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Pau Para Toda A Obra

Pau Para Toda A Obra

Conselho de Estado esvaziado

 

> Cavaco Silva tentou esvaziar reunião com anúncio do fim da crise política.



Governo deixa cair TSU em Belém.

 

 

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De Jorge Cabral a 22 de Setembro de 2012 às 19:01
Caro João

Há meses que não dava a minha dentada - mas vontade e razão não me faltam.

Conselho de vaidades e de basbaques é o que aquilo é.

Num país onde 500.000 pessoas têm ZERO de rendimentos e onde mais dois milhões recebem menos que o ord.min. nacional, o festival de ostentação que se viu à saída do dito "conselho" (entre aspas) de merdas (sem aspas) - com raras excepções, é, numa única palavra INDIGNIFICANTE para este país e para este povo que se tem limitado a pagar as ladroagens e aldrabices de muitos dos políticos que temos aturado e das burrices, falta de saber e de conhecimento e impreparação dos restantes.
Não me move qualquer animosidade especial para com Mário Soares, mas acho insultuoso que esse "cagalhão com pernas", vendilhão de feira do relógio, ainda ande aí a dar bocas. Se alguma coisa faltasse para sabermos avaliar o verdadeiro carácter do cavalheiro basta não pesar-se bem a aitude que ainda há bem pouco tempo assumiu quando foi apanhado a 200 Km/h na auto-estrada. De pronto respondeu que o Estado paga. Foi este o vício que basbaques como esse pilantra, entranharam no seu comportamento, o qual, não podia conduzir-nos a nenhuma outra situação que não fosse a presente.

Não se fique o cavaco Silva a rir que para ele só me basta dizer que é o primeiro e principal responsável por tudo isto. Medíocre como poucos, esse cavalheiro nunca pensou que a sua impreparação e inconsistencia poderiam resultar em tanta miséria para tantos. E isso porque é na verdade um ser sem qualquer dimensão de Estado, como eu ou o Rogério que ainda há pouco me engraxou (competentemente) os sapatos. Com uma diferença: é que nem eu nem o Rogério padecemos da ambição do poder a todo o custo nem somos vaidosos a ponto de ostentar o que não merecemos. Bom, cá eu, se não soubesse dizer em mais de vinte anos de política, nenhuma outra frase que tivesse ficado, senão a célebre "deixem-nos trabalhar, deixem-nos trabalhar" ou nenhuma outra imagem que aquela outra do "não saber comer bolo rei, tinha fugido a sete pés para dentro de um buraco onde ninguém me descobrisse. "SSopinha de massa do caraças", nem te passa pela cabeça o bem que teríamos feito se de facto não te tivéssemos deixado trabalhar!...

 

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