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Pau Para Toda A Obra

Pau Para Toda A Obra

Jonet deve sair

 

> Isabel Jonet só disse disparates e magoou muita gente. Tantos quantos se sensibilizam com a fome dos seus compariotas. A demissão de Jonet é exigida por muitos porque existe o risco do próximo peditório do Banco Alimentar Contra a Fome ser um fiasco. Próxima campanha do Banco Alimentar contra a Fome está em risco.


Pensa muita gente que foi a Isabel Jonet que inventou ou teve a ideia original de um Banco Alimentar Contra a Fome. É de admitir até em função do protagonismo nunca disfarçado por Isabel Jonet, que lhe terá passado pela cabeça ou cabeças terceiras ser Nobel da Paz. A Isabel Jonet apanhou o comboio (o fundador do movimento em Portugal foi José Vaz Pinto - 1990, e a coisa na Europa tem barbas - existe desde 1984, na França e na Bélgica, na sequência da ideia inicial lançada por John Van Hengel, que criou em 1967 o primeiro Food Bank, em Phoenix, Arizona). Tudo isto para dizer que a jovem senil Isabel Jonet, à evidência já mais envelhecida mentalmente que os jovens Rui Vilar e Manuela Ferreira Leite, enganou-me até há pouco tempo como terá enganado muita gente pelo país e até Europa afora, mas já não me engana. (Carlos Albino)

 

 

A MAIOR VERGONHA DE PORTUGAL

40 MIL IDOSOS A PASSAR FOME

> Pelo menos 40 mil idosos portugueses passam fome porque não têm capacidade financeira para comprar alimentos, concluiu um inquérito realizado pela Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (Deco). De acordo com o mesmo estudo, o custo dos produtos alimentares é ainda uma das razões para que não consumam refeições mais saudáveis.

O restaurante Gambrinus já tem seis reservas para almoços com os novos ministros...


O Sismógrafo (3)


Banco dos aflitos

por J.C.






Mais um banco em apuros. O governo vira as costas ao caso. O jurista da instituição bancária, um conhecido advogado, declara que a esmagadora maioria dos clientes são pequenos e médios empresários. Grande parte deles são pessoas de poucas poupanças e muitos têm até parcos rendimentos.

Ninguém entende porque é que o governo ignora o caso. Não se percebe como é possível o Estado demitir-se das suas funções, quando os indicadores apontam o caso como um agravamento da crise social. Os clientes acorrem aos inúmeros balcões do banco espalhados pelo País. Ao contrário do que possa pensar-se, não há levantamentos: as pessoas fazem novos depósitos e até convencem outros a tornar-se clientes. Acreditam que este novo fôlego pode ser a chave do sucesso.

Os empregados da instituição estão sem receber, mas não abandonam os seus postos de trabalho. Uns aos balcões das delegações a receber os clientes e a atender o público, outros na sede a cuidar dos depósitos, todos eles acreditam que melhores dias virão. O Estado finge que não vê a situação aflitiva que se vive e o banco mantém-se aberto, concentrado no esforço para alcançar o objectivo desejado. Todos juntos, percebe-se que querem dar a volta às dificuldades e ser bem sucedidos. Em breve, os números para enfrentar a crise serão divulgados pelo próprio BACF (Banco Alimentar Contra a Fome)...