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Pau Para Toda a Obra

Um blog onde deixarei simples observações sobre o que vai acontecendo à nossa volta neste mundo global. Também serve de contacto com imensas pessoas que gostaram de mim.

Pau Para Toda a Obra

Um blog onde deixarei simples observações sobre o que vai acontecendo à nossa volta neste mundo global. Também serve de contacto com imensas pessoas que gostaram de mim.

recomendo

João Severino, 28.11.25

Aos leitores do blog recomendo, no caso de visitarem Évora, que fiquem instalados no Hotel Mar d'Ar Muralhas. É confortável, um belíssimo restaurante, preço acessível e parque de estacionamento subterrâneo.

A vista de alguns quartos é soberba, onde na varanda do quarto pode fumar e admirar um jardim lindo onde se passeiam pavões e se veem as muralhas milenárias da cidade eborense. Vale a pena.

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évora (13)

João Severino, 14.11.25
As arcadas icónicas eborenses deixam os turistas estupefactos. Existem as arcadas nas muralhas do Século III e as da Praça do Giraldo (na inagem) edificadas no Século XVI. Por estas arcadas cheias de lojas comerciais passei desde a minha infância de mão dada com a minha avó Mónica que ia sempre escolher algo, especialmente à ourivesaria. Um pouco mais velho comecei a frequentar o célebre Café Arcada na companhia do meu avô. O Arcada situa-se nas arcas e daí o seu nome. As arcadas prolongam-se por uma longa distância ao longo da urbe eborense. Com alguns interregnos vai quase até ao Largo onde está situado o Teatro Garcia de Rezende. Quem não conhece estas ruas, vale a pena visitar.
 
©fotoonireves

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évora (12)

João Severino, 14.11.25
Eis na imagem a entrada do meu Liceu, hoje Universidade. Recordo que fui o único casapiano que passou este portão com a minha farda de gala, cabelo totalmente rapadinho e a minha pasta numa mão e o bivaque na outra junto ao peito. Os colegas deram-me logo uma alcunha: "Olha o Carequinha!"...
 
©fotoonireves

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évora (11)

João Severino, 14.11.25

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©fotoonireves
 
A icónica Praça do Giraldo, centro da cidade, local de muitas tertúlia, de muitas conversas sobre tudo da sociedade portuguesa, local de comícios desde o tempo do anarco-sindicalismo, da igreja de Santo Antão, do café Arcada, das arcadas infindáveis, do Banco de Portugal, do Banco do Alentejo (fundado pelo meu avô), da praça de táxis que desapareceu, da fonte manuelina e da calçada tipicamente alentejana.

 

évora (10)

João Severino, 09.11.25

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©fotoonireves
 
Há vários séculos foi construído o Aqueduto de Águas Livres. Os arquitectos e engenheiros desse tempo nem em sonho imaginavam que passados tempos as quintas ao redor do aqueduto estivessem transformadas em estacionamento de "bichos" estranhos de quatro rodas. Como será daqui a dois ou três séculos este local?

 

 

évora (9)

João Severino, 09.11.25
Aqueduto romano de Águas Livres. Neste local o aqueduto passa junto ao Convento da Cartuxa, onde residiam durante muitos anos os frades cartuxos. A esta irmandade o meu avô ofereceu um terreno enorme que possuía junto ao convento e onde os cartuxos plantaram vinha e que hoje resultou no icónico vinho da Cartuxa.
 
©fotoonireves

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évora (7)

João Severino, 07.11.25

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©foto onireves

Na imagem, os moinhos de S. Bento.
Facto curioso: quando estava a fotografar os moinhos, apareceu uma senhora a caminho do seu carro que devia ser funcionária do Núcleo Museológico dos Moinhos de S. Bento. Qual não foi a minha surpresa quando ouvi da senhora "Bom dia!". Respondi logo: "Muito bom dia, minha senhora!". Isto, porque em Lisboa podemos dizer "Bom dia" a quatro ou cinco pessoas que ninguém responde. Senti logo que não estava em Lisboa...

 

évora (6)

João Severino, 05.11.25
Portas de Avis. Por estas portas da minha cidade passei dezenas de vezes de charrete, bicicleta, de mota e de carro. Passadas estas portas temos a Rua de Avis onde residiam os meus primos gémeos e onde eu ia quase todos os dias sozinho desde os 10 anos. A Rua de Avis é uma das artérias mais movimentadas da cidade porque serve de uma das saídas da cidade.
 
©fotoonireves

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évora (4)

João Severino, 05.11.25
Uma vista geral da capital do Alentejo onde podemos ver a Sé Catedral no alto da urbe e em primeiro plano o Teatro Garcia de Rezende, onde eu declamei poesia pela primeira vez em público com a plateia cheia. Tinha 17 anos e acabado de vencer no Colégio La Salle o 1º prémio de declamação. No colégio chamavam-me "o novo Villaret"...
 
©fotoonireves

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évora (3)

João Severino, 02.11.25

Eis a Quinta de S. Miguel. Era a quinta do meu avô. A primeira quinta em Évora a ter uma piscina com pranchas de saltos em diferentes alturas. Vinha, todas as árvores de fruto. oliveiras, tanques, cocheiras para cavalos e mulas, adega, 10 quartos, um terraço enorme onde aprendi a patinar, parque infantil com baloiço, argolas e barra para ginasticar os músculos, um galinheiro que tinha vários tipos de animais, incluindo pombos que saíam e regressavam, árvores plantadas pelo meu avô que hoje são esplendorosas como as que podem observar na fotografia que tirei com as lágrimas nos olhos.

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évora (1)

João Severino, 02.11.25

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Voltei à minha terra natal, Évora, património mundial da humanidade. Irei deixar-vos aqui alguma beleza e recordações da capital do Alentejo.