Sábado, 31 de Março de 2012

O EXAGERADO

 

> Alberto da Ponte: “Passos Coelho é o melhor primeiro-ministro desde Sá Carneiro”.

 

 

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por João Severino às 10:34
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Quarta-feira, 8 de Junho de 2011

grande verdade

 

> "Foi a primeira vez que trabalhei com um político que disse o que pensava e ganhou" – diz brasileira responsável pelo marketing da campanha de Pedro Passos Coelho

 

 

 

 

PAU COMMENTS

 

 

De a.marques a 9 de Junho de 2011 às 08:06
Participação cívica de um cidadão que também diz o que pensa cá no Pau:
-Vice 1º Ministro e das Finanças, Carlos Costa
-Governador do Banco de Portugal, Victor Bento
-Ministro dos Graus de Ensino e Formação, Nuno Crato
-Ministro do Trabalho e Assuntos Sociais (a designar)
-Secretário de Estado da Presidência do Conselho e
Relações Parlamentares (a designar)
-Ministro da Área Económica e Tecnológica (a designar)
-Paulo Portas (entre terra, mar e ar)
Nota: Máximo de 12 pastas ministeriais em fase de
ultimação
por João Severino às 23:17
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Domingo, 5 de Junho de 2011

passos coelho é o novo primeiro-ministro

 

 

> Pedro Passos Coelho, militante de base, presidente da JSD, líder do PSD e primeiro-ministro. Agora, irá formar governo. Com o Partido Socialista?

 

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por João Severino às 21:32
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Sexta-feira, 27 de Maio de 2011

ainda bem que não é risco contínuo

 

> "Tenho a noção de que tenho corrido demasiados riscos", diz Passos Coelho.

 

 

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por João Severino às 10:07
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Sábado, 21 de Maio de 2011

sem gastar muito

 

 

> Ora aqui está uma boa ideia sem gastar muito dinheiro. Vários automóveis percorrem as ruas decorados em apoio ao candidato do PSD Passos Coelho. Quando toda a gente olha para a viatura, estacionada ou em andamento, a campanha está a ter efeito.

 

Quem porfia, mata caça

 

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por João Severino às 19:35
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Sexta-feira, 20 de Maio de 2011

passos vs sócrates

 

> Esta noite, na RTP, o inexperiente, o analfabeto, o africanista Passos Coelho deu uma lição de sabedoria e de liderança ao experiente, viajado e perturbado José Sócrates.

 


 Sócrates - Portugal está confrontado com um desafio. Aumentou o desemprego em todos os países. Nós estávamos a fazer o nosso caminho mas este processo foi interrompido por uma crise política. A diferença está na manutenção do estado social. O doutor Pedro Passos Coelho propôs que o Estado deixasse de ter uma rede de escolas pública e a saúde também deixar de ser pública.

 

Passos - O actual primeiro-ministro de Inglaterra é mais novo que eu, nunca foi governante e é chefe de Governo. Tony Blair também nunca tinha sido governante. O que está em jogo é podermos discutir o que os governos em funções fazem. O engenheiro Sócrates é o primeiro-ministro que mais maldades fez ao estado social. O que mais reduziu os apoios, acabou com milhares de abonos de família. Vem agora o engenheiro Sócrates defender o estado social e depois aponta para mim que quero destruir o estado social. O senhor como é que consegue explicar como chegou aos 700 mil desempregados?

 

Sócrates - Tenho de dizer ao senhor doutor que quando era administrador de empresas não pensava assim. Tenho aqui um relatório de uma empresa onde trabalhava e onde 2010 dizia que em 2009 dizia que se estava em grande crise internacional, mas hoje diz que a culpa não foi da crise internacional. Passos Coelho, agora líder do partido, acha que a crise internacional não teve impacto.

 

Passos - Eu já sabia a sua técnica em querer fazer perguntas aos outros. Ainda bem porque eu quando mudo de opinião porque a realidade muda, assumo as minhas diferenças de opinião. A crise internacional teve efeitos.

 

Sócrates - Mas andámos bem em 2009...

 

Passos - Não, não andámos bem. O Governo não contraíu dívida pública como o devia ter feito. O chefe do FMI que cá esteve disse o mesmo que eu e o presidente do Banco de Portugal também disse o mesmo. Em resposta ao 'Sol' disse que não seria necessário reduzir salários e disse ainda que iria reduzir os salários da função pública. Estas mudanças de opinião afectaram muito mais os portugueses que o meu relatório na empresa onde trabalhava.

 

Sócrates - Lembre-se que a Europa mudou de estratégia. O senhor não tem razão. O senhor vai ter de discutir comigo o que pensa. O senhor propõe terminar com a tendência gratuita no Serviço Nacional de Saúde. Nós queremos melhorar a rede hospitalar e melhorar o SNS com melhor serviço e temos vindo a fazer esse serviço. Quando o senhor doutor propõe que deixe de haver tendência gratuita tem de explicar se os portugueses vão ter de pagar a sua saúde.

 

Passos - Ao ouvir o senhor engenheiro parece que o país está bem, que o senhor ministro das Finanças estava enganado, que o Estado afinal não precisa de empréstimos externos. Gostava que explicasse aos estudantes do Ensino Superior como é que eles chegaram à situação de não poder estudar.

 

Sócrates - Disse que eu menti...

 

Passos - Não me interrompa, se faz favor. O Estado não faz cobertura universal na saúde. O que o Estado faz é co-pagamento e é o que já existe. No programa eleitoral do PSD nós dizemos sobre saúde que é preciso abrir às policlínicas o seu médico de família. Quando anunciámos isto a ministra da Saúde e outros do Partido Socialista vieram dizer que o PSD queria acabar com o Serviço Nacional de Saúde, o que é falso. E a ministra mais tarde veio dizer aquilo que eu disse sobre as policlínicas e cooperativas de médicos.

 

Sócrates - Eu estou a falar dos pagamentos no SNS e o senhor disse que eu estava a mentir e espero que peça desculpa. O senhor escreveu no jornal 'i' e no seu livro que o texto constitucional deve ser alterado para que hajam co-pagamentos no SNS e trouxe aqui também duas entrevistas que o senhor deu para provar que não estou a mentir...

 

Passos - O senhor não gosta de falar dos 700 mil desempregados e de tudo o que o seu governo fez ao país.

 

Sócrates - Há um ponto ainda mais grave quando o senhor fala do acesso ao serviço universal porque o senhor quer acabar com o carácter geral do SNS e refiro-me aos seguros de saúde.

 

Passos - Nós acabámos de assistir à razão porque os portugueses querem mudar. O senhor depois de deixar uma herança de bancarrota, o senhor insiste em vir para este debate com questões menores em vez de discutir a sua responsabilidade que tem sobre o resultado da acção do seu governo. Porque é que não tem a coragem para assumir perante os portugueses a sua responsabilidade? Deixe-me dizer-lhe que a saúde não fica em perigo com a eleição de Pedro Passos Coelho. Fique sabendo que os portugueses comigo poderão deduzir as despesas na saúde. São pouquíssimos os países que estão com uma recessão como a nossa e as estatísticas dizem que o desemprego vai aumentar e o senhor vem discutir que eu quero acabar com a saúde gratuita...

 

Sócrates - Eu não recuso assumir as minhas responsabilidades. Houve uma crise internacional e nunca virei a cara às responsabilidades e espero que o senhor assuma as suas. O senhor é responsável pela crise política que criou  e há um preço que estamos a pagar. Desde que o senhor chumbou o PEC os juros da dívida começaram a aumentar e a economia ficou numa situação muito difícil. Na principal medida que foi chamado a tomar o senhor só pensou no interesse particular. Talvez se engane. Nós temos de lutar por mais crescimento económico e no domínio do emprego dos jovens temos várias medidas.

 

Passos - E por que não criar mais 150 mil postos de trabalho... O engenheiro Sócrates criou uma fantasia. Veio dizer que os partidos estavam com pressa para ir para o governo. Eu não tenho nenhuma pressa. O que eu fiz foi ajudá-lo, mas você falhou no PEC 2, no PEC 3 e por aí adiante. O governo teve de pedir ajuda internacional porque o governo perdeu a credibilidade nos mercados internacionais. Desde Outubro do ano passado que o país tem sustentado taxas insustentáveis. O senhor disse que não precisava de ajuda do FMI e disse que garantia que não precisava da ajuda ao FMI e disse mais que não estava disponível para governar com o FMI. Agora elogia as medidas do FMI. O governo prefriu que os bancos estivessem a comprar dívida em vez de emprestar dinheiro aos portugueses. O senhor é que está agarrado ao poder e só se preocupou com a sua imagem.

 

Sócrates - O país não precisava da ajuda externa e quem provocou tudo foi a sua acção em criar uma crise política e obrigar o país a pedir ajuda externa. O senhor sugeriu várias vezes a ajuda externa. Não tem razão quando diz que os bancos compravam a dívida e não invente fantasmas. Nós temos de discutir as suas propostas para o mercado de trabalho porque propõe ir mais além, mais além aonde, o senhor propõe mais precariedade...

 

Passos - Isso não é verdade...

 

Sócrates - Nós fizemos um acordo que está na base do que foi feito com a troika, eu refiro-me ao ponto que o senhor quer liberalizar o trabalho precário...

 

Passos - Isto é falso e eu tenho de responder. O que propomos é um sistema dual. Quem está com contratos a prazo permanece, mas para mais à frente pretende-se flexibilizar para que os jovens tenham mais emprego e para que se acabe com os recibos verdes. Há trabalho precário que é sazonal e nesse caso não acha...

 

- grande confusão com o moderador e ninguém se entende -

 

Sócrates - Desculpe mas eu quero voltar ao assunto porque o trabalho temporário é o mais precário...

 

Passos - Mas isso é obra do seu governo...

 

Sócrates - O senhor quer combater o desemprego permitindo mais despedimentos. Todas as doutrinas caminharam para a protecção dos trabalhadores. O governo no acordo com a troika inseriu a baixa da Taxa Social Única mas o PSD não estudando resolveu anunciar quatro pontos percentuais e depois já falou em oito e depois era a cerveja e depois era o vinho...

 

Passos - Tenho que anotar que nem depois deste debates o senhor não anuncie o... desculpe agora tenha paciência mas tem de me ouvir... assinou um acordo para quê? O senhor continua a dizer que vai estudar o assunto e o senhor não tem uma ideia do que vai fazer e por isso é que prefere dizer antes das eleições que vai estudar. Várias pessoas estudaram e nós também que a primeira descida da TSU tem de ter um impacto significativo e por isso é que falámos em quatro pontos e depois se podermos ir mais longe. O senhor que não tem nada a dizer sobre esta matéria ao menos oiça o que têm os outros a dizer. A satisfação de hoje com o anúncio da despesa orçamental é uma grande preocupação para quem vier a governar. O senhor já não está a cumprir o que assinou com a União Europeia.

 

Sócrates - Reduzimos 45% do défice e o senhor diz mal...

 

Passos - O que dizemos é que estamos preocupados. A despesa baixou porque aumentou muito os impostos. Portugal já não está a cumprir as directrizes recentes do FMI.

 

Sócrates - No momento em que a despesa está a descer o senhor vem dizer que isto é uma má notícia, já chega de estar sempre a falar em bancarrota, sabe que isto não é bom para quem quer governar. A ideia que temos de economia de baixos salários é do passado. Eu acho que temos de reforçar o empenho científico...

 

Passos - Eu tenho mesmo de esclarecer isto quando o senhor diz que o líder do PSC é imaturo eu tenho de lhe dizer que não admito essas acusações. A verdade é que o senhor e o seu ministro das Finanças erraram nas contas e eu acertei. O senhor sabia que não ia cumprir que usou o Fundo da PT...

 

Sócrates - O senhor diz mal de tudo...

 

Passos - Quando eu disse que acabávamos o ano nos 9% acertei e o senhor não sabia. Os senhores disseram que eu não estava a ser patriota e afinal a troika disse o mesmo que eu.

 

Sócrates - A despesa teve uma nova metodologia e acresceu o BPN e o BPP.

 

Passos - Eu falo da realidade.

 

Sócrates - O senhor entretinha-se a divagar e a escrever cartas públicas a levantar insinuações sobre os departamentos públicos. O que eu acho é que deve ser convidado para formar governo o líder que ganhar.

 

Passos - Nós apostamos muito na transparência e não é só nas contas públicas, para não voltarmos a ser surpreendidos. Eu assumirei o lugar de primeiro-ministro se o PSD for o partido mais votado.

 

Sócrates - Sempre defendi uma liderança forte e o país o que rejeita é uma liderança aventureira. Pensamos cumprir os objectivos que estão acordados com a União Europeia e com o FMI. Confio nos portugueses.

 

Passos - O país precisa de um governo que seja capaz de melhorar a situação. A situação que vivemos é da responsabilidade do engenheiro Sócrates e é preciso saber se os portugueses querem mudar ou não para fazer diferente do que foi feito nestes seis anos.

 

* Este post é dedicado aos nossos leitores que são surdos. Abraço.

 

 

De tal gente, tal semente

 


 

por João Severino às 22:18
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Terça-feira, 17 de Maio de 2011

passos coelho marca pontos

 

> Esta noite, na TVI, Pedro Passos Coelho apareceu bem preparado e conseguiu fazer passar uma mensagem de seriedade e de realismo. O debate com Francisco Louçã, um dos melhores economistas portugueses, não era fácil, mas o líder do PSD rebateu todas as questões de Louçã tomando por base o programa eleitoral social-democrata, pois, de eleições se trata. Passos Coelho ainda marcou mais pontos ao saber explicar as incongruências do actual primeiro-ministro (um bom treino para sexta-feira) quando Louçã mais parecia um Sócrates a defender a "barracada" das Novas Oportunidades. O "novato" Passos Celho deu uma bofetada sem mão aos seus detractores porque ainda conseguiu debater com o radical Louçã com toda a cordialidade.

 

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por João Severino às 21:45
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Segunda-feira, 16 de Maio de 2011

até que enfim que alguém fala deste cancro

 

> Passos Coelho quer auditoria às Novas Oportunidades.

 

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por João Severino às 19:25
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o africano

 

 

> Passos Coelho: "Casei com África" e "sou o mais africano de todos os candidatos".

 

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por João Severino às 09:36
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Sexta-feira, 13 de Maio de 2011

o ridículo de portas

 

> Debate na SIC entre Passos Coelho e Paulo Portas. Alguém convenceu Portas do absurdo. Que poderia ser primeiro-ministro. Nesse sentido, veio para a tv ficar ridículo na fotografia. Chegou ao ponto de afirmar que o seu CDS poderá conseguir 23,5% dos votos e o PSD 20%. Isto, é absurdo e ridículo. Já mudei de canal porque custa-me imenso ver Portas a ajudar à reeleição de José Sócrates.

 

por João Severino às 21:10
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Segunda-feira, 9 de Maio de 2011

o passos está doido ou quê?

 

> - É pá, o Pedro Passos Coelho deve estar doido. Se ele conseguisse convencer a malta que irá mesmo implementar o que anuncia, ganhava as eleiões com mais de quinze por cento de diferença do PS", dizia esta manhã um amigo para o outro no café. E salientava especialmente o anúncio do pagamento de as horas extraordinárias em folgas e férias.

 

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por João Severino às 09:45
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Domingo, 8 de Maio de 2011

acordar com boas notícias

 

 

> Até que enfim que ouvimos um político dizer que vai fazer o que o povo pede. Pedro Passos Coelho anunciou que vai reduzir o número de ministros e de secretários de Estado. 50% dos assessores existentes vão à vida. Cinco saídas para uma entrada na função pública. 15% de corte nas despesas de todos os mnistérios. Fim dos governos civis e extinção de empresas estatais. Redução do Parlamento para 181 deputados. Juízes com ajuda de estagiários e sentenças simplificadas. Mais autonomias das Câmaras Municipais na educação e na saúde. Pacto fiscal entre partidos para manter impostos abaixo dos 35% do PIB. Tudo o que seja para acabar com os tachos irracionais é bom. A isto, chama-se consciência da verdadeira situação em que se encontra o país.

 

PAU COMMENTS

 

De a.marques a 8 de Maio de 2011 às 11:32
Bem observado. Os jornalecos que por aí andam, os canais de televisão que por aí proliferam e os comentadores engavetados que por aí peroram nunca mais aprendem, perdão, nunca mais se libertam e assumem a nobreza da profissão. É confrangedor vê-los em todos os palcos onde os atrelam a enaltecer as qualidades farsantes e maleficamente calculadas de Sócrates, desvalorizando e camuflando os resultados catastróficos da governação de tal impostor. Sobre Passos Coelho, mais parecem um rebanho a responder aos assobios do dono que os domestica, na descoberta canina de uma indecisão, de um tiro ao lado ou de uma suposto incumprimento do líder do PSD. Ludibriadores encartados na tramóia, querem fazer de nós burros e para mal dos próprios e nossos pecados tentam fazer parecer Passos o governante desta desgraça. E quando não pescam inventam. Quando é que esta cambada alivia o pesado rodapé Socretino e nos expõe com seriedade e pudor as cambalhotas e misérias de tal farsante?

"Não há festança onde não entre a Constança!"


Declaração de interesse: Eu não vou votar ainda desta vez.

 

 

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por João Severino às 10:34
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Sábado, 7 de Maio de 2011

não governa com socialistas

 

 

> Pedro Passos Coelho fez ontem à noite aquilo que há muito os seus apoiantes e os eleitores indecisos esperavam. Ser claro, duro e estadista. Anunciou que no caso de vencer as eleiões não governará com os socialistas. Sócrates jamé. A partir de agora, obviamente que Passos Coelho irá subir nas sondagens e conseguirá o resultado que os nossos amigos que trabalham nas empresas da especialidade nos enviaram esta semana. A propósito, hoje já foram divulgados resultados que dão a vitória ao PSD. De recordar que anteontem estava o PS à frente. Como disse Sócrates, esperemos pela grande surpresa...

Passos Coelho defendeu ainda que Sócrates não tem perdão.

 

PAU COMMENTS

 

De a.marques a 7 de Maio de 2011 às 11:56
Quando é que salta para as parangonas a fraude de muitos milhões para os amigos denunciada agora pela TVI 24? Sonegaram documentos de compromissos ilegais aos juízes do tribunal de contas. Está tudo muito calado com um crime que os obriga a sentar o cu no banco dos réus. Sempre tão prontos a reagir a qualquer merda e ainda não apareceu nenhum figurão do governo a explicar-se. Onde param Sócrates, Lacão, Capoulas, Silva Pereira, Santos Silva e o Lelo da Tenda? Ai esta comunicação social?!

 

 

 

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por João Severino às 10:15
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Domingo, 1 de Maio de 2011

fui eu

 

> "Fui eu que há um ano telefonei ao primeiro-ministro a oferecer ajuda para salvar o país. E, no entanto, tudo o que acordámos, o governo atirou para o caixote do lixo"

 

Pedro Passos Coelho, hoje

 

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por João Severino às 15:07
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Sábado, 30 de Abril de 2011

os boys já dormem descansados

 

> Passos garante não cortar salários, nem despedir para cumprir programa de saneamento.

 

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por João Severino às 23:20
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Sábado, 16 de Abril de 2011

só faltava esta

 

> Durão Barroso pirou-se para o tacho da UE. Deixou o PSD "orfão" por uns tempos. Anda em campanha eleitoral internacional para ser, um dia, Presidente da República e pensa que pode fazer o que quer da dignidade dos outros. Vejam lá, que o Barroso chegou ao ponto de andar a discutir e todo chateado com Passos Coelho, porque este não fez o que ele mandou...

 

por João Severino às 10:40
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Quarta-feira, 13 de Abril de 2011

psd quer saber muito

 

> O líder do PSD, Pedro Passos Coelho, entregou hoje formalmente ao primeiro-ministro um dossiê com cerca de 35 perguntas concretas. Muito pergunta, mas desconfio que respostas leva zero. PSD quer acesso a “todas as análises” da missão UE/BCE/FMI.

 

 

 

 

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por João Severino às 16:05
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Terça-feira, 12 de Abril de 2011

mentir até ao último dia

 

> Passos Coelho reafirma que José Sócrates não propôs negociação para o PEC 4.

 

 

 

 

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por João Severino às 15:27
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Sexta-feira, 25 de Março de 2011

passos em frente

 

> Pedro Passos Coelho concedeu, esta noite, uma entrevista à SIC. O líder do PSD mais parecia um cidadão britânico, daqueles que parecem e são sérios. PPC demonstrou que é possível falar de política, programar futuro político e tentar ganhar eleições sem propaganda barata, sem promessas falaciosas, sem basófias monocórdicas, enfim, nos nossos ecrãs apareceu um homem calmo, conhecedor das matérias e que demonstrou algo de muito importante: pretende transparência e verdade na política e na governação. Será o primeiro político nesse estilo? Aguardaremos como S. Tomé...

Passos Coelho admitiu incluir outros partidos no Governo mesmo que PSD tenha maioria absoluta.

 

 

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por João Severino às 23:05
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Quarta-feira, 23 de Março de 2011

pequenos grandes gestos

 

 

 > Os políticos para serem grandes figuras com apoio popular não alcançam os seus objectivos por prometerem muito, por gritarem muito, por vestir muito bem ou por inaugurarem obras faraónicas. Um político só será recordado pela positiva se nunca se esquecer dos pequenos gestos que caiam fundo no sentimento dos destinatários. Não estava a ver, por exemplo, Pedro Passos Coelho, acompanhado de Miguel Relvas, num dia ocupadíssimo e problemático para o líder do PSD como foi o de ontem, deslocar-se ao velório de um cidadão comum prestar as suas condolências à família. Um gesto grandioso. Não, não foi à família do popular Artur Agostinho.

 

 

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por João Severino às 15:09
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pptao

Um blogue onde deixarei simples observações sobre o que vai acontecendo à nossa volta neste mundo global. Também serve de contacto com imensas pessoas que gostaram de mim. O título do blogue? Porque sempre fui "pau para toda a obra". Obrigado por ter vindo. “Morrendo estou na vida, em morte vivo; / vejo sem olhos, e sem língua falo; / e juntamente passo glória e pena.”, Camões

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Jornalista com a Carteira Profissional nº 278. Já restam poucos do meu tempo. Como último cargo fui director e proprietário do diário 'Macau Hoje'. Pode ler o meu CV completo na primeira mensagem de Outubro de 2007.

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