Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Pau Para Toda A Obra

Pau Para Toda A Obra

tiro pela culatra

 

 

> O César das ilhas preparava-se para manifestar toda a sua insolência quando o candidato presidencial Cavaco Silva solicitasse uma audiência com o presidente da Assembleia Legislativa dos Açores ou com o governo regional. O César das ilhas mostraria toda a indisponibilidade para o efeito. Como o candidato presidencial Cavaco não lhe passou qualquer cartão e vai em campanha sem distinguir o César das ilhas [que só tem andado em litígio com o mesmo cidadão que por acaso é Presidente da República há cinco anos], eis que, o César das Ilhas já veio a terreiro arrasar, mais uma vez, Cavaco Silva, virando o bico ao prego no sentido de que o candidato Cavaco visita os Açores desprezando as instituições oficiais... pois!

 

PS - Estou à vontade, porque o meu voto não vai para Cavaco Silva, uma pessoa que na sua qualidade de presidente das Ordens Honoríficas negou uma pensão mínima a um condecorado da Nação em situação precária, contrariando a legislação em vigor.

cavaco alegre

 

> Chamam-lhe debate, possivelmente porque nunca viram uma gravação dos debates Mário Soares-Álvaro Cunhal. A conversa entre dois candidatos a Presidente da República não incluiu praticamente nada de importante que mobilize os portugueses a ir votar em Janeiro. Cavaco Silva preparou um ataque para surpreender. Manuel Alegre estava nervoso demais para poder reagir a certas minudências cavaquianas. A conversa esclareceu num ponto importante: já tinham idade para ter juízo e reformarem-se da política. Talvez por isso não acontecer é que os jovens não aderem a este tipo de vida.

Mas, estavam interessados em saber quem venceu o confronto? Então, Portugal não é um país de tradições? E os Presidentes da República não são para exercer dois mandatos?...

defensor da treta

 

> O candidato presidencial Defensor de Moura devia ter vergonha da atitude que hoje transparece nas páginas do 'DN'. Moura vem [só] agora anunciar que Cavaco Silva, na qualidade de Presidente da República, e no âmbito das comemorações do 10 de Junho em 2008 realizadas em Viana do Castelo, o "obrigou" a gastar mais de 100 mil euros para organizar umas exigências do Presidente. E o ex-presidente da Câmara de Viana do Castelo diz mais: que o Presidente da República o quis condecorar, mas como lhe "cheirou" a "pagamento" pelo seu trabalho em prol da organização do evento, simplesmente rejeitou.

Pois bem, senhor Defensor de Moura, tudo seria um grande exemplo de seriedade (?), honestidade (?), dignidade (?), solidariedade pela sua equipa camarária (?), caso o senhor tivesse de imediato rejeitado os gastos supérfluos (?) impostos pelo Presidente, renunciado ao cargo de edil, rejeitado estar presente nas cerimónias oficiais e denunciar (na altura) os "dislates gravíssimos" de Cavaco Silva, o candidato presidencial que se lhe opõe agora, perdão, o Presidente da República que, segundo as fotos de 2008, o senhor cumprimentou veneradamente e aplaudiu efusivamente.

Sabe, senhor Defensor, quem não o defende sou eu porque a sua atitude cheira a "bufaria" despropositada e oportunista, com o intuito de caçar uns votos. A sua atitude terá efeito contrário, porque muitos eleitores que iriam votar em si, possivelmente, virar-se-ão para Cavaco Silva. São estes pequenos nadas que fazem os grandes políticos podres...

cavaco com fome

 

> De repente, Cavaco Silva ficou cheio de fome de falar, falar, estar em todas, tipo Sócrates. Mas, começa mal a campanha eleitoral. Deslocou-se a uma cerimónia de demagogos patrões de restaurantes que anunciaram ir passar a matar a fome a quantos precisem com as refeições que sobrarem nos seus estabelecimentos. E Cavaco Silva deu todo o apoio às sobras. Alguém se esqueceu de informar o candidato presidencial que entrou numa gafe, porque ainda na semana passada foram despedidos trabalhadores de restaurantes por levarem para casa [para dar de comer aos filhos] refeições que tinham sobrado nos restaurantes onde trabalhavam...

hum!...

 

 

 

> Quase ninguém tinha ouvido alguma vez falar do jornal "A Voz de Loulé". Era um jornal de qualidade abaixo de zero. Um dia, o seu proprietário e director decidiu vender o jornal. Praticamente ninguém se mostrou interessado. O título e o seu respectivo registo era a única coisa valiosa em todo o espólio. Na altura, no ano de 2005, fui contactado no sentido de assumir a direcção do jornal se determinado grupo económico com interesses ligados às decisões da Câmara Municipal de Loulé viesse a adquirir a propriedade da publicação louletana.

Passados uns meses, o director e proprietário informou-me que iria vender o jornal e que os novos proprietários haveriam de me contactar. Nunca mais. Devem ter perguntado ao aparelho do PSD se eu era da "cor" e como a resposta deve ter sido negativa, o contacto nunca se chegou a estabelecer. Obviamente que nunca mais me preocupei com "A Voz de Loulé" ou com o seu eco na esfera do jornalismo português. Qual não foi o meu espanto, quando hoje ouvi a rádio a dar grande ênfase a uma importante "entrevista" que Cavaco Silva teria concedido ao jornal... esse mesmo, "A Voz de Loulé", com o pretexto justificativo pela escolha de que a publicação pertence ao Concelho onde o recandidato a Presidente da República nasceu. HUM!...