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Pau Para Toda A Obra

Pau Para Toda A Obra

presos

 

 

> Se a manchete do 'Correio da Manhã' corresponder à realidade, então, só há um caminho para quem nos tem governado nos últimos anos: a prisão. Como é possível que os portugueses tenham trabalhado uma vida inteira, 20, 30 e 40 anos sempre a descontar para a sua pensão de reforma e o dinheiro que deveria esta cativado, intocável, para que as suas pensões nunca fossem postas em causa, possam vir a ser alvo de um facto inimaginável, cruel e criminoso?

Os pensionistas descontaram do salário correspondente ao seu trabalho árduo. Essas verbas nunca poderiam ser utilizadas para outros fins. Se o foram e agoram desapareceram, que se inicie um movimento nacional que obrigue, sem rodeios, à responsabilização deste facto ignóbil e praticado por quem tem estado à frente dos destinos da governação nos últimos executivos.

Os barões impunes têm de acabar de uma vez por todas em Portugal e se ocuparam os cargos de Presidente da República, primeiro-ministro ou ministro das Finanças e permitiram que as verbas pertencentes aos pensionistas tivessem sido gastas, esses senhores, têm de ser incriminados por todo o povo.

 

É A REVOLTA

> Não tenham dúvidas que no momento da decisão que venha a enterrar vivos os pensionistas e aposentados que a revolta social será grande. Ouvi no rádio que a redução da despesa será feita à base daqueles que trabalharam e descontaram anos a fio e que depois de velhos têm de pagar a factura dos incompetentes e ladrões que têm governado este país durante décadas. Por exemplo, os pensionistas descontam 14 meses para a ADSE, o que não acontece com os funcionários no activo que sem se saber bem a razão descontam apenas 12 meses. E são estes portugueses que têm de ser atirados para a fogueira? E por que não começar com o fim das várias pensões chorudas que os tachistas acumulam? E com o congelamento das pensões acima de 3.000 euros, as quais passariam a ser pagas apenas nos 12 meses do ano?
Vem aí a Cimeira da NATO, o governo não se vai atrever a tomar medidas antes da reunião internacional porque seria a borrasca total, mas depois do Natal tudo indica que isto vai dar carga da grossa e entre mortos e feridos alguém há-de escapar para contar como foi.


PAU COMMENTS

Jorge Cabral disse...

Não adianta "bater no papel". Esta canalha não vai lá desta forma porque não há ponta de pudor, nem sombra de vergonha. A vilanagem é total e vergonhosamente despudorada.
Esses pulhas querem lá saber:
- se há idosos que não podem pagar os medicamentos de que precisam;
- se há pais que se coíbem do essencial para poderem comprar os livros aos filhos;
- se há patrões que não podem tirar sequer o seu vencimento para pagarem os roubos que eles inventam
- se há trabalhadores que se deixam explorar porque já não podem deixar degradar mais as suas condições de vida:
- se há crianças que chegam à escola sem haverem comido nada:
- se há idosos abandonados e que comem mais desgraçadamente que no famoso tempo da 2ªgrande guerra.
- se há gente que pouco mais faz que respirar e abrir os olhos, tal é a sua carência de toda a ordem.
Estes incapazes, deram cabo deste país, atulhando as suas contas bancárias, insultuosamente. E afirme-se alto e bom som, sempre, mas sempre, com autênticas burlas ou engenhosos maneirismos.
A solução é arrear-lhes duro. É a única linguagem que respeitam.
Lamento profundamente que gente tão ignóbil se tenha ardilosamente apoderado da democracia que para todos alimentava legitimamente um sonho em que as palavras, justiça, seriedade, generosidade, responsabilidade, evolução, estavam sempre presentes num conceito mais vasto que abrangia uma comunidade sem estas chagas, estas desigualdades, estas manhas, numa palavras, estas tão grandes frustrações.
Não sei que gente é a nossa que admite tais patranhas e se levanta todos os dias, mansa e servil como se nada se tudo estivesse bem!...

FINANCIAR PENSÕES

> O senhor Silva Peneda voltou a acordar para o tacho. Agora foi para presidente do CES. Não sei o que é nem quero saber. O CES é um tacho e o resto pouco importa. Mas, Silva Peneda começou mal o seu novo reinado de qualquer coisa que lhe dá a facilidade de botar faladura nos jornais. E, hoje no 'DN', lá está o senhor a dizer que é preciso aliviar os encargos das empresas e equacionar o financiamento das pensões por impostos indirectos. Ainda que isso implique a subida do IVA. Peneda dá a entender que a Segurança Social corre o risco de não poder financiar as pensões.
O que o senhor Peneda se esquece de dizer é que se Portugal quiser assistir a uma revolução armada a sério basta chegar ao ponto de não pagar pensões a quem andou mais de 40 anos a descontar o SEU dinheiro para a SUA reforma.
Gastam milhões em projectos que não se realizam, em consultas e pareceres aos amiguinhos advogados e economistas, em obras que nem chegam a funcionar e em rendas de património que pertencia ao Estado, e depois, ainda se atrevem a enviar um senhor Peneda para preparar o Zé Povinho de que vêm aí tempos em que nem vai haver pensões para ninguém. Atrevam-se e depois veremos o que acontece.