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Pau Para Toda A Obra

Pau Para Toda A Obra

tiro pela culatra

 

 

> O César das ilhas preparava-se para manifestar toda a sua insolência quando o candidato presidencial Cavaco Silva solicitasse uma audiência com o presidente da Assembleia Legislativa dos Açores ou com o governo regional. O César das ilhas mostraria toda a indisponibilidade para o efeito. Como o candidato presidencial Cavaco não lhe passou qualquer cartão e vai em campanha sem distinguir o César das ilhas [que só tem andado em litígio com o mesmo cidadão que por acaso é Presidente da República há cinco anos], eis que, o César das Ilhas já veio a terreiro arrasar, mais uma vez, Cavaco Silva, virando o bico ao prego no sentido de que o candidato Cavaco visita os Açores desprezando as instituições oficiais... pois!

 

PS - Estou à vontade, porque o meu voto não vai para Cavaco Silva, uma pessoa que na sua qualidade de presidente das Ordens Honoríficas negou uma pensão mínima a um condecorado da Nação em situação precária, contrariando a legislação em vigor.

a césar o que é de césar

 

> Ao que isto chegou. Carlos César mandou a austeridade às urtigas nos Açores e não corta no salário dos funcionários, contrariando uma medida do governo do seu partido. Alberto João Jardim afirmou que não quer saber, mas lá foi dizendo que César tem mais dinheiro para comprar votos... e Cavaco Silva sugere que regime compensatório para funcionários açorianos pode violar Constituição.

ENQUANTO O PAU VAI E VEM FOLGAM AS COSTAS (3)

> O presidente do Governo Regional dos Açores, Carlos César, qualificou ontem como "completamente ridículos" alguns dos argumentos usados por Alberto João Jardim para justificar um aumento das transferências anuais para a Madeira, no âmbito das alterações à Lei das Finanças Regionais. Mais: César aconselha o líder madeirense a poupar mais nas despesas correntes.

CÉSAR ENTROU PARA A LISTA

> Alberto João Jardim apelidou de "medíocres" e fuck them todos quantos se indignaram por Manuela Ferreira Leite ter usado um carro do Estado em campanha eleitoral na Madeira.
Esta manhã, o presidente do Governo Regional dos Açores acusou a líder do PSD de «abuso de poder». Em declarações à TSF, Carlos César afirmou que a líder social-democrata utilizou «dinheiros públicos para fazer campanha eleitoral» pelo seu partido, na visita à Madeira.
Mais um para a lista de Jardim...

SEM CONSIDERAÇÃO

> Tinha muita consideração por Carlos César, especialmente pelo trabalho realizado na sua terra à frente do Governo Regional dos Açores e, especialmente, sem precisar de uma qualquer licenciatura para provar a sua eficiência e profissionalismo. Afinal, Carlos César também já entrou no circo da palhaçada e estragou tudo.
"Os meus assessores também me têm dito que, desde a polémica do Estatuto dos Açores, acham que andam a ser perseguidos por uns indivíduos altos e espadaúdos, mas eu também não confirmo nem desminto", afirmou Carlos César sobre a polémica instalada entre assessores do Presidente da República que têm tido os seus movimentos controlados.
Quando um alto responsável de um Governo Regional vem à baila com palhaçadas destas, uma pessoa perde toda a consideração pela criatura em causa.

NOVO MANUEL ALEGRE

9.989

Carlos César Autorizou queixa contra o Governo do seu partido

> Carlos César poderá vir a ser o novo Manuel Alegre do PS. O presidente do Governo Regional dos Açores deu luz verde para uma empresa pública desta região autónoma processar judicialmente o Ministério da Administração Interna (MAI) por alegadas irregularidades no concurso para o Sistema Integrado de Vigilância, Comando e Controlo (SIVICC) da costa portuguesa.
A empresa em causa, Globaleda, de capitais maioritariamente do Governo açoriano, era uma das candidatas ao fornecimento do SIVICC, mas foi preterida, juntamente com a francesa Thales. O júri do concurso escolheu uma empresa espanhola, a Indra, com justificações que não convenceram a concorrência. O contrato foi ontem assinado, com a presença do ministro Rui Pereira, mas com a ausência, notada, do comandante--geral da GNR, força que vai gerir o sistema, por estar de férias.

Com autorização de Carlos César, a Globaleda avançou esta semana para a justiça, com uma providência cautelar visando suspender a adjudicação, mas a resposta do Tribunal Administrativo não chegou a tempo. Antes, a Thales, que seguiu a mesma estratégia de impugnação, já o tinha conseguido, mas a invocação de "interesse público'" por parte do ministério fez o tribunal anular a suspensão do acto. O DN tentou contactar Carlos César para comentar a assinatura, ontem, da adjudicação, mas, segundo o seu porta-voz, este "está de férias".

Os açorianos, que concorreram ao SIVICC aliados com uma das maiores empresas da indústria de defesa israelita, alegam que, " ao contrário do que está expressamente afirmado no despacho de adjudicação" do MAI, o relatório final do júri "não foi precedido de audiência prévia aos interessados", o que constitui, a seu ver, uma violação da lei.

Outras contestações ao processo de escolha, que o presidente do júri, João Carlos Silva, assegurou ter sido "totalmente transparente" dizem respeito à ausência de informação sobre o preço final da proposta vencedora, incluindo a manutenção do equipamento. O DN pediu esse valor ao MAI mas não obteve resposta. Em causa está o facto de ter sido, precisamente, a diminuição do preço de manutenção um dos motivos que serviu para a empresa espanhola ter sido a eleita.

Tal como já tinha sido contestado pela Thales, a Globaleda, lembra ao tribunal, que o júri não testou no terreno aquele que é o principal equipamento a concurso, os radares. Outra questão levantada é o júri ter considerado uma vantagem para a Indra um factor que não estava no caderno de encargos - a ligação do SIVICC português ao sistema de radares de Espanha - o que é considerada uma "violação do princípio de igualdade", pois tal requisito nunca foi pedido às outras empresas.

Em comentário às impugnações, o secretário de Estado José Magalhães disse que o Governo teve uma "paciência zen", respondendo a todas as observações e separando sempre o que disse serem "procedimentos sujos" de "agentes e autores que não dão a cara" e a actuação nos tribunais por parte dos concorrentes.