Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Pau Para Toda A Obra

Pau Para Toda A Obra

Quando parece não existir cérebro

A vida divide-se por fases. Boas e más. O ser humano tem de entender que o principal sustento da sua existência é ter saúde. Essa a grande realidade, sem saúde a vida não tem qualquer sabor e pode acabar mais depressa. E quando a saúde é boa e não nos obriga a ir a médicos e hospitais e a doença é o pensamento? Esse pensamento malandro que não pára e que chega a paralisar o cérebro. Por vezes, parece que não temos cérebro e que não podemos pensar a não ser numa única coisa. Quando só pensamos num facto, o cérebro paralisa, é a sensação. Neste caso, deixamos tudo, nem o nó da gravata sabemos fazer bem, não apetece sair da cama, não se telefona a nenhum amigo, não se quer conversas com ninguém. Não é por maldade, nem os amigos merecem que o cérebro pareça que não existe. É a sensação de prescindir de tudo, mas talvez, desejando tudo. É confuso, não é filosofia e nem tem nada a ver com a cultura que adquirimos. É o pensamento que reina na nossa existência. É o pensamento único que nos derruba do palanque normal do comportamento anormal. Escrever passa a ser um esforço porque o pensamento único não nos permite escrever livros em série como faz o José Rodrigues dos Santos ou a sua esposa, tal como lançaram o boato. Escrever é importantíssimo para que o cérebro possa mostrar-nos que existe e é feliz em oferecer-nos inspiração suficiente para divulgarmos o que gostamos e não gostamos. Afinal, o pensamento único deixou-me escrever estas palavras quase sem sentido. Com uma dificuldade enorme e para vos dizer que o pensamento único não me vai permitir contactar-vos por uns dias. Não sei até quando. Aguardo que o pensamento único vá treinar o Sporting...

Cérebro.png