas. Um conselho aos políticos: não brinquem mais com os militares.

 

© jes

 

 

PAU COMMENTS

 

 

De Carmindo Mascarenhas Bordalo a 9 de Fevereiro de 2012 às 17:56
As Forças Armadas Portuguesas, ou algum dos seus elementos, terão coragem para tanto?
Duvido.
Neste momento Portugal precisa de alguém que diga que não somos um balão de ensaio da experiência de laboratório maçónica chamada União Europeia.
Precisa também de uma vida pública que não seja manietada por forças secretas, nomeadamente a Maçonaria.
Serão as nossas outrora gloriosas Forças Armadas capazes de enfrentar isso? Terão capacidade e vontade para tal?
Os serviços secretos minados pela Maçonaria permitirão?
Largar umas larachas é fácil.
Será que os avisos que o meio militar tem lançado são algo mais do que larachas?
Os golpes fazem-se. Construir uma alternativa post-golpe é bem mais difícil. Infelizmente as Forças Armadas nacionais falharam essa tarefa em 1974-1975.
Por isso, tenho dúvidas...

 

11 comentários

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